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Conheça Ada Lovelace, a 1ª programadora da história



13/10/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Esta terça-feira, 13 de outubro, é internacionalmente reconhecida como "Ada Lovelace Day". Mas quem foi esta mulher? Todos devem sua existência no mundo a uma mãe. No mundo da tecnologia, não é diferente. Hoje em dia o mercado é amplamente dominado pelo sexo masculino, com algumas exceções, como Marissa Meyer, no Yahoo, e Meg Whitman, na HP. No entanto, nem sempre foi assim. Uma das personagens mais importantes da história da tecnologia era do sexo feminino.

Ada Lovelace, que dá ao nome ao dia comemorativo celebrado nesta data, é reconhecida internacionalmente como a primeira programadora da história.

Augusta Ada King, nascida em 1815 com o nome Augusta Ada Byron, conhecida como Condessa de Lovelace ajudou o colega, Charles Baggage, no desenvolvimento da primeira máquina de cálculo, além de ser responsável pelo algoritmo que poderia ser usado para calcular funções matemáticas. O trabalho de Ada Lovelace permitiria que a máquina calculasse os números de Bernouilli.

Entre 1842 e 1843, ela criou notas sobre a máquina analítica de Babbage, que foram republicadas mais de cem anos depois. A máquina foi reconhecida como primeiro modelo de computador e as anotações da condessa como o primeiro algoritmo especificamente criado para ser implementado em um computador.
Única filha legítima do famoso escritor Lord Byron com sua esposa Anne Isabella Byron, Ada teve criação científica desde cedo. Isso porque sua mãe, era uma estudiosa de matemática e desde cedo influenciou sua filha no mesmo caminho, com o objetivo de não deixá-la trilhar a rota “insana” de seu pai na poesia.

Isso porque seu pai não foi exatamente um exemplo. Um mês após o nascimento de Ada, ele deixou sua mãe e, depois de quatro meses, acabou abandonando a Inglaterra para sempre. Ele morreu quando a garota tinha apenas 8 anos. O sobrenome Byron acabou dando lugar ao “King” nos registros após o casamento com o William King-Noel, barão que acabou se tornando o Conde de Lovelace. A partir deste momento, Ada passou a receber o tratamento Condessa de Lovelace.

Lovelace morreu em 1852 de câncer no útero. A máquina que ela ajudou a criar não foi construída durante o tempo de vida da condessa. No entanto, em 1982, uma linguagem de programação estruturada ganhou o nome “Ada” como referência a uma das personagens mais representativas da história da tecnologia.

O dia que celebra o seu legado é celebrado anualmente na segunda terça-feira de outubro. O “Ada Lovelace Day” tem como objetivo lembrar os feitos do sexo feminino nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática, assim como encorajar que mais mulheres sigam este caminho.

FONTE: OLHAR DIGITAL.

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Por que Alan Turing influenciou sua vida sem você sequer notar

O "Jogo da Imitação", filme que conta como o matemático desvendou o código usado pelos alemães durante a Segunda Guerra.



05/10/2015
Retrato original de Alan Turing (Foto: Domínio público) Retrato original de Alan Turing (Foto: Domínio público)

Se você adora o seu laptop e filmes de ficção científica sobre inteligência artificial, deveria saber quem é Alan Turing. Não reconhecê-lo é, porém, comum. Sua fama raramente ultrapassa o ramo da ciência e preencher essa lacuna, informando o grande público sobre as conquistas de Turing e sua importância para a nossa sociedade, é a louvável tarefa do filme O jogo da imitação, estrelado por Benedict Cumberbatch.

A história do matemático, filósofo e pioneiro da computação é, ao mesmo tempo, triste e inspiradora. Ele é conhecido como o pai da ciência computacional e da inteligência artificial. Conseguiu aplicar sua visão teórica à prática, resolvendo desafios do seu tempo e, assim, diferenciando-se dos colegas. Apesar da sua mente brilhante e da grande ajuda que deu ao governo britânico para decifrar a comunicação codificada dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, seu renome foi ignorado quando se descobriu que Turing era homossexual, algo então considerado criminoso no país.

* Educação e juventude

Alan Mathison Turing nasceu em 23 de junho de 1912 na cidade de Paddigton, na Inglaterra. Sua inclinação às ciências e lógica foi notada desde cedo por seus pais e professores. Aos 15 anos, ele conseguia resolver problemas matemáticos complexos, sem sequer ter estudado cálculo. Com 16, Turing conheceu as teorias de Albert Einstein sobre a relatividade e ficou fascinado por elas ao ponto de questionar matematicamente sua elaboração.

Em 1928, o britânico conheceu Christopher Morcom, amigo por quem se sentia atraído sexualmente e que teve grande influência intelectual sobre ele. A parceria chegou ao fim em fevereiro de 1930 com a morte abrupta de Morcom, enquanto Turing graduava-se em matemática pela Universidade de Cambridge. O acontecimento levou o estudante a refletir sobre questões filosóficas como a mente humana, o espírito e sua ligação ao corpo físico.

