Piripiriense Paulo Andrade e outros investigadores estiveram reunidos com o comandante da PM de Piripiri
2019-03-28 13:11:02
O CEDAIC Piauí Brasil (Conselho Estadual dos Investigadores Confidenciais do Piauí) deu posse ao novo delegado regional de Piripiri, Paulo Andrade. Nesta quinta-feira (28), houve um encontro com o comandante do 12º BPM, Ten Cel. Erisvaldo Viana. Na oportunidade, o comandante da Cia de Pedro II, Cap David Marion, também participou.
Esteve presente na reunião Abílio Martins, presidente do Conselho Norte Nordeste, bem como outros membros da diretoria. Na ocasião, houve a entrega da carteira ao novo investigador Raimundo Erivelton. Os investigadores locais Antônio Cavalcante e Ivanildo Pereira também participaram da reunião.
Em todo o estado do Piauí tem em torno de 600 investigadores, que atuam em casos privados, nos mais diversos interesses da sociedade.
Se redução de imposto elevar consumo de cigarro, medida será descartada, diz Moro
2019-03-28 10:29:45
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, instituiu um grupo de trabalho para “avaliar a conveniência e oportunidade de redução da tributação de cigarros fabricados no Brasil”.
A medida foi publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial da União. Segundo o documento, a ideia é realizar estudos sobre a tributação atual e analisar propostas de mudanças. O objetivo seria “diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade, o contrabando e os riscos à saúde dele recorrentes”.
O aumento progressivo de impostos sobre o cigarro, com a definição de preços mínimos para a venda, foi adotado no país entre 2011 e 2016. Desde então, especialistas na área da saúde apontam a política como um dos fatores que levaram à redução de fumantes no país.
Em 2011, a taxa de fumantes no Brasil era de 14,8%. Em 2017, passou a para 10,1%.
Atualmente, o preço mínimo para venda do maço de cigarros é de R$ 5. A última mudança neste valor e nas alíquotas de IPI (imposto sobre produtos indutrializados) para cigarros feita pela Receita Federal ocorreu em 2016.
Representantes da indústria, no entanto, têm pressionado para rever os valores, sob o argumento de que a medida tem estimulado o contrabando de cigarros ilegais no Brasil.
O anúncio da criação de um grupo de trabalho para analisar uma possível redução nos impostos sobre esses produtos, assim, indica um aceno do governo à demanda dos fabricantes.
Ao mesmo tempo, a medida já traz reação de especialistas e entidades na área da saúde.
Em nota divulgada nesta terça, ACT Promoção da Saúde, ONG que atua na área de controle do tabaco e prevenção de doenças crônicas, diz “discordar firmemente” da proposta.
A organização cita dados do estudo Atlas do Tabaco, que mostram que o preço mínimo de cigarros hoje no Brasil ainda é baixo —equivalente a praticamente a metade do que é praticado em outros países— para defender um aumento na tributação.
“O custo do tabagismo atinge R$ 56,9 bilhões por ano no país, chegando perto de 1% do PIB anual. Este custo é cerca de quatro vezes superior ao que se arrecada com os tributos sobre produtos de tabaco. Neste sentido, adotar novas políticas fiscais de aumento de impostos federais e estaduais incidentes sobre tabaco trará benefícios sanitários e econômicos”, avalia.
A entidade lembra ainda que o aumento de impostos sobre o cigarro é uma das ações recomendadas na Convenção-quadro para o Controle do Tabaco, tratado assinado por 181 países, e do qual o Brasil é signatário.
“Frente às evidências, esperamos que as autoridades das áreas econômica e fiscal trabalhem no sentido de aumentar os preços e tributos de todas as classes de cigarros, e não por sua redução”, completa a organização, que defende protocolos internacionais e aumento na fiscalização como forma de coibir o problema do contrabando.
Questionado sobre dados que embasaram o pedido de criação do grupo de trabalho, o Ministério da Justiça ainda não respondeu.
Estudo divulgado pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer) em outubro do ano passado estimou queda no percentual de cigarros ilegais consumidos no Brasil de 42,5% para 38,5% entre 2016 e 2017. Em contrapartida, o estudo estima aumento no consumo de cigarros legais —daí sugerir um novo aumento na tributação.
Segundo a portaria, a previsão é que o grupo de trabalho seja composto por membros da Polícia Federal, Secretaria Nacional do Consumidor e Assessoria Especial de Assuntos Legislativos, além de membros dos ministérios da Economia e Saúde. O documento não cita prazo para conclusão dos estudos.
Procurada pela reportagem, a Abifumo, associação que representa as indústrias do setor, evitou comentar a proposta. “A Abifumo entende que essa é uma questão a ser tratada pelas empresas”, disse.
Indústrias ouvidas pela Folha, porém, se dividem sobre o tema. Em nota, a Souza Cruz diz apoiar "tanto a criação de forças-tarefa de combate ao contrabando, quanto a revisão do atual modelo tributário aplicado à cigarros no Brasil".
O motivo, aponta, é considerar que o sistema em vigor "favorece a comercialização de produtos ilegais no país". Para isso, cita dados de pesquisa Ibope que apontam que 54% dos cigarros vendidos no país são ilegais, os quais "não se submetem às normas fitossanitárias brasileiras e são vendidos abaixo do preço mínimo definido por lei".
