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JESUS: A Chave Hermenêutica



08/07/2019

----Original Message-----
From: JESUS: A Chave Hermenêutica
Sent: terça-feira, 23 de setembro de 2003 17:56
To: contato@caiofabio.com
Subject: Contato do Site

Mensagem:

Rev. Caio,

Acho de extrema importância quando você fala de hermenêutica e diz que Jesus como a chave hermenêutica da Bíblia derruba qualquer regrinha ensinada nos cursos teológicos.

Gostaria, porém, que você, se não for pedir muito, comentasse de forma mais substancial como seria, na prática, a aplicação dessa Regra-Jesus.

Um abraço,

P.S. Estou estudando esta disciplina para lecionar num curso. Sua orientação muito me ajudará.

_______________________________________

Resposta:

Meu amigo querido: Graça e Paz!


"Cristo é o Mestre, as Escrituras são apenas o servo. A verdadeira prova a submeter todos os Livros é ver se eles operam a vontade de Cristo ou não. Nenhum Livro que não prega Cristo pode ser apostólico, muito embora sejam Pedro ou Paulo seu autor. E nenhum Livro que prega a Cristo pode deixar de ser apostólico, sejam seus autores Judas, Ananias, Pilatos ou Herodes" — Martinho Lutero



É mais simples que pensar. Basta olhar para Jesus. Veja como Ele tratou a vida, as pessoas, a religião, os políticos, os pobres, os ricos, os doentes, os parias, os segregados, os esquecidos, os seres proibidos, os publicanos, as meretrizes, os santarrões, e o que mais você quiser...

Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, e Nele estão TODOS os tesouros da sabedoria e do conhecimento.

O resto, meu irmão, é invenção de quem não quer lidar com Deus, consigo mesmo e com gente e prefere lidar com letras.

A Deus/Verdade não existe como Explicação, mas tão somente como Encarnação.

A Verdade Absoluta só pode ser vivida, não pensada.

Todo pensamento acerca dela decorre da experiência; ou seja: do processo de encarnação.

Assim, para enxergar a Verdade tem-se que vê-la na Única Vida na qual ela habitou cheia de Graça, e também tem-se que vivê-la.

E o Verbo se fez carne...

Por isto é que posso discernir a Verdade em Jesus, mas ainda assim só posso discernir se eu mesmo a experimentar na vida.

A Verdade que vejo em Jesus, Encarnada Nele — eu mesmo tenho que conhecer na minha própria vida/encarnação, que é o único estado de existência que eu tive até hoje.

Quando vejo Jesus, vejo a Verdade.

Quando vivo sabendo que Ele é a Verdade, mesmo que minha existência não encarne toda a Verdade que vejo em Nele, até nos meus movimentos contra ela, eu a conheço; visto que não tenho mais como não conhecê-la, mesmo que a negasse.

Foi assim com Pedro. Ele conheceu a Verdade em Jesus, e teve que experimentá-la em si mesmo. E, provavelmente, o dia no qual ele negou Jesus, tenha sido um dia, para ele, de muito mais verdade que a noite da Transfiguração.

Assim, Jesus é a chave hermenêutica para se discernir a Palavra, mas mesmo assim, eu só a conhecerei como Verdade, se eu mesmo a provar na minha carne; e isto é o que acontece quando a gente anda no Caminho; e assim é também mesmo quando a gente tropeça.

Desse modo, a Encarnação é a chave hermenêutica, mas essa chave tem que abrir antes o meu coração. E isto só acontece no encontro entre a Verdade e a Vida. Ora, tal encontro só se dá no Caminho e no caminhar...

Por fim eu lhe digo que este site é um exemplo de como se deve ler a Palavra somente a partir de Jesus, da Encarnação.

A primeira vez que expressei essa noção por escrito foi no meu livro "Seguir Jesus: o mais fascinante projeto de vida". Se puder leia. Está no site.



Nele, em Quem a Palavra está explicada em gestos, modos, atitudes, palavra e espírito,


Caio

Copacabana

Terça-feira, 23 de setembro de 2003 - 17:56


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COISAS QUE FAZEM MAL QUANDO VOCÊ FAZ O BEM



25/02/2019

As afirmações abaixo são verdadeiras.



Se você gosta de evitar fazer o mal, não leia.



Caso você deseje fazer o mal, leia.



Se você é bom, leia com atenção. Pode ser que você mude de idéia acerca de você mesmo.



Havendo dúvida, leia assim mesmo.



Havendo certeza, não perca seu tempo. Leia outra coisa.



Não havendo nada para fazer, faça o bem.



Se você não sabe o que é bom, olhe no espelho, abra a janela, beba água, ande, coma, beba, ame, e não se sinta culpado por gostar dessas banalidades. Faz bem!



