Reunião discute formalização dos trabalhadores da palha da carnaúba de Piripiri
O presidente do STTR,´Totonho´, diz que a intenção é dar cumprimento ao que foi determinado em convenção estadual
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O Sindicato dos (as) Trabalhadores (as) Rurais de Piripiri realizou, na tarde de terça-feira (16), no plenário da Câmara Municipal de Vereadores, uma reunião que objetivou orientar os empreiteiros, empresários, comissionados e arrendadores do ramo de extração da palha da carnaúba com relação ao cumprimento da lei e suas regulamentações conforme a convenção coletiva da palha da carnaúba, realizada em nível de estado do Piauí. Piripiri é uma das primeiras cidades a se preocupar com a nova medida e discutir o tema em busca de adequações. Representantes da Brasil Cera, FONCEPI estavam presentes.
O assessor contábil do sindicato, o contador Arimatéa Melo, apresentou as novas condições que a lei determina, simulou cálculo de gastos e orientou sobre a forma de realizar a formalização dos profissionais que atuam na área, como foiceiros, aparadores, carregadores, cevadores, cozinheiros e outros.
Segundo Arimatéa Melo, foi possível observar que há, ainda, uma resistência pelo que a lei impõe, mas alertou que o Ministério do Trabalho estará fiscalizando e quem não se enquadrar, estará sujeito às penalidades.
Ainda de acordo com Arimatéa, os trabalhadores deverão ser contratados como trabalhadores rurais, não havendo, portanto, nenhuma interferência com a aposentadoria do trabalhador na categoria de trabalhador rural.
O presidente do STTR, Antônio Soares “Totonho”, diz que a intenção é tirar os trabalhadores da informalidade e garantir os direitos. “Não podemos perder a safra deste ano. A intenção é tirar, o mais rápido possível, os trabalhadores da informalidade, conforme a lei manda. Estamos com o papel de proteger o trabalhador, mas zelar também pela lei”, disse.

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