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WhatsApp e Facebook Messenger dominam uso da internet no celular, diz pesquisa



17/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Quase a metade dos brasileiros com dez anos ou mais acessaram a internet pelo celular no ano passado. É o que mostra pesquisa feita pela Cetic.br, que verificou que 81,5 milhões de pessoas usaram internet móvel em 2014 – ou, em termos percentuais, 47%. Os aplicativos mais utilizados foram o WhatsApp e o Facebook Messenger, para conversar com os amigos e mandar fotos e vídeos. O YouTube e o Netflix também aparecem entre os preferidos dos brasileiros.

O estudo também identificou que os celulares são os preferidos dos internautas: 76% navegaram via smartphone – o dispositivo foi mais citado que os desktops, notebooks e tablets.

O percentual de 47% é mais que o triplo do registrado em 2011, quando a proporção era de 15%. O crescimento na campo dos aparelhos portáteis é visível. Enquanto o número de casas com computador de mesa manteve os 50%, os lares com notebook já chegam a 60%, ao passo que os tablets estão presentes em 33% dos domicílios.

O relatório verificou pela primeira vez a disponibilidade de redes sem fio, constatando que 66% das moradias possuem Wi-Fi. Fora disso, 84% das pessoas que usam Internet no celular afirmaram entrar na web todos os dias ou quase todos os dias. “Isso contribui para que os dispositivos sejam cada vez mais utilizados de forma individual”, analisou Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Quando se fala em acesso à Internet em todos os meios, o percentual de brasileiros com mais de 10 anos conectados chega a 55%, o que representa 94,2 milhões de pessoas. Mensageiros como WhatsApp e Facebook Messenger são usados por 83% desse total, enquanto a participação em redes sociais foi citada por 76% dos usuários.

Já serviços de streaming de vídeo, como YouTube e Netflix, são acessados por 58% dos internautas brasileiros.

Embora a pesquisa tenha verificado aumento na conectividade em todos os estratos sociais, a desigualdade no acesso à Internet se manteve. Na classe A, 98% das residências é conectada à rede, proporção que cai para 82% na classe B, 48% na classe C e 14% nas classes D e E. Além disso, as áreas urbanas possuem em média 54% de casas com Internet, enquanto as zonas rurais têm 22%.

FONTE: Techtudo.

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Maior impressora 3D do mundo constrói casas a partir de materiais orgânicos

A impressora será oficialmente apresentada amanhã



17/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Uma empresa de engenharia italiana desenvolveu a maior impressora 3D do mundo, um equipamento que mede 12 metros de altura. Chamada de Big Delta, ela foi construída pelo World's Advanced Saving Project (WASP), um projeto que tem como objetivo utilizar a tecnologia para construir casas em locais pobres, com pouca energia ou vítimas desastres, sem praticamente nenhum custo.

A Big Delta utiliza como matéria-prima o barro, a argila ou fibras naturais, materiais baratos, e funciona inspirada na vespa de oleiro, inseto que constroi seu ninho depositando camadas de lama em cima das outras.

As casas utilizam uma armação de metal de 6 metros de diâmetro. Os materiais recebem aditivos químicos, como o cimento, para garantir a rigidez.

De acordo com os desenvolvedores, a flexibilidade de formas, tamamnhos e escolhas de materiais pode ajudar o dispositivo a se popularizar.A empresa afirma que também está desenvolvendo uma maneira de incluir repelentes de insetos nas paredes impressas.

A impressora será oficialmente apresentada na próxima sexta-feira, 18.

FONTE: Gizmag.






Assista ao segundo trailer do novo filme sobre Steve Jobs

O filme estreia em janeiro de 2016 no Brasil



17/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

"Steve Jobs", filme dirigido por Danny Boyle que conta a história do fundador e ex-presidente da Apple, ganhou um novo trailer internacional. O vídeo mostra um lado menos "monstruoso" do personagem vivido por Michael Fassbender (o Magneto de "X-Men: Primeira Classe").