"A companhia entende que o crescimento exponencial do contrabando é reflexo da enorme disparidade tributária entre o Brasil e o Paraguai. Enquanto no país vizinho as alíquotas somam 18% sobre os fabricantes locais, no Brasil elas chegam a 90%. A diferença do valor cobrado entre os cigarros produzidos pela indústria nacional e os paraguaios está acima dos 100%", completa.
Já a Philip Morris informa em nota que reconhece a importância do combate ao mercado ilegal de cigarros, mas entende que esse mesmo combate "não deveria passar por alternativas que possam resultar na redução de tributos e de preços, aumentando o acesso da população de baixa renda a um produto como o cigarro."
"O comércio ilegal de cigarros é um problema complexo, que precisa ser enfrentado de maneira sistêmica, com parcerias público-privadas no âmbito da fiscalização e a criação de leis mais duras", aponta.
Outras entidades ligadas às empresas também se manifestaram. Em nota, o ETCO (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial) diz apoiar a criação do grupo e a formação de centros de operações nas fronteiras contra o contrabando.
"A revisão do modelo tributário aplicado no Brasil é fundamental e isso não necessariamente implica na redução das alíquotas de tributação, podendo ser uma redistribuição da atual carga tributária de forma a permitir que as marcas legais possam competir com as marcas ilegais", diz.
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2019-03-28 09:40:43
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Colorado vence, garante vantagem na semi e elemina Fla-Pi do Piauiense
Com segunda posição assegurada, 4 de Julho conquista triunfo sobre Leão com dois gols de Pica-Pau. Resultado dá ao Gavião direito de decidir segundo jogo da próxima fase em casa
Resumão
Jogo corrido, resultado suado. A partida que definiu os destinos de 4 de Julho e Flamengo-PI, na 10ª e última rodada, deu ao público que foi à Arena Ytacoatiara, em Piripiri, um misto emoções. O Colorado partiu para cima do Leão, que, por sua vez, também não deixou barato. De cara, Ítalo Pica-Pau abriu o placar depois de receber bola enfiada por Chapinha. O Rubro-Negro foi tomando gosto do jogo, mas não conseguia finalizar. Somente na segunda etapa foi quando a pressão funcionou. Após confusão na grande área, o zagueiro Danilo aproveitou a sobra e marcou para o Fla-PI. Sem baixar a guarda, o 4 de Julho revidou na mesma intensidade com Pica-Pau, que, de novo, marcou depois de jogada individual. O placar garante a vice-liderança ao Colorado e elimina o Leão. Na semifinal, o Gavião pega o Altos.
Francisco Filho, Presidente do Conselho Mun. da Saúde, a convite do vereador Totonho Soares, esteve na Câmara
2019-03-27 18:44:04
Acontece nos dias 5 e 6 de Abril a X Conferência Municipal de Saúde. O evento é organizado pelo Conselho Municipal de Saúde e Secretaria de saúde de Piripiri. O evento ocorrerá no Auditório Osíris Neves de melo. O tema desta edução é "Democracia e Saúde: saúde como direito e consolidação e financiamento do SUS
Francisco Filho, presidente do Conselho Municipal de Saúde, esteve nessa terça-feira (26) na Tribuna da Câmara Municipal, por meio de requerimento do vereador Totonho Soares.
Filho, explanou sobre a importância das conferências e explicou as etapas. Em julho, em Teresina, ocorre a estadual, e em agosto a nacional, em Brasília.
"Daqui, saíram as propostas para a conferência do estado e, em seguida, a nacional. O tema Vai defender o que temos de mais importante em serviço público, que é o SUS", destacou o presidente, que é técnico em enfermagem.
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Como forma de não desampará-los, promotor deu 60 dias para Prefeitura apresentar projeto em um novo local, que também divide opiniões
2019-03-27 15:17:33
A gerência do Branco do Brasil de Piripiri, justificando medida de segurança, solicitou à Prefeitura e Ministério Público a retirada dos vendedores que montam suas barracas na calçada lateral e também na frente do Branco do Brasil (Rua professor Bem e Av. 4 de Julho). Uma audiência foi realizada na sede do MP, nessa terça-feira (26), em Piripiri.
O promotor Nivaldo Ribeiro, em entrevista concedida ao site Piripiri Repórter, explicou que, para que recebeu um ofício do gerente do BB, Josias Teixeira, questionando a presença dos vendedores nas calçadas, em desconformidade com a legislação e citando o código de postura do município, bem como o fluxo de pedestres. Na audiência, ele também alegou que traz insegurança à agência bancária.
Com a presença dos vendedores, do representante da SUTRAN, da procuradoria do Município e do Banco do Brasil, o Ministério Público fez um termo em que a Prefeitura se compromete em apresentar, em 60 dias, um projeto do local para os vendedores. Enquanto isso, os trabalhadores permanecem como estão. São aproximadamente 30 famílias que dependem dessa atividade.
O NOVO LOCAL
O projeto será para a Rua Leônidas Melo, ao lado do Paraíba, próximo ao Colégio Antônio Ferreira Neto. A proposta é que o trecho fique interditado, do início da manhã até o horário do final das atividades dos vendedores, por volta de 13h. O local não agradou os profissionais, que querem um ponto definitivo e adequado.