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Clodoaldo Malaquias - 999546587 malaquias1974@gmail.com

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O MEDO ATRAI TUDO O QUE SE TEME!



20/06/2017

O MEDO ATRAI TUDO O QUE SE TEME!

Eu tenho medo de tudo o que seja mais forte do eu e tenha poder de me ferir.

Portanto, não entro em jaula de leão, não abraço cão que eu não conheça, não monto em cavalo brabo, não pulo no Rio Amazonas, não mergulho em Igapó, não entro no mar quando ele está ressacado; não procuro caminho ruim se levo minha mulher ou filhos comigo; vigio a minha casa, fechando as portas; não brinco com bicho venenoso, não fico à toa com metal na mão quando chove e há raios; não escolho o caminho da turba...

Entretanto, se o leão, o cão, o cavalo, a cobra, o assaltante, o ladrão me atacarem, eu viro bicho; viro leão, viro cão, viro a besta do cavalo brabo.

E perco o medo!

Papai me dizia desde menino:

“Fuja de tudo o que você puder fugir como mal, mas se não der mais, então, coma a onça, engula a cobra, devore o bicho..., pois, será a sua única alternativa; mas lembre: de um certo ponto em diante, nunca corra, nunca vire as costas... — afinal, a hora será de enfrentamento...”

Isto é com o mundo natural...

Mas e o perverso?...

Ora, suporto o perverso e não brigo com ele.

Mas um perverso tentando seqüestrar a minha família terá de matar.

Sim; pois, todo o temor que me faz evitar tudo o que seja realmente perigoso, some quando o perigo se me torna uma ameaça real...

E, aí, então, o bicho sou eu...; posto que pela agressão à vida o meu medo desapareça.

Por outro lado, se temo os poderes da natureza ou do ódio humano até que seja impossível retornar em razão da realidade do ataque, por outro lado, as demais coisas não me assustam nem antes, nem durante e nem depois.

Não tenho medo da morte, nem do diabo, nem dos demônios, nem de anjos, nem de criaturas com poderes espirituais, nem de Óvnis, nem de Ets, nem de coisas espantosas, nem do fim do mundo, nem de nada...

Assim, tenho medos racionais e que devem ser parte de meu sentido sadio de auto-preservação.

Mas esses outros poderes..., acerca dos quais Jesus me deu a garantia de que, estando eu Nele, tais poderes rosnem para mim, mas já não me mordam — não me assustam; pois, são cães que ladram mas já não mordem...

Temo a maldade dos homens, pois, eles são maus e podem fazer mal.

Mas a maldade do diabo está limitada pela fé que a pessoa tenha em Jesus.

Assim, não tema a morte, pois ela não mata e já morreu.

Não tema o diabo, pois, ele está amarrado quanto a fazer mal à sua vida, se você crer.

Não tema nada que não seja deste mundo, pois, o outro mundo obedece ao poder de seu espírito em Cristo; e, neste mundo, a maldade natural, por seu turno, tem a permissão/poder/dimensional de nos fazer o mal físico, se for o caso.

De mesmo modo, não tema o futuro, nem as coisas espantosas, nem as dores por vir, nem as tribulações, nem a Besta, nem a Babilônia, nem a Grande Prostituta, nem o Dragão, nem a morte e nem o inferno — pois, na Cruz, já estão despojados e com seu destino garantido: o Lago de fogo.

Jesus queria que Seus discípulos não temessem nada.

“Não temais; ó pequenino rebanho, pois, meu Pai agradou-se de dar-vos o Seu reino!”

Medo exala... Vibra... Conta de si mesmo sem palavras... Convida o atacante... Estimula-o... Faz o mal sentir que a pessoa o quer por medo...

Por isto, não tema nada. O medo apenas realiza o temor.

O que recomendo, então? Macheza?

Ah, não! Jamais!

Macheza não adianta contra o medo essencial.

O que recomendo é a única coisa que pode vencer o medo em nós, que é a Confiança que decorre da certeza do amor de Deus por nós, conforme Paulo garante em Romanos Oito.

Ande com medo e os passarinhos, os gatos, os cães, as cobras, os ratos, as baratas, os insetos, os grandes animais e os pequenos, os homens maus, os oportunistas, os golpistas, os estelionatários, e os sedutores... — saberão disso; e, por tal razão, atacarão você.

O medroso sempre é atacado!...

Viva com medo e tudo assombrará e até atacará você.

Ande sem medo e apenas lhe atacará aquilo que em atacando não o assustará; pois, até os cães sabem a quem atacar.

Uma alma com medo é um Outdoor de convite a ser agredida, abusada, usada, e, depois, descartada.

Confie. Ande sem medo.

