O Maior Site de Notícias de Piripiri!
alt-a3fcaa8182.jpg personalidades historicas

Clodoaldo Malaquias - 999546587 malaquias1974@gmail.com

PUBLICIDADE
botao--2823.gif
botao--3114.gif
botao--1685.gif
botao--963.gif
botao--858.gif
botao--6252.gif
botao--8157.gif
botao--5125.gif
botao--981.jpg
botao--4102.gif
botao--4405.jpg
botao--6598.png
botao--8908.jpg
botao--5607.jpg
botao--9287.jpg
botao--6770.jpg
botao--9878.jpg
botao--7813.gif
botao-Raphael-Assuncao-1046.jpg
botao--7694.jpg
botao--7347.jpg
botao--6833.jpg
botao--1259.gif
botao--5090.gif
botao--7144.gif
botao--5110.gif
botao--9382.jpg




O primeiro Rei Momo do Brasil, foi o compositor Silvio Caldas 1933.



28/02/2017

Com História do Brasil, Lamartine Babo (1904 – 1963) fez mais do que o grande hit de 1934: deu uma definição clássica da festa e do país. À altura desta, só a de Assis Valente (1911 -1958), em Alegria : “Minha gente era triste, amargurada / Inventou a batucada / Prá deixar de padecer / Salve o prazer / Salve o prazer”.

Abaixo do Equador, onde não existe pecado, a fusão da tradição européia com a batucada africana libertou o Carnaval na plenitude. Em nenhum lugar, ele adquiriu a dimensão que alcançou no Brasil. Durante quatro dias, o país fica fechado para balanço. Ou melhor: fica aberto para só balançar. E se entrega ao espetáculo que seduz e deslumbra os estrangeiros.

A farra toda vem do inconsciente dos povos, desde os rituais da fertilidade e as festas pagãs nas colheitas. Remonta às celebrações à deusa Ísis e o touro Ápis, no Egito, e à deusa Herta, dos teutônicos, passando pelos rituais dionísiacos gregos e pelos licenciosos Bacanais, Saturnais e Lupercais, as suntuosas orgias romanas.

No século VI, a Igreja adotou essas festas libertárias que invertiam a ordem do cotidiano, para domesticá-las. Juntou todas na véspera da Quaresma — como uma compensação para a abstinência que antecede a Páscoa. O Carnaval, então, espalhou-se pelo mundo. Desembarcou no Brasil no século XVII. Aqui, virou um dos maiores espetáculos do mundo. Você vai conhecer um pouco mais da origem da grande folia, desde a mais remota antigüidade até a invenção da serpentina.

Em Roma, comemoravam-se as Saturnais de 16 a 18 de dezembro, para a glória do deus Saturno. Tribunais e escolas fechavam as portas, escravos eram alforriados, dançava-se pelas ruas em grande e igualitária algazarra. A abertura era um cortejo de carros imitando navios, com homens e mulheres nus dançando frenética e obscenamente — os carrum navalis. Para muitos, deriva daí a expressão carnevale.

No dia 15 de fevereiro, comemoravam-se as Lupercais, dedicados à fecundidade. Os lupercos, sacerdotes de Pã, saíam pelados, banhados em sangue de cabra, e perseguiam os transeuntes, batendo-lhes com uma correia. Em março, os Bacanais homenageavam Baco (o deus grego Dionísio em versão romana), celebrando a primavera inspirados por Como e Momo, entre outros deuses.

Assumindo o controle da coisa, a Igreja fez o que pode para depurar a permissividade igualitária dos carnavais. Na Idade Média, a festa virou encenação litúrgica, corrida de corcundas, disputa de cavaleiros e batalha urbana de ovos, água e farinha. Depois, o carnaval se espalhou pelo mundo.

Na Rússia, a Maslenitsa dá adeus ao inverno, com corridas de esqui, patinação, danças com acordeão, balalaika, blinky masleye (panquecas amantegadas) e, é claro, muita vodka. No carnaval de Colônia, na Alemanha, as mulheres armam-se com tesouras e saem pelas ruas para cortar as gravatas dos homens.

Em Veneza, a tradição consagrou os fogos de artifício e foliões mascarados, inspirados na velha Commedia dell’ Arte. Na Bolívia, os mineiros de Oruro veneram a mãe-terra, Pachamama, dançando fantasiados de demônios. Em New Orleans, nos Estados Unidos, uma torrente humana invade as ruas do French Quarter, na terça-feira do Mardi Gras, atrás de músicos que tocam toda a noite.

