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Vereadora Jôve Oliveira faz visita a casas abandonadas de residenciais. Cadastro não era levado a sério

Parque Recreio, inaugurado mês passado meses, mostra realidade diferente dos demais

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A vereadora Jove Oliveira, visitou na manhã de quarta feira (23), os conjuntos Petecas I, II, III e IV, além do Residencial José Amâncio, a convite dos moradores, para vê de perto as condições de algumas casas que estão abandonadas há muito tempo. A parlamentar lamentou a situação que se encontram estas moradias que poderiam servir de lar para muitas famílias que vivem em situação precária, que não tiveram êxito nos seus cadastros e não foram contempladas com uma das casas do Programa Federal Minha Casa, Minha Vida. Jôve, lamentou o abandono das residências naquele residencial, muitas delas servindo até como motel.

"É inadimissível que famílias sofram com a falta de moradia popular e constatar que muitas casas estão nessa situação, dá uma angústia, é de cortar o coração em pensar que muitas famílias carentes poderiam está vivendo com mais dignidade, com mais conforto e tranquilidade e por uma burocracia da Caixa Econômica isso ainda não foi resolvido. Por conta da demora nota-se que o que era pra servir de amparo digno e abrigo se tornou verdadeiros locais para orgias e vandalismos", lamentou a petebista.

A parlamentar acrescentou ainda que vai encaminhar um requerimento a Superintendência de habitação da Caixa Econômica para que agilize e resolva logo este problema, e possa entregar totalmente reformada as residências hoje depredadas, para quem realmente precisa. Na ocasião, foi verificado que cerca de 70 casas estão nesta situação.

Algo que pode ser observado é que parece que o cadastro, nas edições anteriores do Minha Casa, Minha Vida, não era levado a sério por alguns que se cadastravam nem por quem deveria fiscalizar a destinação das residências. Nesta última edição do programa em Piripiri, com a formação do Parque Recreio, inaugurado mês passado, mostra-se uma realidade diferente, pois quem ganhou, está lá. Na época, a organização do programa revelou que os beneficiários tinham um mês para se mudarem. Se isso não ocorresse, outra pessoa do cadastro receberia a casa.