O vídeo começa com o protagonista questionando a audiência: "E se o computador fosse um objeto bonito? Algo que se queira olhar e ter em casa? E se, ao invés de estar nas mãos certas, estivesse nas mãos de todos?". Em seguida, após cortes de amor e ódio ao personagem, Steve Wozniak, cofundador da Apple (vivido por Seth Rogen), diz: "Logo saberemos se você é Leonardo Da Vinci ou só pensa que é".

O filme estreia em janeiro de 2016 no Brasil. Assista ao trailer legendado abaixo:



FONTE: OLHAR DIGITAL.






Brasil tem uma das 10 piores banda largas do mundo, diz pesquisa

País ocupa a 21ª posição de um ranking com 30 países



16/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Eis que estamos diante do resultado de mais uma pesquisa analisando o uso da banda larga fixa ao redor do globo – e, como alguns já imaginam, o Brasil aparece na lista, mas bem longe de uma posição confortável ou de destaque, uma vez que ocupa a 21ª posição de um ranking com 30 países.

O estudo em questão foi divulgado pela empresa de consultoria britânica Ovum, e revela que o ideal seria que todos os usuários de internet tivessem uma conexão de, no mínimo, 10 Mbps para satisfazer as expectativas de navegação. Outros dois aspectos também foram levados em conta para garantir que a experiência do usuário seja considerada boa: redes estáveis e confiáveis que sejam capazes de entregar o conteúdo desejado em até três segundos e um serviço de atendimento que resolva a maioria dos problemas já no primeiro contato.

Para dar uma ideia de como cada país se saiu, a equipe da Ovum criou um placar baseado na experiência de banda larga satisfatória que leva em conta aspectos objetivos e subjetivos de conectividade apontados por usuários de 30 países diferentes. A Suécia ficou no topo da lista (com um resultado de 88%), enquanto o Brasil ocupou a 21ª posição (com 50%). O pior país é o Egito, com 30% de satisfação.

“Desde o lançamento dos serviços de banda larga, sempre houve uma discussão sobre a definição de banda larga e qual é a velocidade ideal [para o usuário]. Em 2015, a resposta é ‘pelo menos 10 Mbps’ se você quiser ter uma boa experiência [de navegação], mas um número significativo de lares, mesmo em países desenvolvidos, ficou bem abaixo dessa marca”, explicou Michael Philpott, um dos responsáveis pelo estudo.

FONTE: Tecmundo .






Quantas linhas de programação são necessárias para formar o Google?



16/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Se você tem alguma noção de realidade, sabe que o Google é gigante, o que talvez não fique tão óbvio quando você digita “www.google.com” e é presenteado com uma tela branca com um campo de busca. Parece simples? Não é. Segundo a gerente de engenharia Rachel Potvin, todos os serviços oferecidos pela empresa totalizam aproximadamente 2 bilhões de linhas de programação.

Para comparação, é estimado que o Windows, um dos softwares mais complexos da atualidade, com mais de 30 anos de existência, tenha 50 milhões de linhas de código. Ou seja: o Google representa 40 vezes o Windows.

A comparação pode parecer um pouco estranha, porque se trata de um único produto da Microsoft contra todos os outros do Google, mas é mais justa do que parece. Isso porque todas estas linhas de código, envolvendo o buscador, o Maps, o Google Docs, o Google+, o Gmail, o YouTube e todo e qualquer outro serviço da empresa está em APENAS UM REPOSITÓRIO, disponível para todos os 25 mil engenheiros de software da empresa.

“Apesar de não poder provar, eu acredito que este é o maior repositório único em uso no mundo”, considera Rachel Potvin. É um caso extremo, mas mostra um pouco da atual situação dos serviços online, e como os softwares ficaram mais complexos.

Ela explica que o gerenciamento de um código tão grande acessado por tanta gente ao mesmo tempo é complexo, mas funciona. Para isso, a empresa construiu seu próprio sistema de controle de versão chamado Piper, espalhado por dez data centers do Google.