Um ritual subverte a hierarquia

O entrudo português chegou aqui no século XVII. Os foliões se lambuzavam com cabaças de farinha e bexigas d’água. Durante a Colônia e o Império, o entrudo foi proibido inúmeras vezes. Consta que D. Pedro II gostava de jogar água nos nobres, na Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro.

O primeiro baile aconteceu em 1840, no Hotel Itália, no Rio, ao som de valsas, quadrilhas e habaneras. Em 1845, os ricos aderiam à polca tcheca e os negros dançavam jongo. Em 1848, o sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira, saiu por aí tocando bumbo. Deu origem aos primeiros blocos de rua.

Os cordões começaram com as sociedades carnavalescas, em 1866. Na Bahia, em 1895, nascia o primeiro afoxé: estava inventada a batucada. Depois da Guerra dos Canudos, em 1897, uma gentarada foi morar no Morro da Saúde, criando a primeira favela do Rio. Ali, na casa da Tia Ciata, foi composto o primeiro samba, em 1917: Pelo Telefone, de Donga.

Era só o começo. Vieram o Rei Momo, os corsos de automóveis das boas famílias (1907-1930), as escolas de samba (1928) e os concursos de fantasia (1936). Em 1935, o desfile das escolas de samba foi legalizado pela Prefeitura do Distrito Federal. Com o rádio, a festa difundiu-se e profissionalizou-se. Com a televisão, virou indústria.

O antropólogo Roberto DaMatta, autor de Carnavais, Malandros e Heróis (Rio, Ed. Zahar, 1979) define a folia como um rito de inversão, que subverte as hierarquias cotidianas: transforma pobres em faraós, ricos em mascarados, homens em mulheres, recato em luxúria. É uma compensação da realidade. Inventamos a batucada para deixar de padecer.

Quatro maneiras de brincar ao ar livre

Com o frevo, os afoxés e os trios elétricos, o negócio é ir para a rua se embolar

O frevo frenético

A palavra vem de “fervura” e lembra os movimentos acelerados dos foliões. É uma dança de rua e de salão, criada em Recife, nos fins do século XIX. A música, tocada principalmente por metais, é essencialmente rítmica, com compasso binário (de dois “tempos”) e andamento rápido. Os dançarinos executam coreografias individuais, improvisadas e frenéticas, que exigem animação de sobra e preparo físico mais de sobra ainda.

Tradição da África

Os afoxés são sociedades carnavalescas fundadas por negros, na Bahia, inspiradas nas tradições africanas. O primeiro afoxé nasceu em 1885: era o Embaixada Africana, que desfilou com roupas e adornos importados na África. O segundo, Pândegos da África, surgiu no ano seguinte. Hoje, os principais afoxés da Bahia são Filhos de Gandhi, Ilê Aiyê e Olodum.

Eletricidade musical

Os trios elétricos são palcos motorizados. Montados na carroceria de caminhões e equipados com potentes alto-falantes de até 100 000 watts, desfilam pelas ruas, levando grupos musicais e seguidos pela população. O precursor foi o Trio Elétrico de Dodô e Osmar, na Bahia. Hoje, essa folia eletrificada marca presença em quase todas as ruas do país.

Samba na avenida

As escolas de samba estrearam no Rio de Janeiro, em 1928 e, com o tempo, adquiriram estrutura e orientação empresariais, reunindo até 15 000 integrantes. Hoje, elas comercializam apresentações, direitos autorais e de imagem, sob o patrocínio do Estado e de banqueiros do jogo do bicho. O termo “escola de samba” surgiu no século XIX, mas foi definitivamente adotado nos anos 30, desde que o bloco Deixa Falar (a primeira de todas) passou a fazer ensaios à porta da antiga Escola Normal.

TAMBÉM É CARNAVAL

Os confetes chegaram ao Brasil em 1892, jogados em batalhas entre os cordões. As serpentinas substituíram as flores atiradas aos carros alegóricos.

Sob fantasias, o folião tem muito mais liberdade. Elas são usadas no Brasil desde o século XIX. Em 1937, houve o primeiro desfile, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro

O lança-perfume, com perfume e cloreto de etila, foi trazido da França a partir de 1906. Foi proibido em 1960, porque a substância era aspirada como uma droga

Os primeiros blocos foram licenciados pela polícia em 1889, no Rio. Os integrantes percorrem as ruas fantasiados, ao som de instrumentos de percussão

O Rei Momo foi instituído pelo jornal carioca A Noite, em 1933, como símbolo do Carnaval. O primeiro Rei Momo foi o compositor Silvio Caldas

Nas bandas, cada um vai como pode: não existe uniforme ou regulamento. A primeira surgiu em 1965, em Ipanema, no Rio de Janeiro

PUBLICIDADE





José Manoel da Conceição - O Primeiro Pastor Brasileiro.