Preparado? Não fique demais. Não há nada maravilhoso e nem tampouco novo sendo escrito aqui.



Leia então:





1. É mal fazer o bem para todo aquele que é mau. Ele o odiará pela maldade de seu bem.



2. É mal pensar o bem acerca de quem só concebe o mal. Ele usará você sem escrúpulos.



3. É mal desejar que o Bem aconteça a quem o inveje por você ser bom. Ele o julgará superior e o invejará com todo ódio.



4. É mal realizar o bem a quem tem complexo de inferioridade em relação a você. Ele crerá que você o está humilhando.



5. É mal não fazer nada de mal a quem só deseja o mal a você. Ele não agüentará a sua não-resposta às provocações.



6. É mal ajudar o covarde quando ele está em desvantagem. Ele pensará que você é cúmplice.



7. É mal fazer o bem aos que tudo vêem como impuro. Sua bondade será interpretada como frouxidão.



8. É mal fazer o bem aos que o adulam. Eles pensarão que sua bondade é pagamento e tentarão ampliar os negócios com sua alma.



9. É mal fazer o bem a quem não ama. Ele nunca acreditará em você.



10. É mal fazer o bem a quem cobiça. Ele desejará seu bem a serviço dos interesses dele.





Bem, já que é assim, dê uma surra de bondade no mundo!



Transgrida esses princípios sempre. Será para o seu Bem. Espero que você seja incorrigível.



Seja esse pecador. Peque esse pecado. Sofra desse mal. Você está condenado!



Graças a Deus!





Caio









Caio Fábio afirma: “Não entregue o seu dízimo para nenhuma igreja, quem disser que você está em pecado esta mentindo



27/11/2018

Caio Fabio em entrevista esclarece sobre a entrega do dízimo nas igrejas e afirma “Não aceite o texto de Malaquias [Malaquias 3:10] no qual a igreja estelionatária pegou para si.

Segundo ele, esse texto é exclusivo para Israel, “O dizimo sempre foi estabelecido para Israel para o sustendo da ordem levítica para manutenção do templo, para distribuição aos pobres”; “Hoje por estarmos no tempo da Graça e não mais na Lei, nenhuma pessoa deve levar o dizimo a nenhum templo nem lugar.” Afirma no vídeo que tem circulado a internet.

Caio Fábio ainda afirma que “qualquer igreja que diz que se você não colocar o dinheiro no gasofilácio estará em pecado esta mentindo e realizando uma manipulação diabólica” e ele desafia a qualquer pastor provar o contrário. “coloquem a pastorada evangélica, eles não tem peito de me encarar, põe no Maracanã…Eu vou chamá-los de mentirosos um a um.”
“De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé, fôssemos justificados” – Gl 3.24
Se tivéssemos que dizimar os 10% conforme muitos falam: teríamos que guardar todos os preceitos do velho testamento, matar animais, as leis escritas em Deuteronômio, Levítico e Números , ou seja, se não temos que guardar tais coisas, não devemos obedecer ao livro de Malaquias, podemos dar mais de 10% ou menos porque o que semeia, tem que dar com alegria e não por imposição de pastores que ainda guardam um pouco da lei, sou um diácono e conforme eu leio a bíblia, mas eu entendo dessa maneira.
Eu fico pensando se for para dar o dízimo conforme a lei ou o mandamento , pois é assim que os dizimistas dizem , então porque muitos evangélicos não obedecem os dez mandamentos tipo os adventista que guardam sábado e deixam de comer certos alimentos afinal estão obedecendo as leis.Pra mim se voce vive na graça não necessita praticar as regras da lei, obrigar os cristãos gentios a dizimarem , e transgredirem em outros mandamentos da lei é hipocrisía. Os dizimistas dizem que o dízimo é antes da lei de Moisés, porem o sábado também. Imaginem se o dízimo estivesse nas tábuas da lei dos 10 mandamento, teriam argumentos para o resto da vida . Continuo a pensar que somos salvos pela graça e nela devemos andar, como gentios que conheceram as boas novas do evangelho, e não gentios judaizantes,. Pra finalizar, se lermos no livro de Malaquias , no capitulo 4 veremos que o escritor convida a observarem a lei de Moisés, e isto tenho certeza que nenhum cristão dizimista faz. Vivamos na graça que deus nos deu . e contribuamos com aquilo que segundo nossas forças é possível. Paulo diz: O que dar pouco pouco receberá, o que der muito muito receberá. Deus abençoe , na graça divina do Senhor.







ONDE AFIXO MINHAS 95 TESES?