* O início da computação

Depois da faculdade, Turing tentou desenvolver um método para estimar se um determinado cálculo matemático é ou não provável. Ele concluiu que seria possível criar uma máquina automatizada, que materializasse fisicamente a lógica humana e solucionasse qualquer cálculo representado no formato de um algoritmo. Esses algoritmos seriam exibidos no formato de instruções a serem processadas de um jeito mecânico, dentro da própria máquina. Surgiam aí as primeiras visões de um computador: um sistema que, sozinho, realizaria tarefas determinadas pelo programa com o qual ele está equipado. Tal teoria foi chamada de Máquina Universal de Turing e é considerada atualmente o fundamento da ciência da computação.

Mas tal proposta não foi atribuída imediatamente a Turing. Ele a elaborou em 1936, enquanto, paralelamente, o cientista americano Alonzo Church publicava um trabalho parecido. Apesar de seu crédito pela originalidade ser negado na época, hoje especialistas admitem que os cálculos de Turing são muito mais diretos, intuitivos e fáceis de relacionar com a vida real que aqueles de Church, os quais se limitam a puras comprovações matemáticas.

* Quebrando o código alemão

Em novembro de 1942, Turing chegou a Nova Iorque para atuar em conjunto com o US Secret Service, organização conhecida agora como CIA. O mundo passava pela Segunda Guerra Mundial: navios americanos haviam sido naufragados pelos submarinos alemães durante missões de apoio à Europa.

Era sabido que o exército naval nazista criptografava suas mensagens por meio de uma máquina apelidada de Enigma. O código era tido como indecifrável e o governo da Inglaterra, aliada dos Estados Unidos, vinha tentando quebrá-lo, sem sucesso. Em sua viagem aos Estados Unidos, o matemático tinha ordens de investigar os cálculos feitos pela equipe de criptoanálise americana, sem revelar o quão avançados eles estavam no processo de espionagem dos nazistas.

Alan Turing era funcionário do Government Code and Cypher School (GC&CS), centro britâncio de criptoanálise, e liderava a seção responsável por quebrar tais códigos navais, chamada Hut8. Entre 1940 e 1941, ele desenvolveu uma máquina eletromecânica capaz de alcançar esse objetivo – a Bombe. Ela combinava seu conhecimento sobre o hardware do Enigma com uma estimativa de 20 caracteres plausíveis de estarem naquela mensagem. “Chutes” comuns eram descrições sobre o clima e a data do aniversário de Hitler. O resultado era como um jornal escrito pelo inimigo: os britânicos tinham acesso a todas as informações sobre as atividades diárias dos militares alemães.

A descoberta de Turing ajudou a Inglaterra a se preparar contra diversos ataques nazistas e especula-se que, por sua causa, a guerra foi encurtada em torno de dois anos, salvando milhares de vidas. Winston Churchill, então presidente da Inglaterra, chegou a dizer que Turing fez a maior contribuição à vitória da Aliança contra a Alemanha. Turing tornou-se uma celebridade entre os cientistas e foi-lhe oferecido o cargo de diretor do laboratório de computação da Universidade de Manchester.

Lá, ao final da guerra, ele se dedicou a fazer a Máquina Universal de Turing funcionar a partir de energia elétrica. Criou o Manchester Mark 1, o primeiro computador a seguir diretrizes parecidas com as dos computadores que todos usamos hoje. Esse período foi decisivo para a criação de hardwares e implementação de novas funções aritméticas.

* Teste de Turing

Ainda no laboratório de Manchester, Turing inventou um teste para dimensionar a inteligência de uma máquina – chamado hoje de Teste de Turing. Ele estava curioso: se um computador pudesse pensar como nós pensamos, ele conseguiria nos enganar ao ponto de pensarmos que estamos nos comunicando com um humano, e não um protótipo? O questionamento foi publicado no trabalho Computing Machinery and Intelligence em 1950 e é a primeira reflexão sobre o conceito de inteligência artificial, ou seja, a capacidade de máquinas raciocinarem como pessoas.

O ponto de partida para desenvolver essa prova foi o jogo da imitação, uma brincadeira que Turing costumava praticar com amigos em festas e que intitula sua biografia cinematográfica. Nela, um jurado de qualquer sexo senta-se em uma sala enquanto dois participantes, um de cada gênero, ficam no cômodo ao lado. Eles enviam ao jurado bilhetes anônimos, respondendo perguntas genéricas, a partir dos quais ele precisa descobrir quem é o homem e quem é a mulher. O Teste de Turing compartilha o mesmo princípio, mas em vez de dois participantes humanos tentarem confundir o jurado, um deles é um computador. Este vence o jogo se o jurado achar que a pessoa é a máquina, mas o matemático nunca especificou se, para dar certo, ele precisa saber que existe uma máquina envolvida no desafio.