O Verdadeiro amor de Deus em nós, em se aperfeiçoando, nos livra de todo medo, e reduz os ataques ao apenas inevitável.

O que tira o medo do coração é crer que nem morte, nem vida, nem coisas do presente ou do porvir, e nem qualquer criatura, desta ou de qualquer dimensão, não terão o poder de vencer você; posto que em Jesus você não apenas esteja garantido, mas, também, já seja mais do que vencedor.

Pânico é o mal desta era...

É a doença do medo em estado de desamparo...

Cuide para que sua alma não se torne um berço fofo para a instalação do pânico.

Crescendo sem pai, sem mãe, sem avô e avó, sem amparo, sem amor, sem cuidado, sem Deus e sem fé, hoje, até as crianças já sentem pânico, desde a idade mais tenra.

Portanto, seja você uma ilha de Confiança para você mesmo e para os que estejam ao seu redor. Não porque você seja o “chão” dessa “ilha”, mas porque nela você pise no chão da Rocha Eterna.

Chegará a hora em que o maior bem de um homem será a sua confiança; pois, por ela, andará entre serpentes abrasadoras sem temer o mal.

Este é o meu salmo 91 para você nesta manhã de 7 de abril de 2009.

Nele, em Quem minha alma vive confiante,

Caio

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Napoleon Hill,as 16 leis do sucesso.



18/06/2077

Napoleon Hill nasceu em 26 de outubro de 1883 no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos em uma família pobre e morreu no ano 1970. Quando tinha 10 anos de idade sua mãe morreu e, em seguida, se tornou um filho rebelde.

Aos treze anos escreveu um pequeno jornal chamado “Mountain Reporter”. Ele começou a estudar Direito, mas teve que sair devido a problemas financeiros.

Em 1908, por causa de suas reportagens para o jornal, Napoleon Hill teve a oportunidade de entrevistar o industrial Andrew Carnegie, que não só era o homem mais rico do mundo na época, mas o segundo homem mais rico que a humanidade já conheceu, depois de John D. Rockefeller. [carece de fontes]

Andrew Carnegie, na ocasião com 73 anos, viu um brilho diferente nos olhos de Napoleon Hill e decidiu revelar ao jovem repórter a sua crença de que seria possível, por meio de extenso trabalho de pesquisa, identificar em homens de triunfo características que poderiam ser desenvolvidas nas pessoas. Era a ciência pela qual tinha prosperado e se tornado um homem tão importante, uma espécie de fórmula para o sucesso. Uma seleção de virtudes, que se combinadas em uma personalidade garantiriam o completo êxito de tal indivíduo. Disse que era necessário identificar as características dos homens e mulheres de sucesso e que poderiam ser implementadas pelo homem comum, contanto que houvesse um método.
No começo do século XX, um dos empresários mais bem-sucedidos dos Estados Unidos, Andrew Carnegie, decidiu que queria saber quais eram os denominadores comuns entre todos os grandes homens de sucesso da época.
Para isso, contratou um jovem chamado Napoleon Hill e deu a ele a tarefa de estudar – durante 20 anos – sobre as 6 mil pessoas mais ricas e poderosas do mundo e descobrir o que elas tinham em comum. Hill não só as estudou como também entrevistou pessoalmente centenas delas, incluindo nomes como Thomas Edson, Graham Bell, George Eastman, Henry Ford, John Rockfeller, Theodore Roosevelt e Woodrow Wilson.
1. Associação com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento
A primeira lei revela que todos os grandes homens tiveram que se associar a outras pessoas para conseguir realizar os seus objetivos. Uma vez que todos compreenderam a interdependência, buscaram principalmente pessoas que seguiam uma mesma linha de pensamento. Assim, todos trabalhavam em rapport com seus sócios.
Napoleon Hill afirmava que a união de duas ou mais mentes gerava um todo que era maior do que a soma das partes, o que ele chamou de Master Mind – ou Mente Mestra. Sozinhos, nenhum deles teria conseguido o sucesso que conseguiu.
2. Objetivo principal definido
Outro ponto que ficou bastante claro durante a pesquisa foi que todas as pessoas que realizam seus sonhos tinham um objetivo principal claramente definido em suas mentes, muitas vezes ricos em detalhes.
Muita gente diz que quer mudar de vida, mas quando são perguntadas o que realmente querem, se atrapalham para dizer. Sabem que não querem continuar do jeito que estão, mas não tem um objetivo claro de onde querem chegar, do que querem realmente mudar.