31/10/2018

Acabo de voltar de ver o filme Lutero e estou emocionado. O filme é de muito bom gosto. Retrata Lutero de modo suficientemente humano para que aquele que nada sabe de sua vida tenha uma boa idéia de quem ele foi. Além disso, esteticamente, a produção é refinada, com uma bela fotografia, com cenários ótimos, e com reconstituição bem realista dos fatos com devem ter sido no Século XVI. É verdade que seria impossível se produzir um filme mais profundo sobre a pessoa do Reformador, e que incluísse mais de seus conflitos, angustias, rupturas e decisões de santa profanidade, todas elas necessárias quando se trata de quebrar paradigmas da morte instalados diabolicamente “em nome de Deus”. Entretanto, o que foi descrito é mais que suficiente para que se veja como foi a Reforma, do que ela pretendia libertar os seres humanos, e, também, no que nós, Reformados e Evangélicos, nos tornamos no curso dos séculos, negando a Graça de Deus e a Palavra da Vida, e voltando às práticas fetichistas, canônicas, e legalistas das quais aquele evento histórico pretendia nos libertar. A ironia de toda a história é que a Reforma Protestante acabou por, de certa forma, salvar a Igreja Católica da força obscurantista que haveria de destruí-la, caso a Reforma não lhe tivesse servido de advertência histórica quanto ao fato de que há limites para o abuso humano feito em nome de Deus. De fato, hoje, a Igreja Católica é bem menos obscurantista que a Igreja Evangélica, isto é se não tomarmos em conta as poucas exceções Reformadas que não se deixaram levar pelo doutrinarismo elitista e jactante dos Protestantes, ou pelo ritualismo mecânico, ou pelo engessamento do próprio espírito da Reforma à letra da Reforma. Ora, como eu dizia, fora essas poucas exceções ainda remanescentes do que a Reforma propôs, todos os demais, tanto Protestantes Históricos quanto os Evangélicos Tradicionais ou Pentecostais, entregaram-se ao espírito Católico Medieval, e que Hoje se faz representar em sua forma mais desgraçadamente excelente pela Igreja Universal do Reino de Deus, a qual, sinceramente, é a maior corruptora contemporânea do que o Evangelho de Jesus propõe. Sim, quem quer que vá ver Lutero não deve pensar na Igreja Católica, que, em si mesma, sofre o seqüestro histórico que as suas próprias leis e cânones paralizantes e moralistas criaram para ela própria. Não, ao se ver Lutero, a fim de entender a sua mensagem contemporânea no nosso país e no mundo, tem-se que pensar no espírito pagão, sincretista, fetichista, e anti-graça ensinado de modo massivo pela IURD e assimilado por boa parte dos Evangélicos. Ora, quanto a isto, quero deixar claro que não digo nada pessoal contra ninguém—Deus o sabe! Todavia, seja qual for o preço a pagar pela declaração da verdade do Evangelho, digo a quem interessar que para mim já há muito não me é possível deixar de falar essas coisas, e, tanto mais quanto os dias se passam, mais claro fica para mim que esta é uma hora de grande decisão. Pelo amor de Deus! Quem tiver olhos, veja. Quem tiver ouvidos, ouça. E quem tiver coração e fé, seja bravo e corajoso, e rompa em sua própria vida todos esses grilhões do medo e da catividade que sobre nossos ombros foram postos por aqueles que da Reforma quiseram manter apenas a cisão com a Igreja Católica, vindo eles próprios a tornar-se algo muito pior e mais feio do que o que havia na Idade Média. Ora, é verdade que já não se pode matar com o descaramento daqueles dias. No entanto, o que se faz em nome de Deus é muito pior, visto que é absolutamente incompatível não só com a Palavra, mas com os tempos e suas luzes de esclarecimento. Hoje não se vende mais o céu, mas sim a Terra. As nossas indulgências já não têm a ver com a salvação, mas com a prosperidade terrena. Assim, não busque por relíquias sagradas entre nós, e nem busque por bulas papais, mas sim enxergue o sal grosso, as campanhas de prosperidade, as barganhas com Deus—e, sobretudo, veja como tudo era e continua a ser movido pela dinheiro e pelo poder. Não creio que precise dizer mais do que já disse; afinal este site é em si mesmo uma declaração diária acerca da insuportabilidade dos estado de coisas diabólicas que dominaram a consciência da “igreja”. Sim, o que digo acerca da “igreja” é minha declaração contra a bruxaria que se faz em nome de Jesus, oprimindo o povo, criando dificuldades a fim de vender salvações. Sei que os tempos são os mesmos. Todavia, sei que mais do que nunca se precisa de uma Revolução Espiritual entre nós, sob pena de que vejamos a Nova Era e todas as filosofias orientais dominarem a Terra, e isto apenas porque o Cristianismo insiste em não se converter à Graça de Deus, pois, prefere o poder que alcançou na Terra do que os tesouros do Reino de Deus. Veja Lutero e tente se enxergar. Veja Lutero e tente discernir o nosso tempo. Veja Lutero com olhos atuais, e você saberá do que estou falando. ____________________________________________________________ Entendo sua revolta, pois, eu mesmo saí da sala do cinema sentindo algo semelhante, porém, extremamente esperançoso. Não sei onde Lutero afixaria suas teses hoje em dia, mas provavelmente não fosse na porta de um templo, pelo menos não no Brasil, onde há tantos templos quanto esquinas. Creio que o melhor lugar a afixar as teses é no coração das pessoas, o maior numero delas, e, isto não depende de nós, mas passa, na maioria das vezes, pelo encontro com o anuncio do Evangelho. Portanto, tem a ver com a pregação da palavra da fé. Creio que Deus está afixando a tese única, que é a verdade do Evangelho de Jesus, a qual está sendo afixada em muitos corações. Transforme sua indignação e revolta em amor e graça, e, então, você verá que as pessoas começarão a lhe dar ouvidos. Veja com que energia você prega. Tente enxergar sua alma. Busque discernir como é que seu ser se exprime. E veja se sua mensagem silenciosa e energética não é mais forte do que a mensagem que você prega. As pessoas também sentem e ouvem nosso ser, nossa energia. No entanto, se está tudo bem, e nem assim ouvem você, de duas, uma: ou eles não querem nada com nada mesmo (e isso não é problema seu); ou você não se comunica direito (e não há problema nisto; pois, eu falo, mas não canto). No primeiro caso, não insista. No segundo caso, insista menos ainda em ser um pregador de mensagens regulares e públicas. Pode ser que seu dom não seja ficar lá na frente falando alguma coisa de Deus para as pessoas. Pode ser que Ele tenha dado a você outras formas de comunicar a Palavra. Em qualquer caso, nada é um problema para você. Há um goleiro por aí que é bom no gol e ótimo batendo faltas (faz gols!), mas diz que apesar de chutar muito bem jamais jogaria “na linha”, porque não sente que tem habilidade para jogar fora do gol. Ninguém tem que ser tudo ou fazer tudo! Portanto, separe uma coisa da outra, sua tristeza com a “igreja” de sua tristeza com a falta de ouvidos que lhe dão. Sua visão do estado falimentar da “igreja” é claro e verdadeiro. Mas sua visão acerca de você mesmo como pregador pode estar equivocada. Portanto, veja se você é dos que prega sem ser na hora da pregação; ou se você tem dons para pregar também na hora da pregação que acontece como fala pública. Quanto ao mais, continue firme na esperança de que a Tese Única seja afixada nos corações de milhões. E a Tese Única é a seguinte: Deus é amor, e amou o mundo que criou desde antes de o haver criado, posto que o Cordeiro Eterno foi imolado antes que houvesse mundo. Assim, Cristo salvou o mundo. Quem já sabe isto, que goze a paz que daí advém, e anuncie o Evangelho a todo homem que ainda não sabe. Pois tudo está feito! O mais..., Deus mesmo afixa onde bem deseja, como sempre fez. Ânimo e alegria. O dia da visitação está às portas. Receba todo meu carinho e orações. Nele, que sabe onde escreverá com fogo a Sua própria Palavra, Caio