O jogo é considerado simples e eficiente em analisar a abrangência de simulações que o computador consegue fazer da natureza humana – desde a lógica e a estrutura linguística até a capacidade de aprendizado. Turing previu que no ano 2000 máquinas com aproximadamente 120 megabites de memória teriam 30% de chance de conseguir passar em um teste de cinco minutos. Ele continua sendo praticado e estudado até hoje por especialistas, que identificam alguns defeitos na sua construção – entre eles, o fato de o jogo na verdade comprovar a habilidade do computador imitar o comportamento humano, e não sua inteligência.

>> Em “Ela”, o amor virtual X a vida real

>> Os humanos e suas máquinas

* A condenação

Em 1952, enquanto vivia o prestígio decorrente dos seus feitos, Turing foi acusado de praticar “atos homossexuais”, considerados criminosos na Grã Bretanha naquela época. Como punição, ele pôde escolher entre permanecer dois anos preso ou ser submetido à castração química, procedimento que inibe os impulsos sexuais da pessoa conforme ela recebe injeções de estrogênio regularmente. Ele escolheu a segunda opção para poder seguir com o seu trabalho. Além da privação fisiológica, sua carreira foi duramente atingida: todos os seus privilégios de segurança, concedidos após a Segunda Guerra, foram cancelados e ele foi impedido de continuar contribuindo com atividades do governo.

Dois anos após o início de sua punição, Turing morreu de envenenamento por cianeto. A morte é tida como suicido, mas há quem especule se não passou de um acidente causado pelo uso do elemento químico em experimentos caseiros conduzidos por ele. Seu fim trágico e queda no ostracismo tornaram-no um dos símbolos modernos da luta pela aceitação LGBT. Em 2009, uma campanha na internet exigiu um pedido de desculpas póstumo por parte do governo britânico sobre as injustiças causadas ao cientista. Naquele ano, o então- primeiro- ministro britânico, Gordon Brown, desculpou-se em nome do governo, mas seguiu a pressão pelo pedido formal, que veio a ocorrer no ano passado. A Rainha Elizabeth II ofereceu o perdão oficial de Turing em dezembro de 2013.

FONTE: ÉPOCA.






Apple inicia vendas do iPhone 6S e 6S Plus; saiba preços pelo mundo

Iphone 6S e iphone 6S Plus estão disponíveis para compra nas lojas da Apple em alguns países



25/09/2015
(Foto: Reprodução/Apple) (Foto: Reprodução/Apple)

Os iPhone 6S e iPhone 6S Plus, enfim, estão disponíveis para compra nas lojas da Apple em alguns países. A venda foi iniciada nesta sexta-feira (25) em 11 regiões, mas o Brasil não é uma delas. Nos Estados Unidos, o 6S de 16 GB desbloqueado sai por US$ 649 (mais de R$ 2,6 mil).

Além dos Estados Unidos, a Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Hong Kong, Japão, Nova Zelândia, Porto Rico, Singapura e Reino Unido recebem os novos smartphones. Os preços variam: no mercado inglês, por exemplo, o aparelho sai por 539 libras (mais de R$ 3,3 mil). Já na Austrália, o valor é 1.079 dólares australianos (cerca de R$ 3 mil).

Mesmo com o dólar sendo cotado a mais de R$ 4, parece que os EUA ainda são a opção mais em conta entre as principais possibilidades de importação. Entretanto, vale lembrar: o preço não inclui possíveis impostos e o valor da conversão das moedas varia conforme as casas de câmbio.

No território americano, também é possível contratar o novo serviço de upgrade de iPhones que é oferecido no programa AppleCare+. Ele vai permitir que os usuários troquem seus aparelhos pelos próximos modelos quando forem lançados, pagando uma taxa mensal a partir da compra do 6S ou do 6S Plus.

Anunciados há duas semanas, os aparelhos têm como destaque uma nova versão com cor ouro rosa, a permanência do armazenamento de 64 GB como melhor opção, e o 3D Touch, novo sensor presente nas telas de 4,7 e 5,5 polegadas. Eles estão disponíveis com 16 GB, 64 GB ou 128 GB de memória interna.

Ainda não há informações oficiais sobre preço ou chegada do iPhone 6S e do iPhone 6S Plus ao Brasil.






Firefox corrige bug no navegador que existia há 14 anos



25/09/2015
(Foto: Mozilla Firefox) (Foto: Mozilla Firefox)

Em 2001, a equipe de desenvolvimento do Mozilla Firefox registrou pela primeira vez a ocorrência do bug 77999, que causava problemas para os protocolos de compartilhamento de dados. Esta semana, 14 anos depois, o erro foi finalmente corrigido, graças à mais recente atualização do navegador.