18/02/2017

A data da sua ordenação, 17 de dezembro de 1865, é o dia do pastor presbiteriano; suas viagens evangelísticas foram a sementeira de muitas igrejas.

Primeiro brasileiro ordenado ao ministério evangélico, José Manuel da Conceição era sacerdote católico romano com tendências protestantes. Foi convertido a fé reformada pela influência dos primeiros missionários do presbiterianismo do Brasil. Em uma viagem missionária um dos missionários presbiterianos americanos ao chegar à Região de Brotas/SP e ao apresentar-se como 'protestante' ouviu falar que morava em uma propriedade próxima àquela cidade um 'padre protestante'. Não teve uma igreja fixa. Dedicou-se ao trabalho de evangelista itinerante no interior da então província de São Paulo, visitando as suas antigas paróquias onde o zelo pelo ensino da Bíblia lhe rendeu o apelido citado. Conceição encontrou nesses lugares o ambiente preparado para a formação de comunidades evangélicas. Exerceu seu ministério junto ao povo.

José Manuel da Conceição foi excomungado pela Igreja Católica Apostólica Romana escrevendo um libelo público respondendo à sentença de excomunhão. Para Conceição, a dinâmica da mensagem cristã não se esgotava na salvação do indivíduo, mas atuava também, como ele mesmo afirmou, para o "bem-estar do meu país e a moralização da sociedade, cuja felicidade somente o Evangelho pode garantir" (Leith, p. 217). Foi bastante perseguido em suas peregrinações não poucas vezes sendo alvo de agressões físicas. Faleceu na região do Vale do Paraíba devido aos ferimentos sofridos.






O patrono da educação brasileira, Paulo Freire .



28/01/2017


O patrono da educação brasileira, Paulo Freire, é um dos idealizadores da pedagogia crítica e utilizou muitos conceitos da Andragogia em seus trabalhos sociais.

Além de ser considerado um dos pensadores mais notáveis na história da Pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica, o nordestino nascido em Recife/Pernambuco, fundamentou a sua prática didática na crença de que o educando assimilaria o objeto de estudo fazendo uso de uma prática dialética com a realidade.

Em 1964, o golpe militar o surpreendeu em Brasília, onde coordenava o Plano Nacional de Alfabetização do presidente João Goulart. Freire passou 70 dias na prisão antes de se exilar. Em 1968, no Chile, escreveu seu livro mais conhecido, Pedagogia do Oprimido. Também deu aulas nos Estados Unidos e na Suíça e organizou planos de alfabetização em países africanos. Com a anistia, em 1979, voltou ao Brasil, integrando-se à vida universitária. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e, entre 1989 e 1991, foi secretário municipal de Educação de São Paulo.

Preocupado com a relação educacional do adulto, onde gerava muito analfabetismo no país, Freire começou a analisar como o adulto aprendia, ou porque não aprendia, e notou que era necessário ensinar o adulto a ler seu próprio mundo, respeitando assim seus conhecimentos e sua própria cultura. Propôs em seu método uma educação problematizadora e libertadora, contra o que mencionava o princípio de uma “educação bancária”, onde o aluno era meramente condicionado a memorizar.

Paulo Freire denomina esse tipo de “Educação Bancária” por assemelhar-se à relação entre o dono do dinheiro que deposita no Banco sua quantia através do caixa, e este lhe entrega o recibo de confirmação do depósito, mas a quantia recebida nada tem a ver com a pessoa que recebe o dinheiro e emite o recibo. Assim também é o professor que deposita seu conhecimento no aluno. Se o aprendiz não declarou sua necessidade de aprender um determinado assunto, em vão age o mestre, tentando ensinar-lhe aquele assunto que não lhe é significativo.

O que ocorre nas instituições de ensino, em desrespeito a esse princípio andragógico, é o aluno adulto anotar e decorar as informações despejadas pelo professor, para na prova apresentar-lhe o recibo das informações cobradas e receber sua aprovação e o necessário certificado para o seu exercício profissional.