Potvin explica que as 2 bilhões de linha não ficam em único sistema disponível para todos os engenheiros. Na verdade, o sistema dá aos funcionários uma liberdade para usar e combinar código entre vários projetos. E, quando eles fazem alguma modificação, mesmo que pequena, pode ser implantada rapidamente por todos os serviços da empresa.

FONTE: OLHAR DIGITAL.






Facebook vai realmente ganhar botão 'Não Curti'

Qual a sua opinião sobre o "Não curti" no Facebook?



15/09/2015
(Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

Já faz algum tempo que os usuários do Facebook deixam claro o quanto seria legal possuir um botão de “Não curtir” ao lado do famoso “Joinha” que faz parte da rede social. Mas, como você deve ter percebido, até agora não existe ferramenta alguma que seja parecida com isso. A boa notícia estamos realmente próximos de ver uma mudança nessa história. Pois é, o Facebook vai mesmo ganhar um novo botão.

Durante uma entrevista para o CNBC, Mark Zuckerberg (fundador e CEO do Facebook) revelou que a equipe de desenvolvimento está bem próxima de colocar o novo recurso para ser testado publicamente. Ou seja: é bem provável que testes internos já estejam sendo realizados pelos desenvolvedores e outros membros da equipe da rede social.

Desde o ano passado, a empresa vem reafirmando que o principal obstáculo do “Não curtir” está em como fazer com que esse botão expresse algo positivo para os usuários, não sendo um atalho para negativar os contatos. Anteriormente, Zuckerberg disse que o Facebook só iria colocar a ferramenta em funcionamento quando perceber que ela pode ser usada como algo que reforce positivamente as postagens.

Um bom exemplo seriam links com histórias tristes, que geram o impasse psicológico nos leitores: “Curti o link, mas não a história”, por exemplo. Com o novo botão seria possível mostrar que a história é ruim, mas a pessoa gostou de ter visto. Nas palavras do próprio CEO, este novo recurso “deve ser usado para mostrar empatia”, não apenas para mostrar negatividade.

FONTE(S)CNBC






WhatsApp tem 900 milhões de usuários e somente 50 funcionários; entenda como

Aplicativo atingiu a marca de 900 milhões de usuários ativos



15/09/2015
(Foto: Divulgação) (Foto: Divulgação)

No início de setembro, o WhatsApp atingiu a marca de 900 milhões de usuários ativos, um aumento de 100 milhões de pessoas em apenas 5 meses. Com números impressionantes e uma boa expectativa de crescimento para os próximos anos, o aplicativo chama bastante atenção pelo número de engenheiros responsáveis por seu funcionamento: 50.

Mas como é possível manter uma estrutura imensa com poucos profissionais? De acordo com o engenheiro de software da companhia, Jamshid Mahdavi, o segredo é dividido em três estratégias. Saiba quais são elas:

1. Linguagem minimalista
O WhatsApp usa a linguagem de programação Erlang e um sistema chamado FreeBSD. Os dois funcionam de maneira bastante simples e rápida. "É uma maneira completamente diferente de construir uma infraestrutura em grande escala. Foi uma surpresa muito grande ver a abordagem minimalista, que apenas solucionava os problemas que precisavam ser resolvidos", explica Mahdavi.

Outra vantagem da Erlang é a possibilidade de implantar atualizações no código enquanto ele está sendo executado, o que significa que não é preciso tirar o app do ar durante atualizações. Além do WhatsApp, aplicativos como o WeChat e o Whisper utilizam a linguagem.

2. Profissionais adaptáveis
Apesar de simples e rápida, a linguagem tem suas desvantagens. Poucos programadores sabem Erlang e, mesmo que tenham o conhecimento, é difícil saber unir as noções com o que é feito hoje em dia. O Facebook, por exemplo, desenvolveu o Messenger baseado na linguagem, mas teve que refazê-lo para incorporá-lo à estrutura da rede social à medida que ela crescia.