A INVERSÃO DE VALORES NA IGREJA CRISTÃ



14/10/2018

Por Vinicius Moura

É uma tremenda contradição a forma como os supermercados tratam seus clientes quando eles(as) chegam nos caixas para pagar. As pessoas que compraram menos têm filas rápidas e são liberadas logo, já aqueles que compraram bastante ficam muito tempo esperando. Ora, pelo que sei, a regra do comércio manda que quem compra muito deveria ter tratamento preferencial. Por que os supermercados usam uma lógica contrária ao bom senso?

E acabamos nos acostumando com essa inversão de valores – por exemplo, já questionei dezenas de caixas de supermercados sobre isso e todos(as) sempre me olham com cara espantada, pois nunca tinham pensado nessa questão.

O pior é que a igreja cristã também vem sendo contaminada por uma inversão de valores importante. Vejamos alguns exemplos:

O culto é para quem?

É comum, ao saírem de um culto, as pessoas comentarem o que vivenciarem. E é interessante observar que os comentários sempre versam sobre se a cerimônia realizada estava ou não de acordo com o gosto ou as necessidades dos(as) participantes.

Ora, o culto é, antes de tudo, uma cerimônia de adoração e louvor a Deus. Logo, por que as pessoas nunca perguntam ao final do culto se Deus se agradou do que foi feito ali?