Na idade adulta, o indivíduo é autônomo, assim a aprendizagem não pode mais ser vista a partir de meras transmissões de informações e conhecimentos impostos pelo professor, e sim a partir de sua vivência, conhecimentos e da necessidade que tem de aprender o que lhe faz falta (Freire, 1996). Diferente de uma criança, o adulto percebe quais são os pontos que lhe chamam atenção e os conteúdos que lhe faz falta no dia-a-dia pessoal e/ou profissional.

Paulo Freire destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência política, e foi o educador brasileiro mais homenageado da história: ganhou 41 prêmios, dentre eles de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford. Foi nomeado doutor honoris causa de 28 universidades em vários países e teve obras traduzidas em mais de 20 idiomas. Morreu em 1997, de enfarte.

Em um dos seus livros, Pedagogia do Oprimido, ele diz que “Ninguém educa ninguém, nem ninguém aprende sozinho, nós seres humanos aprendemos através do mundo” (Freire, 1968). Já no livro Pedagogia da Autonomia, que foi publicado um ano antes da morte de Paulo Freire, o autor diz que “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção” (Freire, 1996).

Acreditando nas mensagens de Paulo Freire e com base em todos os conceitos andragógicos, muitos professores de nível superior buscam novas ferramentas aplicáveis aos alunos adultos, para que possam ter mais êxito em sala de aula e obter atenção especial do aprendiz.






Nem Dostoiévski escapou da prisão russa,podem prender um homem mas não suas ideias!



21/01/2017

Fiódor foi o segundo dos sete filhos nascidos do casamento entre Mikhail Dostoievski e Maria Fiodorovna. A mãe do escritor morreu quando ele ainda era muito jovem, de tuberculose, e o pai, que era médico, pode ter sido assassinado pelos próprios servos, que o consideravam autoritário. Alguns biógrafos afirmaram que foi quando Dostoievski teve sua primeira crise epilética, fato disputado pelos seus atuais estudiosos, principalmente Joseph Frank.

É aceito hoje por alguns biógrafos, porém sem provas concretas, que o doutor Mikhail Dostoiévski, seu pai, foi assassinado pelos próprios servos de sua propriedade rural em Daravói, indignados com os maus tratos sofridos.Tal fato teria exercido enorme influência sobre o futuro do jovem Fiódor, que desejou impetuosamente a morte de seu progenitor e em contrapartida se culpou por isso, fato que motivou Freud a escrever o polêmico artigo "Dostoiévski e o Parricídio".Freud é muito criticado por alguns estudiosos por ter escrito seu ensaio baseado em rumores, sem uma pesquisa profunda sobre a vida de Dostoiévski.

Joseph Frank apresenta documentos médicos que atestam que Mikhail Dostoiévski morreu, na verdade, de uma apoplexia, e os boatos em contrário foram propagados para diminuir o preço da propriedade dos Dostoiévski, pela qual um vizinho mostrava interesse.
Por pouco o mundo ficou sem conhecer as melhores obras de um dos mestres da literatura universal. Aos 28 anos, o russo Fiodor Mikhailovitch Dostoiévski tinha escrito apenas seu primeiro livro, Pobre Gente, quando foi preso e condenado à morte na Rússia – o escritor não agradava as autoridades por causa de suas atividades consideradas subversivas e as idéias taxadas de contrárias à moral e à religião do tempo dos czares.

Em 1849, Dostoiévski já estava enfileirado em posição de fuzilamento quando sua pena foi suspensa. Na verdade, tudo não passou de uma forma de tortura psicológica aplicada pelo czar Nicolau I. Embora “perdoado”, ele não foi solto, e seguiu para a Sibéria. Lá, ficou quatro anos preso em Omsk, obrigado a fazer trabalhos forçados (como extrair minérios) numa fortaleza que, anos mais tarde, após a Revolução Russa, inspiraria os gulagui, campos de trabalho soviéticos. Ficou também mais cinco anos servindo como soldado em Semipalatinski.

De suas memórias, saíram Recordações da Casa dos Mortos e registros em Um Idiota. “Dostoiévski inaugurou assim o romance-documentário, que no século 20 foi seguido por Alexandre Soljenitsin, em Arquipélago Gulag, também autobiográfico”, afirma Homero de Freitas Andrade, professor da literatura russa da USP. “O mais importante é que, bem ou mal, ele pôde conhecer mais a fundo a mente humana, já que estava preso com assassinos e estupradores. Isso serviu como fonte para seus personagens e livros.”