O motivo para a demora é simples: o bug nunca trouxe problemas reais para a experiência do usuário. Foi somente este ano que a equipe do Adblock Plus - complemento que bloqueia anúncios de páginas da web - percebeu que seu serviço consumia mais memória RAM no Firefox do que em outros navegadores.

Com a atualização, o Adblock Plus passa a rodar muito mais rapidamente no Firefox. O update também inclui um novo aplicativo de mensagens instantâneas e novas fontes de pesquisa para a versão mobile. Enquanto isso, o Google Chrome ainda trabalha para resolver o bug que faz com que uma simples sequência de caracteres trave o browser.

Via Venture Beat






Posso deixar o celular carregando a noite? Veja 10 dicas sobre baterias



18/09/2015

Deixar o celular carregando a noite toda e colocar o smartphone no modo avião para carregar mais rápido são alguns dos mitos sobre a duração e o carregamento da bateria de celulares. Eles ainda povoam a cabeça dos usuários. Com a mudança de tecnologia e material empregados nas baterias, muita coisa mudou. Alguns cuidados também são necessários para que o usuário não acabe prejudicando a bateria de seu aparelho sem querer. A lista a seguir responde as 10 perguntas mais importantes para que você recarregue seu celular de forma segura, rápida e com melhor aproveitamento possível.

1. Pode deixar o celular carregando durante a noite?
Pode. Diferentemente do que muitos acreditam, carregar o celular a noite toda não estraga a bateria. Os aparelhos deixam de receber energia quando chegam em 100% de carga. No entanto, manter a bateria entre 40% e 80% ajuda a prolongar sua vida útil. Isso porque o lítio, usado em larga escala nos celulares atuais, desgasta-se ao chegar nos extremos. Note: o problema não é completar a carga, mas oscilar de zero a 100%. Se você puder puder deixar o aparelho algumas noites sem estar plugado, opte por isso.

2. Carregadores genéricos podem estragar o celular?
Não, os carregadores não oficiais – desde que funcionem – cumprem seu papel de transferir energia à bateria. A maior parte deles, porém, terá um desempenho pior que os originais, demorando mais tempo para completar o carregamento. Os carregadores falsificados, sim, devem ser evitados. Testes com carregadores sem marca mostraram que muitos deles nem sequer completam a carga da bateria, e pior ainda, descumprem normas de segurança – colocando em risco a vida do usuário.

3. Posso usar o celular enquanto ele carrega? Corro risco de levar choque?
A resposta complementa a pergunta anterior. O risco de levar choque ao falar enquanto o celular carrega acontece quando o carregador é falsificado. Vale lembrar do incidente ocorrido com Ma Ailun, a comissária de bordo que morreu eletrocutada enquanto carregava seu iPhone 5, em 2013. À época, a perícia descobriu que o choque foi causado pelo carregador falso. Quando a fabricante respeita as regulamentações, é praticamente impossível que isso aconteça.

4. Colocar o telefone em modo avião deixa o carregamento mais rápido?
É verdade. Como o modo avião desconecta as redes 3G, 4G e desliga a conexão Wi-Fi, haverá menor necessidade de processamento. Só isso já basta para carregar mais rápido. No entanto, a diferença não é tão grande: para cada 10% de carga, a economia com o telefone em modo offline é de 1 minuto.

5. É preciso dar uma carga longa na primeira vez que usar o celular?
Não mais. Isso foi verdade há muito tempo, quando as baterias eram feitas de níquel-cádmio. Com o lítio isso não só ficou obsoleto e hoje em dia essa primeira carga longa nem é recomendável. Como a gente disse antes, o ideal é manter a carga entre 40% e 80%, mesmo na primeira vez que usar o celular.

6. Carregar o celular no PC (via USB) é mais demorado?
Normalmente sim. Isso porque o tempo de carga depende da potência de sua fonte de energia. A tomada fornece uma corrente de 1.000 mA, enquanto as portas USB 2.0, as mais comuns, entregam 500 mA. Com a metade da potência, essas entradas USB de notebooks e desktops demoram o dobro do tempo de carregamento. No entanto, o USB 3.0, que já está presente na maior parte dos dispositivos novos, oferece corrente de 900 mA – quase igual a da tomada. Então se você precisar carregar o celular no computador, verifique se ele possui alguma porta 3.0 e opte por ela. O tempo de carregamento, nesse caso, será quase igual ao da bateria plugada na parede.

7. Preciso esperar a bateria chegar a 0% para carregar?
Não. O ideal, como mencionado acima, é que isso não aconteça. As baterias de lítio podem e devem ser recarregadas antes de ficarem abaixo dos 40% de energia. Outra recomendação dos especialistas para aumentar a vida útil é desligar o celular pelo menos uma vez na semana.