A inversão de valores está no fato que o culto passou a ser dirigido para as pessoas, abandonando o foco maior em Deus. As igrejas pensam ser preciso entreter as pessoas para garantir sua frequência e usam todo tipo de recurso para poder competir com as fontes de lazer, como a Internet, a televisão, os shows, etc.

E as consequências desse erro são enormes: pastores deixam de abordar nas suas pregações temas impopulares como “pecado” e “inferno”, há cultos que viram verdadeiros shows, cheios de efeitos visuais, e as “estrelas” do culto passam a ser os pregadores e o pessoal do louvor.

Quem deve influenciar quem?

Existe uma permanente tensão entre a igreja cristã e a sociedade secular, disputando quem deve influenciar quem.

Não há dúvida que a igreja precisa sofrer alguma influência da sociedade. Por exemplo, quando eu era pequeno, as igrejas passaram a aceitar guitarras e baterias no louvor, para tornar a música mais adequada ao gosto dos jovens. E não vejo qualquer problema com isso.

Mas a igreja cristã não pode mudar a ponto de desvirtuar o testemunho que precisa dar para o mundo. Mudar apenas para não ter uma imagem antipática é uma inversão muito perigosa de valor. E vemos tal tipo de coisa acontecendo nas discussões de temas polêmicos como aborto, limites da honestidade, etc. A igreja acaba por flexibilizar suas posições apenas para “ficar bem na fita”.

Jesus nos disse que deveríamos ser o “sal da terra”, ou seja precisamos transmitir “sabor” ao que está em torno. E isso somente acontecerá se lutarmos para que os ensinamentos cristãos modifiquem o comportamento da sociedade.

E muitos cristãos(ãs) fizeram exatamente isso ao longo da história. Por exemplo, Wilberforce levou a Inglaterra a abolir a escravidão, lutando contra forças econômicas muito poderosas; Madre Teresa de Calcutá influenciou mudanças nos direitos civis na Índia, enfrentando costumes milenares; e Wesley minimizou chagas sociais, como o alcoolismo e o abandono das crianças, contra a vontade do capitalismo selvagem da Inglaterra.

Quando a igreja permite que seu discurso seja adequado às necessidades da sociedade, é essa última que sai ganhando, pois passa a ditar a agenda. E nunca podemos nos esquecer que a sociedade tem muito mais recursos e sabe bem melhor como agradar as pessoas.

Quem está a serviço de quem?

Algumas igrejas defendem a tese de que temos direitos perante Deus, por causa das promessas que Ele teria nos feito. E basta ter fé e reivindicar para se apossar desses direitos. E tome de prosperidade para todos, saúde garantida sem precisar tomar remédios, etc.

Esses direitos, do qual podemos nos apossar, acabam fazendo de Deus um servo nosso – reivindicamos e Ele atende. Mas, somos nós que precisamos ser servos fiéis d´Ele. Trata-se de uma perigosa inversão de valores.

Conclusão

Inversões, como as que comentei acima, e outras mais estão debilitando a igreja cristã. É isso que está
acontecendo com as igrejas protestantes ditas liberais nos Estados Unidos, várias delas hoje reduzidas à uma fração, em número de membros, do que já foram.

Posturas “politicamente corretas”, “práticas de marketing modernas”, “administração focada em objetivos” e outras coisas desse tipo acabaram virando armadilhas para o cristianismo. Inverteram nossos valores. E geram prejuízos para o testemunho cristão, que é a razão de existir do cristianismo.

A igreja cristã somente executa seu papel quando incomoda, denuncia, enfrenta o que está errado, enfim quando mostra que existe um caminho diferente ao da sociedade. Quando não faz isso, a igreja torna-se irrelevante, ou como disse Jesus, torna-se sal insípido, que serve apenas para ser jogado fora.

Com carinho

T







Culto à personalidade



03/10/2018

Por Camila Betoni
Mestrado em Sociologia Política (UFSC, 2014)
Graduação em Ciências Sociais (UFSC, 2011)



A expressão “culto à personalidade” foi usado pela primeira vez em 1956 por Nikita Khrushchov durante o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética. Khrushchov tomou o posto de secretário-geral deste partido após a morte de Joseph Stalin, assumindo a liderança da URSS até 1964 e promovendo as reformas que começariam a desmontar a estrutura rígida de centralização política e econômicas do Estado totalitário stalinista. Após o pronunciamento de Khrushchov, o termo passou a ser usado para referir-se a estratégia política – comum a regimes autoritários – de exacerbada exaltação dos líderes de Estado, especialmente os ditadores.