Noam Chomsky: As 10 estratégias para manipular as massas



17/01/2017

Noam Chomsky (1928) nasceu na Filadélfia, Pensilvânia, Estados Unidos, no em 7 de dezembro de 1928. Estudou no Oak Lane Country Day School e no Central High School. Foi pesquisador assistente na Universidade de Harvard, onde realizou a maior parte de suas pesquisas relacionadas à linguística, entre os anos de 1951 e 1955. Estudou na Universidade da Pensilvânia, onde e tornou-se Ph.D., publicando sua tese com mais de mil páginas. Após receber a sua graduação, Chomsky passou a lecionar no Massachusetts Institute of Technology. Noam casou-se com Carol Schatz, em 24 Dezembro de 1949 e teve dois filhos.

Entre suas muitas realizações, o mais famoso foi o seu trabalho com a gramática generativa, que tornou-se de interesse na lógica moderna e em fundações matemáticas. Tornou-se conhecido como um dos fundadores principais da transformational-generative grammar (gramática transformadora-generativa), um sistema da análise linguística que desafiou a linguística tradicional e tem relação com filosofia, lógica, e psicolinguística. Seu livro Syntactic Structures (1957), um resumo de sua tese, revolucionou a linguística.Criou também suas 10 teoria de manipular as massas.

1. A estratégia da Distração:

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais”

2. Criar problemas e depois oferecer soluções.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3. A estratégia da gradualidade.

Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4. A estratégia de diferir.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais difícil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato.
Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5. Dirigir-se ao público como crianças.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental. Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.”

6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.

7. Manter o público na ignorância e na mediocridade.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.

8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.

Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto.

9. Reforçar a autoculpabilidade.

Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem.

No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que o dos indivíduos sobre si mesmos.






Minha Mãe



10/01/2017


Hoje eu vim aqui para falar de você, mãe. Sim, você que sempre esteve a minha frente para tirar as pedras e os obstáculos do meu caminho, merece todo amor do mundo. Você me fez crescer todos os dias, durante uma longa caminhada e eu não poderia deixar esse dia passar em branco.

Desejo que sua felicidade seja plena, que seu futuro seja lindo e que você tenha tudo de melhor em sua vida! Gostaria de expressar tudo o que sinto por você, mas é impossível descrever em palavras o tamanho do meu amor.

Feliz aniversário, mãe! Te amo!






HOMENAGEM AO CORDELISTA DE NOSSA TERRA



02/01/2017

O FAMOSO CORDELISTA DE PIRACURUCA-PI FRANCISCO PERES DE SOUSA, O "CHICO DO ROMANCE", NASCIDO EM 1939 AINDA CONTINUA HOJE ATIVO, JOVIAL, ENÉRGICO E BRINCALHÃO. DE INFÂNCIA POBRE, PERES COMEÇOU DESDE CEDO A IMPROVISAR OS VERSOS QUE O FARIAM FAMOSO. JÁ FEZ PALESTRA EM ESCOLAS SECUNDÁRIAS E UNIVERSIDADES, TENDO SIDO AS SUAS OBRAS OBJETO DE ESTUDO EM VÁRIOS INSTITUTOS SUPERIORES NACIONAIS E EUROPEUS. AUTOR DE MAIS DE DUZENTOS CORDÉIS, AINDA HOJE CHICO DO ROMANCE VENDE PESSOALMENTE SUAS OBRAS, TAMBÉM NA FORMA DE CDS NO MERCADO PÚBLICO DE PIRIPIRI-PI, CIDADE ONDE HOJE RESIDE. AQUI APRESENTAMOS CINCO DAS INÚMERAS OBRAS DO CORDELISTAS, EDITADAS ENTRE 1980 E 2000. CORDÉIS JÁ AMARELADOS PELO TEMPO, MAS ÍNTEGROS E PERFEITAMENTE LEGÍVEIS, RETRATANDO ESTA ARTE POPULAR TÃO FORTEMENTE ARRAIGADA NA POPULAÇÃO SERTANEJA DO NORDESTE. SÃO ELAS:
1) "O ROMEIRO QUE VAI ATÉ GOIÁS CARREGANDO UMA CRUZ DE 50 QUILOS".
2) "PARA QUEM ANDA NAS TREVAS JESUS É A LUZ DO MUNDO".
(3) "OS GRANDES PROFETAS SOBRE O FIM DO MUNDO E A VINDA DE CRISTO A TERRA".
(“4) PEQUENOS DADOS BIOGRÁFICOS DE VIRGULINO FERREIRA DA SILVA- O LAMPIÃO”.
(“5) BENDITO DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS MÃE PIRIPIRIENSE”...ainda hoje continua sua jornada literária..






P?gs.: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10