8. Colocar a bateria na geladeira aumenta a potência da carga?
Não. A a carga não vai aumentar nem ficar mais potente se você congelar sua bateria. Segundo a Apple, “a temperatura ideal é de 16 a 22°C”. Quando o celular está em uso, temperaturas muito frias podem ter o efeito contrário e fazer com que a bateria descarregue mais rápido. Contudo, há sim uma manutenção da carga verificada em baterias que não estão em uso, quando submetidas a temperaturas entre -20 e 0°C. Isso acontece porque a reação química que ocasiona fuga da corrente elétrica é desacelerada nessas condições climáticas. Mas então é recomendado colocar a bateria no congelador? A resposta continua sendo não. As geladeiras que temos em casa são úmidas e estão repletas de alimentos que podem interferir negativamente na bateria.

9. A temperatura interfere no tempo de duração da bateria?
Sim. Como dito acima, baterias que estão sendo usadas em ambientes frios têm uma queda no tempo de duração. O motivo é o mesmo que faz com que a carga se mantenha quando o dispositivo é congelado; com reações químicas mais lentas, há menos fornecimento de energia para o aparelho. Esse tipo de situação não é definitiva. Quando a temperatura volta ao normal, o desempenho da bateria também é normalizado.
O calor, por outro lado, traz danos irreversíveis. A partir dos 35ºC, cada acréscimo de 8°C diminui a vida útil da bateria pela metade. Também é importante que ela seja ventilada, sobretudo durante o carregamento, quando a bateria fica aquecida. Nessas horas, retire capas de proteção, especialmente as que vedam por completo o celular.

10. Quais apps dão mais autonomia de uso ao telefone?
Há vários aplicativos disponíveis para quem quer gerenciar melhor a bateria do celular. Um deles é o Snapdragon Battery Guru, disponível para Android. Desenvolvido pela Qualcomm, ele promete prolongar a duração da bateria em aparelhos que usam seu processador, um dos mais populares atualmente. O Battery Doctor é outra solução neste sentido que pode ser usada em smarts Android e iOS. Ele mostra quanto de energia cada componente do celular está consumindo e permite diagnosticar onde há perdas desnecessárias. O JuiceDefender, para Android, também entra no time de bons apps para melhorar o uso da bateria.

FONTE: Techtudo.






O serviço não será voltado para o usuário final

Microsoft está criando a sua própria distribuição do Linux

O serviço será um sistema de nuvem dedicado a redes de grandes corporações, e não é voltado para o usuário final



18/09/2015
Satya Nadella atual diretor executivo da Microsoft Satya Nadella atual diretor executivo da Microsoft

A Microsoft anunciou nesta sexta-feira, 18, que está desenvolvendo uma distribuição Linux: o Azure Cloud Switch (ACS). O serviço será um sistema de nuvem dedicado a redes de grandes corporações, e não é voltado para o usuário final.

De acordo com a Microsoft, o novo sistema "permite depurar, corrigir e testar erros de software muito mais rápido". Outra vantagem do ACS é a de deixar mais fácil o gerenciamento de swiches de um datacenter por meio da interface do Microsoft Azure. Essa estratégia de ter o seu próprio Linux deverá trazer mais clientes empresariais para a dona do Windows.

Apesar de a Microsoft de Satya Nadella ser mais aberta do que era quando era comandada por Bill Gates e Steve Ballmer, foi uma surpresa para todos a escolha do Linux para base desse sistema para empresas. O comunicado também dizia que "na Microsoft, acreditamos que há muitas excelentes plataformas de hardware disponíveis no mercado, a ideia é termos uma concorrência saudável com outras plataformas, aumentando a velocidade e diminuindo custos".

Ainda esse ano um dos principais engenheiros da Microsoft afirmou que seria possível que a empresa abrisse o código do Windows. Apesar de não ser provável que isso aconteça em breve, esse Azure baseado no Linux mostra que isso pode vir a acontecer um dia, no futuro.

FONTE: OLHAR DIGITAL.






Cientistas desenvolvem pequena capa de invisibilidade

Os pesquisadores planejam agora desenvolver a ideia numa escala maior



18/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Pesquisadores do Laboratório Lawrence Berkeley e da Universidade da Califórnia afirmaram na última quinta-feira, 17, que conseguiram desenvolver uma capa da invisibilidade semelhante às apresentadas em histórias de ficção científica.

O dispositivo, construído com pequenas fibras de ouro chamadas de nanoantenas, manipula a luminosidade, alterando a incidência dos raios de luz sobre um objeto. Na prática, isso significa que o olho humano não e capaz de detectá-lo.

"Nossa capa ultra-fina parece um casaco. É fácil de desenhar e implementar, e pode ser usada para esconder objetos tridimensionais macroscópicos, do tamanho de algumas células biológicas", conta Xiang Zhang, diretor do Laboratório Lawrence Berkeley.

"A superfície da capa foi construída para redirecionar as ondas de luz de forma que o objeto fique invisível para detecção ótica quando a capa é ativada", afirma o estudo.