O conceito de culto à personalidade se remete a uma forma de propaganda que eleva a figura de de líderes político a dimensões quase religiosas. Os discursos desse tipo de propaganda procura promover de forma exagerada os méritos e qualidades dos líderes em questão, ocultando sempre quaisquer críticas ou defeitos que possam fazer parte de sua personalidade e história. O culto à personalidade parte da concepção equivocada de que a história não é feita pela sociedade em si, mas unicamente pelas ações de grandes figuras capazes de manifestar a vontade geral. Essa concepção não é um erro acidental, mas uma forma estratégica de legitimar a dominação exercida pelo líder, pré-justificando suas ações e criando uma atmosfera de adoração e medo.

Sobretudo durante o século XX, o uso do culto à personalidade como estratégia de poder pode ser observada em diferentes partes do mundo. A exaltação das figuras de Joseph Stalin e Adolf Hitler – ambos líderes de regimes totalitários – foi marcante durante o tempo em que ocuparam o poder. A cada um deles, correspondia uma estética única de propaganda política responsável por representar e difundir suas ideologias e programas de Estado. Benito Mussolini, na Itália e Mao Tsé-Tung, na China, também são exemplos de líderes carismáticos que adotaram – com considerável sucesso – a estratégia do culto à personalidade.

Do ponto de vista material, o culto à personalidade se expressa de diversas formas. Na China, por exemplo, até hoje encontramos painéis gigantes retratando o rosto de Mao Tsé-Tung em locais públicos estratégicos. Na Espanha, a figura do ditador Francisco Franco era exaltada através da repetição de cantos, hinos e poesias que falavam sobre suas supostas virtudes e feitos históricos em defesa do povo espanhol. Na Alemanha nazista o culto à personalidade de Hitler se expressava também através de gestos, rituais e comprimentos que hoje são conhecidos por todos nós – como o braço estendido e a saudação Heil Hitler!. Os últimos anos do stalinismo foram marcados por projetos megalomaníacos de construção de monumentos e estátuas gigantescas por todo o território de influência soviética – hoje pontos de visita que atraem turistas interessados na história da Guerra Fria. Em todos estes casos, os meios de comunicação auxiliam na construção dessas narrativas extremamente tendenciosas, traçando um perfil heroico desses sujeitos.


Usualmente, a queda de regimes ditatoriais que fazem uso do culto à personalidade é marcada por cenas históricas de depredação e queima desses símbolos. Um desses episódios, que pudemos assistir poucos anos atrás, foi a derrubada das estátuas de Saddam Hussein no Iraque. Hoje, a Coréia do Norte é talvez o país onde se encontra mais presente o culto à personalidade do chefe de Estado, Kim Jong-un. Ainda que mais relevante em regimes ditatoriais, o culto à personalidade também está presente em regimes democráticos, ficando evidente no tratamento que a mídia dá a algumas figuras durantes cenários políticos em que as disputas por poder se acirrar.

Bibliografia:
ROSENTAL, M e LUDIN, P. Diccionario Filosófico, Montevideo: Ediciones Pueblos Unidos, 1965

Arquivado em: Política







Política e religião: Os limites da tolerância



25/09/2018

Sempre ouvimos dizer que o Estado é laico, no entanto não estamos acostumados a refletir sobre o que isso significa. Há quem diga que a laicidade do Estado significa que toda lei e toda política pública deve assumir uma posição ateísta. No entanto, se lermos o preâmbulo da nossa Constituição Federal de 1988 veremos que nosso principal documento político foi “promulgado sob a proteção de Deus”! Diante do texto do preâmbulo da nossa Constituição, precisamos nos perguntar que Deus é esse que nos protegeu quando da promulgação da nossa Carta Política.

Quero começar minha reflexão sugerindo desde já que esse Deus que aparece no preâmbulo da nossa Constituição é a referência de todas as religiões e crenças. Esta afirmação exige dois esclarecimentos iniciais: 1- os ateístas permanecem prestigiados pela Carta Política de 1988, pois a referência a Deus no preâmbulo da Constituição não exclui ninguém; muito pelo contrário, apenas reconhece as origens religiosas dos diversos grupos culturalmente diferenciados que integram a nossa comunhão nacional; 2- quando falo em religiões e “crenças”, me refiro tanto às religiões que acreditam que Deus é semelhante aos seres humanos, como às religiões que acreditam que Deus é semelhante aos animais ou ainda às crenças que entendem Deus como um foco de energia. Enfim, esse Deus constante no texto constitucional não é excludente.
Por fim, importante esclarecer que a omissão em relação a qualquer tema é uma posição inescusável de qualquer cadidato. Nenhum candidato à Presidência da República, por exemplo, pode deixar de se posicionar em relação a algum tema. Lançar mão do plebiscito, por exemplo, como trunfo para a solução de alguma disputa de natureza política que pode “queimar” um candidato com o seu grupinho” é não reconhecer que o povo brasileiro está subordinado a uma mídia barbarizadora.