O WhatsApp, no entanto, não está preocupado com isso. "Nossa estratégia de recrutamento é encontrar os melhores e mais brilhantes engenheiros. Nós não contratamos alguém especificamente por saber Erlang. Depois de contratada, a pessoa passa uma semana se familiarizando com a língua e aprendendo a aplicá-la ao trabalho. Se contratarmos pessoas inteligentes, elas serão capazes de fazer isso", conta Mahdavi.

3. Sem reuniões
Quando questionado sobre o segredo da empresa, o engenheiro de software responde que quase nunca há reuniões. "A lição número um é ser focado no que você precisa fazer. Não nos distraímos com outras atividades, tecnologias e até mesmo atividades do escritório, como reuniões".

FONTE: Via Wired






II Simpósio de Tecnologia reuniu professores, pesquisadores e alunos para troca de experiências em Piripiri

Segundo o professor Maurício Rocha, o II SIMTEC teve 40% mais inscritos que o primeiro evento.



14/09/2015
Palestra com o professor Dr. Roberto Inoue da UFSCar Palestra com o professor Dr. Roberto Inoue da UFSCar

Discutindo as principais atualidades da área de Ciências da Computação, o II Simpósio de Tecnologia de Piripiri (SIMTEC) aconteceu entre os dias 09 e 11 de setembro. Organizado pela coordenação do curso da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Prof. Antônio Giovanne Alves de Sousa em Piripiri, o SIMTEC buscou proporcionar um espaço de discussão através de palestras e minicursos. O SIMTEC reuniu alunos, professores e pesquisadores de Piripiri e região.

Para o professor Maurício Rocha, coordenador do evento, as temáticas debatidas são de total relevância no cenário tecnológico atual. Entre os temas abordados no SIMTEC estavam: tendências de robótica móvel, Smart Grids (rede elétrica inteligente) e desenvolvimento de aplicações em nuvem, entre outros.

O SIMTEC teve a participação de palestrantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e além da UESPI. Os professores Ricardo Fernandes e Roberto Inoue da UFSCar ressaltaram a grande participação dos alunos, bem como o interesse dos mesmos nas palestras e minicursos que aconteceram durante os dias de evento.

Segundo o professor Maurício Rocha, o II SIMTEC teve 40% mais inscritos que o primeiro evento. A expectativa é que o número cresça ainda mais no próximo ano. O evento teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI).

Fonte: Assessoria de Comunicação - UESPI






Pré-venda de iPhones pode superar os 10 milhões

Pré-venda de iPhones pode superar os 10 milhões no 1º fim de semana

Os iPhones 6S e 6S Plus chegam às lojas dos Estados Unidos em 25 de setembro



14/09/2015
Tim Cook atual CEO da Apple Tim Cook atual CEO da Apple

Os novos iPhones podem bater os recordes de vendas no primeiro fim de semana dos modelos lançados no ano passado. De acordo com a própria Apple, se o ritmo de encomendas continuar, os smartphones podem bater as 10 milhões de unidades antes mesmo de serem disponibilizados nas lojas.

A notícia é boa para a empresa e responde a uma das principais preocupações de investidores, que se questionavam se seria possível superar os números de vendas.

Em entrevista à agência Bloomberg, a Apple classificou as vendas globais do iPhone 6S Plus como 'excepcionalmente fortes'. " A resposta dos clientes para o iPhone 6s e iPhone 6s Plus tem sido extremamente positiva e as pré-vendas deste fim de semana foram bem fortes no mundo todo. Estamos a caminho de bater o recorde de 10 milhões de unidades vendidas no primeiro fim de semana do ano passado", afirmou a companhia.

Os iPhones 6S e 6S Plus chegam às lojas dos Estados Unidos em 25 de setembro por US$ 650 e US$ 950, nas versões sem contrato de operadoras. Ainda não há previsão para o lançamento dos smartphones no Brasil.


FONTE: BusinessInsider





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