A tecnologia inda enfrenta algumas dificuldades. As nanoantenas, por exemplo, devem ser projetadas para coincidir com as saliências da superfície do objeto que está por baixo. Caso ele se mova, a invisibilidade é perdida. O objeto também não pode ser muito grande ou pontudo, porque a sombra formada por ele não pode ser apagada.

Os pesquisadores planejam agora desenvolver a ideia numa escala maior.

FONTE: AFP.






WhatsApp e Facebook Messenger dominam uso da internet no celular, diz pesquisa



17/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Quase a metade dos brasileiros com dez anos ou mais acessaram a internet pelo celular no ano passado. É o que mostra pesquisa feita pela Cetic.br, que verificou que 81,5 milhões de pessoas usaram internet móvel em 2014 – ou, em termos percentuais, 47%. Os aplicativos mais utilizados foram o WhatsApp e o Facebook Messenger, para conversar com os amigos e mandar fotos e vídeos. O YouTube e o Netflix também aparecem entre os preferidos dos brasileiros.

O estudo também identificou que os celulares são os preferidos dos internautas: 76% navegaram via smartphone – o dispositivo foi mais citado que os desktops, notebooks e tablets.

O percentual de 47% é mais que o triplo do registrado em 2011, quando a proporção era de 15%. O crescimento na campo dos aparelhos portáteis é visível. Enquanto o número de casas com computador de mesa manteve os 50%, os lares com notebook já chegam a 60%, ao passo que os tablets estão presentes em 33% dos domicílios.

O relatório verificou pela primeira vez a disponibilidade de redes sem fio, constatando que 66% das moradias possuem Wi-Fi. Fora disso, 84% das pessoas que usam Internet no celular afirmaram entrar na web todos os dias ou quase todos os dias. “Isso contribui para que os dispositivos sejam cada vez mais utilizados de forma individual”, analisou Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Quando se fala em acesso à Internet em todos os meios, o percentual de brasileiros com mais de 10 anos conectados chega a 55%, o que representa 94,2 milhões de pessoas. Mensageiros como WhatsApp e Facebook Messenger são usados por 83% desse total, enquanto a participação em redes sociais foi citada por 76% dos usuários.

Já serviços de streaming de vídeo, como YouTube e Netflix, são acessados por 58% dos internautas brasileiros.

Embora a pesquisa tenha verificado aumento na conectividade em todos os estratos sociais, a desigualdade no acesso à Internet se manteve. Na classe A, 98% das residências é conectada à rede, proporção que cai para 82% na classe B, 48% na classe C e 14% nas classes D e E. Além disso, as áreas urbanas possuem em média 54% de casas com Internet, enquanto as zonas rurais têm 22%.

FONTE: Techtudo.






Maior impressora 3D do mundo constrói casas a partir de materiais orgânicos

A impressora será oficialmente apresentada amanhã



17/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Uma empresa de engenharia italiana desenvolveu a maior impressora 3D do mundo, um equipamento que mede 12 metros de altura. Chamada de Big Delta, ela foi construída pelo World's Advanced Saving Project (WASP), um projeto que tem como objetivo utilizar a tecnologia para construir casas em locais pobres, com pouca energia ou vítimas desastres, sem praticamente nenhum custo.

A Big Delta utiliza como matéria-prima o barro, a argila ou fibras naturais, materiais baratos, e funciona inspirada na vespa de oleiro, inseto que constroi seu ninho depositando camadas de lama em cima das outras.

As casas utilizam uma armação de metal de 6 metros de diâmetro. Os materiais recebem aditivos químicos, como o cimento, para garantir a rigidez.

De acordo com os desenvolvedores, a flexibilidade de formas, tamamnhos e escolhas de materiais pode ajudar o dispositivo a se popularizar.A empresa afirma que também está desenvolvendo uma maneira de incluir repelentes de insetos nas paredes impressas.

A impressora será oficialmente apresentada na próxima sexta-feira, 18.

FONTE: Gizmag.






Assista ao segundo trailer do novo filme sobre Steve Jobs

O filme estreia em janeiro de 2016 no Brasil



17/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

"Steve Jobs", filme dirigido por Danny Boyle que conta a história do fundador e ex-presidente da Apple, ganhou um novo trailer internacional. O vídeo mostra um lado menos "monstruoso" do personagem vivido por Michael Fassbender (o Magneto de "X-Men: Primeira Classe").

O vídeo começa com o protagonista questionando a audiência: "E se o computador fosse um objeto bonito? Algo que se queira olhar e ter em casa? E se, ao invés de estar nas mãos certas, estivesse nas mãos de todos?". Em seguida, após cortes de amor e ódio ao personagem, Steve Wozniak, cofundador da Apple (vivido por Seth Rogen), diz: "Logo saberemos se você é Leonardo Da Vinci ou só pensa que é".

O filme estreia em janeiro de 2016 no Brasil. Assista ao trailer legendado abaixo:



FONTE: OLHAR DIGITAL.