Um candidato realmente republicano e democrático é aquele que assume as lutas das minorias e, assim, se compromete com a construção de espaços realmente públicos onde as ideias de todos possam circular livremente considerando a concepção de tolerância apresentada por Forst enquanto respeito, e não apenas enquanto permissão.

Se evangélico, se ateísta, se católico, se umbandista o candidato, isso não me interessa, desde que ele não transforme a política e o seu cargo em local de culto e de pregação.

Pedro Pulzatto Peruzzo é advogado e militante de direitos humanos







“Magnificat” – O Cântico de Maria



13/05/2018


Estudando o Cântico de Isabel ou Beatitude, descobrimos que benditos, bem-aventurados ou felizes são aqueles que permitem a obra de Deus em suas vidas, que se submetem ao plano do Senhor para eles, que se oferecem para, pela fé, carregarem em si o Salvador.

Hoje nós olharemos para o Cântico de Maria ou Magnificat e, porque o seu cântico é uma belíssima expressão de sua fé e de seu amor pelo Deus da sua salvação, nós aprenderemos quatro lições sobre adoração: o conteúdo da adoração; a forma da adoração; o motivo da adoração; o objeto da adoração.

1. O conteúdo da adoração

Lendo cuidadosamente o Cântico de Maria, é possível notar um fato importantíssimo: o seu poema está encharcado de passagens bíblicas do Antigo Testamento. Além de ecos do Cântico de Ana (mãe de Samuel – 1Sm 2), cada palavra ou expressão do texto parece ser uma citação direta ou uma alusão a alguma passagem do cânon hebraico.

Ela cita pelo menos doze livros: Gênesis, Êxodo, Deuteronômio, 1 e 2 Samuel, Jó, Salmos, Isaías, Ezequiel, Miqueias, Habacuque e Zacarias. Ao todo, são cerca de 40 citações. A Palavra de Deus realmente habitava com riqueza no seu coração (Cl 3.16).

Importante ressaltar que não eram simples citações, não havia distorções teológicas ou de contexto para se provar um pretexto, nada disso. Maria, com idade entre 14 e 16 anos, já conhecia apropriadamente os textos e a teologia do Antigo Testamento. Naquele tempo, lia-se, memorizava-se, meditava-se e estudava-se as Escrituras desde a mais jovem idade.

Deve ser bíblico o conteúdo da adoração.

Quando lemos as cartas do Novo Testamento, descobrimos que a igreja primitiva utilizava-se da música com conteúdo bíblico com pelo menos três propósitos singulares: comunicar verdades teológicas (Fl 2.6-11); fixar conteúdos bíblicos (Cl 3.16); e expressar louvor e adoração (Ef 5.19). Portanto, deve ser bíblico o conteúdo da adoração.

Atente-se comigo para o testemunho de Martinho Lutero.

Sabe-se que o pai da Reforma Protestante foi um homem de música e de oração. Diz-se que ele orava regularmente duas horas todos os dias e sempre que tinha muita coisa para fazer ele dobrava para quatro horas o seu tempo em oração. Para Lutero a oração é a maior obra do crente e um elemento chave da vida cristã, por isso ele pregava exatamente aquilo que vivia, ou seja: “quem trabalha muito deve orar em dobro”.







Imperfeição: A Marca de Todos os Perfeitos



18/02/2017

Meditação sobre hebreus 10.14

Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados.

Duas coisas são bastante encorajadoras em nossa condição imperfeita como pecadores salvos.

Primeira, observe que Cristo aperfeiçoou seu povo, e esse aperfeiçoamento já está completo. “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados”. Ele o fez; e o fez para sempre. O aperfeiçoamento de seu povo está completo, para sempre. Isso significa que os crentes não pecam? Não ficam doentes? Não fazem erros matemáticos na escola? Já somos perfeitos em nosso comportamento e atitudes?

Neste versículo, há uma razão evidente que nos faz saber que essa não é a nossa situação. Qual é essa razão? É a última frase. Quais são as pessoas que foram aperfeiçoadas para sempre? Aquelas que “estão sendo” santificadas. A ação contínua do tempo presente do verbo grego é importante. Aqueles que “estão sendo santificados” ainda não estão completamente santificados no sentido de não pecarem mais. Do contrário, eles não continuariam sendo santificados.

Portanto, temos a combinação que nos deixa perplexos: aqueles que Cristo “aperfeiçoou” são aqueles que “estão sendo santificados”. Podemos também pensar nos capítulos 5 e 6 de Hebreus e recordar que esses crentes eram qualquer coisa, exceto perfeitos. Por exemplo, em Hebreus 5.11, o autor sagrado diz: “A esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir”. Podemos, então, dizer com certeza que “aperfeiçoou”, em Hebreus 10.14, não significa que somos aperfeiçoados a ponto de não pecarmos mais nesta vida.

O que isso significa? A resposta é dada nos versículos seguintes (15 a 18). O autor bíblico explica o que pretendia dizer, ao citar Jeremias referindo-se à nova aliança, ou seja, que na nova aliança, que Cristo selou com seu próprio sangue, há perdão total para todos os nossos pecados. Os versículos 17 e 18 dizem: “Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniqüidades, para sempre. Ora, onde há remissão destes, já não há oferta pelo pecado”. Portanto, ele explica a perfeição presente em termos (pelo menos) de perdão.

O povo de Cristo é aperfeiçoado agora no sentido de que Deus remove todos os nossos pecados (Hebreus 9.26), perdoa-os e nunca mais se lembra deles como base para condenação. Neste sentido, permanecemos diante dEle como pessoas perfeitas. Quando Deus olha para nós, Ele não nos imputa qualquer de nossos pecados — passado, presente ou futuro. Deus não lança mão de nossos pecados, novamente, para usá-los contra nós.

Agora observe, em segundo lugar, em favor de quem Cristo fez esta obra de aperfeiçoamento, na cruz. Hebreus 10.14 nos diz: “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados”. Você pode afirmá-lo de modo significativo nestes termos: “Cristo aperfeiçoou para sempre aqueles que estão sendo aperfeiçoados”. Ou: “Cristo santificou completamente aqueles que estão sendo santificados”. Isto é o que o autor sagrado realmente diz no versículo 10: “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas”. Assim, no versículo 10, nós fomos “santificados”. O versículo 14 diz que estamos “sendo santificados”.

Isto significa que você pode saber que mantém uma posição de perfeição aos olhos de seu Pai celestial, se está se movendo de sua imperfeição presente e se encaminhando em direção a mais e mais santidade, pela fé em sua graça futura. Permita-me dizer, novamente, que, por causa de seu encorajamento para pecadores imperfeitos como nós e de sua plena motivação à santidade, Hebreus 10.14 significa que você pode ter certeza de que permanece perfeito e completo aos olhos de seu Pai celestial, não porque você é perfeito agora, mas exatamente porque você não é perfeito agora e está sendo santificado — sendo tornado santo.

Você pode ter certeza de sua posição como pessoa perfeita diante de Deus, porque, pela fé nas promessas de Deus, você está se movendo de suas imperfeições hesitantes em direção a mais e mais santidade. Nossa imperfeição remanescente não é uma evidência de nossa desqualificação, e sim uma marca de todos aqueles que Deus “aperfeiçoou para sempre” — se estamos no processo de sermos transformados (2 Coríntios 3.18).

Anime-se. Fixe seus olhos naquela obra de aperfeiçoamento que Cristo fez para sempre. E resista a todo pecado conhecido.








Número de evangélicos no Piauí cresce 61% em dez anos, aponta IBGE



28/01/2017


Mais de 2.6 milhões de piauienses declararam ser católicos. Foi o que apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em estudo divulgado nesta sexta-feira, dia 29. São números que colocam o Piauí com o maior percentual de católicos do país: 81.5% da população.

Segundo o IBGE, o número de católicos foi de 123,3 milhões em 2010, cerca de 64,6% da população. No levantamento feito em 2000, eles eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros. A queda foi de 1,3%.

O número de evangélicos no Piauí aumentou 61,6% nos últimos dez anos. Em 2000, 6% dos piauienses declararam ser evangélicos. No Censo 2010, o percentual chegou a 9.7%, o que representa 302.982 piauienses.

No Brasil, os evangélicos passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros.

O Nordeste ainda mantém o maior percentual de católicos, com 72,2% em 2010. Apesar de ser a região do país com maior concentração do grupo religioso, a população nordestina católica sofreu queda. Em 2000, o percentual era de 79,9%. No Sul, o IBGE também identificou redução do percentual de católicos, saindo de 77,4% para 70,1% nos censos de 2000 e de 2010, respectivamente.

O IBGE registrou que 15 milhões de pessoas se declararam sem religião no Censo de 2010, o que representa 8% dos brasileiros. Em 2000 eram 12,5 milhões, o equivalente a 7,3% da população. No Piauí, são 106.722 - o equivalente a 3.29% da população.
Fonte: Flash de Virgiane Passos
Por: Josiel Martins






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