Brasil tem uma das 10 piores banda largas do mundo, diz pesquisa

País ocupa a 21ª posição de um ranking com 30 países



16/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Eis que estamos diante do resultado de mais uma pesquisa analisando o uso da banda larga fixa ao redor do globo – e, como alguns já imaginam, o Brasil aparece na lista, mas bem longe de uma posição confortável ou de destaque, uma vez que ocupa a 21ª posição de um ranking com 30 países.

O estudo em questão foi divulgado pela empresa de consultoria britânica Ovum, e revela que o ideal seria que todos os usuários de internet tivessem uma conexão de, no mínimo, 10 Mbps para satisfazer as expectativas de navegação. Outros dois aspectos também foram levados em conta para garantir que a experiência do usuário seja considerada boa: redes estáveis e confiáveis que sejam capazes de entregar o conteúdo desejado em até três segundos e um serviço de atendimento que resolva a maioria dos problemas já no primeiro contato.

Para dar uma ideia de como cada país se saiu, a equipe da Ovum criou um placar baseado na experiência de banda larga satisfatória que leva em conta aspectos objetivos e subjetivos de conectividade apontados por usuários de 30 países diferentes. A Suécia ficou no topo da lista (com um resultado de 88%), enquanto o Brasil ocupou a 21ª posição (com 50%). O pior país é o Egito, com 30% de satisfação.

“Desde o lançamento dos serviços de banda larga, sempre houve uma discussão sobre a definição de banda larga e qual é a velocidade ideal [para o usuário]. Em 2015, a resposta é ‘pelo menos 10 Mbps’ se você quiser ter uma boa experiência [de navegação], mas um número significativo de lares, mesmo em países desenvolvidos, ficou bem abaixo dessa marca”, explicou Michael Philpott, um dos responsáveis pelo estudo.

FONTE: Tecmundo .






Quantas linhas de programação são necessárias para formar o Google?



16/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Se você tem alguma noção de realidade, sabe que o Google é gigante, o que talvez não fique tão óbvio quando você digita “www.google.com” e é presenteado com uma tela branca com um campo de busca. Parece simples? Não é. Segundo a gerente de engenharia Rachel Potvin, todos os serviços oferecidos pela empresa totalizam aproximadamente 2 bilhões de linhas de programação.

Para comparação, é estimado que o Windows, um dos softwares mais complexos da atualidade, com mais de 30 anos de existência, tenha 50 milhões de linhas de código. Ou seja: o Google representa 40 vezes o Windows.

A comparação pode parecer um pouco estranha, porque se trata de um único produto da Microsoft contra todos os outros do Google, mas é mais justa do que parece. Isso porque todas estas linhas de código, envolvendo o buscador, o Maps, o Google Docs, o Google+, o Gmail, o YouTube e todo e qualquer outro serviço da empresa está em APENAS UM REPOSITÓRIO, disponível para todos os 25 mil engenheiros de software da empresa.

“Apesar de não poder provar, eu acredito que este é o maior repositório único em uso no mundo”, considera Rachel Potvin. É um caso extremo, mas mostra um pouco da atual situação dos serviços online, e como os softwares ficaram mais complexos.

Ela explica que o gerenciamento de um código tão grande acessado por tanta gente ao mesmo tempo é complexo, mas funciona. Para isso, a empresa construiu seu próprio sistema de controle de versão chamado Piper, espalhado por dez data centers do Google.

Potvin explica que as 2 bilhões de linha não ficam em único sistema disponível para todos os engenheiros. Na verdade, o sistema dá aos funcionários uma liberdade para usar e combinar código entre vários projetos. E, quando eles fazem alguma modificação, mesmo que pequena, pode ser implantada rapidamente por todos os serviços da empresa.

FONTE: OLHAR DIGITAL.






Facebook vai realmente ganhar botão 'Não Curti'

Qual a sua opinião sobre o "Não curti" no Facebook?



15/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Já faz algum tempo que os usuários do Facebook deixam claro o quanto seria legal possuir um botão de “Não curtir” ao lado do famoso “Joinha” que faz parte da rede social. Mas, como você deve ter percebido, até agora não existe ferramenta alguma que seja parecida com isso. A boa notícia estamos realmente próximos de ver uma mudança nessa história. Pois é, o Facebook vai mesmo ganhar um novo botão.

Durante uma entrevista para o CNBC, Mark Zuckerberg (fundador e CEO do Facebook) revelou que a equipe de desenvolvimento está bem próxima de colocar o novo recurso para ser testado publicamente. Ou seja: é bem provável que testes internos já estejam sendo realizados pelos desenvolvedores e outros membros da equipe da rede social.

Desde o ano passado, a empresa vem reafirmando que o principal obstáculo do “Não curtir” está em como fazer com que esse botão expresse algo positivo para os usuários, não sendo um atalho para negativar os contatos. Anteriormente, Zuckerberg disse que o Facebook só iria colocar a ferramenta em funcionamento quando perceber que ela pode ser usada como algo que reforce positivamente as postagens.

Um bom exemplo seriam links com histórias tristes, que geram o impasse psicológico nos leitores: “Curti o link, mas não a história”, por exemplo. Com o novo botão seria possível mostrar que a história é ruim, mas a pessoa gostou de ter visto. Nas palavras do próprio CEO, este novo recurso “deve ser usado para mostrar empatia”, não apenas para mostrar negatividade.

FONTE(S)CNBC






WhatsApp tem 900 milhões de usuários e somente 50 funcionários; entenda como

Aplicativo atingiu a marca de 900 milhões de usuários ativos



15/09/2015
(Foto: Divulgação) (Foto: Divulgação)

No início de setembro, o WhatsApp atingiu a marca de 900 milhões de usuários ativos, um aumento de 100 milhões de pessoas em apenas 5 meses. Com números impressionantes e uma boa expectativa de crescimento para os próximos anos, o aplicativo chama bastante atenção pelo número de engenheiros responsáveis por seu funcionamento: 50.

Mas como é possível manter uma estrutura imensa com poucos profissionais? De acordo com o engenheiro de software da companhia, Jamshid Mahdavi, o segredo é dividido em três estratégias. Saiba quais são elas:

1. Linguagem minimalista
O WhatsApp usa a linguagem de programação Erlang e um sistema chamado FreeBSD. Os dois funcionam de maneira bastante simples e rápida. "É uma maneira completamente diferente de construir uma infraestrutura em grande escala. Foi uma surpresa muito grande ver a abordagem minimalista, que apenas solucionava os problemas que precisavam ser resolvidos", explica Mahdavi.

Outra vantagem da Erlang é a possibilidade de implantar atualizações no código enquanto ele está sendo executado, o que significa que não é preciso tirar o app do ar durante atualizações. Além do WhatsApp, aplicativos como o WeChat e o Whisper utilizam a linguagem.

2. Profissionais adaptáveis
Apesar de simples e rápida, a linguagem tem suas desvantagens. Poucos programadores sabem Erlang e, mesmo que tenham o conhecimento, é difícil saber unir as noções com o que é feito hoje em dia. O Facebook, por exemplo, desenvolveu o Messenger baseado na linguagem, mas teve que refazê-lo para incorporá-lo à estrutura da rede social à medida que ela crescia.

O WhatsApp, no entanto, não está preocupado com isso. "Nossa estratégia de recrutamento é encontrar os melhores e mais brilhantes engenheiros. Nós não contratamos alguém especificamente por saber Erlang. Depois de contratada, a pessoa passa uma semana se familiarizando com a língua e aprendendo a aplicá-la ao trabalho. Se contratarmos pessoas inteligentes, elas serão capazes de fazer isso", conta Mahdavi.

3. Sem reuniões
Quando questionado sobre o segredo da empresa, o engenheiro de software responde que quase nunca há reuniões. "A lição número um é ser focado no que você precisa fazer. Não nos distraímos com outras atividades, tecnologias e até mesmo atividades do escritório, como reuniões".

FONTE: Via Wired






II Simpósio de Tecnologia reuniu professores, pesquisadores e alunos para troca de experiências em Piripiri

Segundo o professor Maurício Rocha, o II SIMTEC teve 40% mais inscritos que o primeiro evento.



14/09/2015
Palestra com o professor Dr. Roberto Inoue da UFSCar Palestra com o professor Dr. Roberto Inoue da UFSCar

Discutindo as principais atualidades da área de Ciências da Computação, o II Simpósio de Tecnologia de Piripiri (SIMTEC) aconteceu entre os dias 09 e 11 de setembro. Organizado pela coordenação do curso da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Prof. Antônio Giovanne Alves de Sousa em Piripiri, o SIMTEC buscou proporcionar um espaço de discussão através de palestras e minicursos. O SIMTEC reuniu alunos, professores e pesquisadores de Piripiri e região.

Para o professor Maurício Rocha, coordenador do evento, as temáticas debatidas são de total relevância no cenário tecnológico atual. Entre os temas abordados no SIMTEC estavam: tendências de robótica móvel, Smart Grids (rede elétrica inteligente) e desenvolvimento de aplicações em nuvem, entre outros.

O SIMTEC teve a participação de palestrantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e além da UESPI. Os professores Ricardo Fernandes e Roberto Inoue da UFSCar ressaltaram a grande participação dos alunos, bem como o interesse dos mesmos nas palestras e minicursos que aconteceram durante os dias de evento.

Segundo o professor Maurício Rocha, o II SIMTEC teve 40% mais inscritos que o primeiro evento. A expectativa é que o número cresça ainda mais no próximo ano. O evento teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI).

Fonte: Assessoria de Comunicação - UESPI





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