O objetivo principal na vida deve ser escolhido com um grande cuidado e, depois de escolhido, deverá ser escrito e colocado num lugar onde se possa vê-lo pelo menos uma vez por dia. Isso tem por efeito psicológico impressionar o subconsciente da pessoa de tal maneira que ela aceita esse propósito como um lema, um projeto, uma “planta” que finalmente dominará as suas atividades na vida e a guiará, passo a passo, para a consecução desse objetivo. – Napoleon Hill

Sem ter um objetivo traçado, é muito complicado realizar alguma coisa. Não devemos ser 100% orientados a meats, contudo se não tivermos um lugar para onde ir, será difícil saber como chegar lá.
3. Confiança em si próprio
As pessoas de sucesso entrevistadas demonstravam grande confiança em seu potencial. Se não para resolver o problema, para saber quem chamar para resolver. A autoconfiança é essencial para quem quer empreender algo. Quem vai confiar um investimento em alguém que não demonstra segurança? Qual cliente vai comprar algo de alguém que duvida de si mesmo?
4. Economia
A quarta lei das pessoas de sucesso é o hábito da economia. Em uma tradução mais moderna, podemos dizer que educação financeira é uma das regras essenciais para quem quer obter sucesso.
Embora o dinheiro não seja a única ferramenta para medir o sucesso de uma pessoa, quando estamos falando de negócios e empresas (que era o caso da maioria dos entrevistados de Napoleon Hill), essa é sim a principal medida de sucesso.
O estudo mostrou que os entrevistados sabiam controlar suas finanças e assim tinham sempre dinheiro para investir em oportunidades e para arriscar empreendimentos que, se não dessem certo, também não os iria deixar no meio da rua.
5. Iniciativa e Liderança
Um outro ponto bastante claro na pesquisa foi o de que todos os entrevistados tinham um perfil de líder e não de seguidor. Todos tomaram a iniciativa de assumir o controle de suas próprias vidas, de empreender, de sair da mesmice e levar outros associados juntos no caminho.
Embora algumas pessoas realmente não tenham o perfil de liderança, acreditamos que isso pode ser trabalhado e melhorado. Para levar outras pessoas a trabalharem com você em uma iniciativa própria ou mesmo para convencer outros a comprarem seus serviços e produtos, é preciso demonstrar liderança.
6. Imaginação
Pensar fora da caixa. Essa é a sexta lei do triunfo identificada por Napoleon Hill entre os homens bem-sucedidos que ele entrevistou. Boa parte deles precisou muitas vezes usar a imaginação para pensar em um negócio que não existia, para criar uma solução na qual ninguém pensou antes, para criar coisas novas.
Existe uma série de técnicas para desenvolver a imaginação e a criatividade, mas o ponto principal é você forçar-se a mudar suas rotinas de ações e pensamentos e não ter receio de experimentar coisas novas.
7. Entusiasmo
Aqui chegamos a um ponto muito importante. Muita gente parece ter um desejo de mudar de vida, mas acaba não indo em frente. É como se faltasse o combustível para levar o carro adiante.
Segundo a pesquisa encomendada por Andrew Carnegie, esse combustível que move homens e mulheres rumo a grandes descobertas e empreendimentos é o entusiasmo. Grande parte dos maiores realizadores do mundo eram absolutamente apaixonados por seus objetivos principais definidos, a ponto de isso despertar neles grande entusiasmo para seguir em frente mesmo quando todas as condições pareciam adversas.

O homem geralmente triunfa com mais facilidade num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração. – Napoleon Hill

Criar entusiasmo em si mesmo – literalmente viver com paixão – é um dos desafios mais intensos e prazerosos que você pode impor a si mesmo.
8. Autocontrole
O oitavo ponto bate muito com o quinto: ter autocontrole é, na verdade, ser o líder de si mesmo. É pensar no longo prazo, avaliar as consequências de cada ação, ter a ideia exata de que tudo o que você faz ou o aproxima ou o afasta do seu objetivo principal definido.
Não ser escravo das tentações mundanas ou de estados alterados de consciência – como a embriaguez, por exemplo – é um passo essencial para quem quer estar no comando da própria vida.
9. Hábito de fazer mais do que a obrigação
Segundo Napoleon Hill, existem dois tipos de pessoas que não vão para a frente:

Aquelas que não fazem o que lhes é pedido
Aquelas que só fazem o que lhes é pedido

Se você quer se destacar em sua área de atuação, precisa criar o saudável hábito de andar a milha extra: sempre fazer mais do que lhe pedem, sempre fazer mais do que é obrigado a fazer. Do contrário, você será apenas uma pessoa mediana, igual a tantas outras.
10. Personalidade atraente
Os negócios são resultados diretos de interações humanas. Cultivar uma personalidade atraente é ser uma figura agradável, simpática, bem apresentada. Não estamos falando aqui de padrões de beleza e sim de comportamentos que o tornem uma companhia agradável para os outros.
Existem pessoas que não fazem a menor questão de serem simpáticas. Elas estão no direito delas, porém para quem quer levar sua carreira a patamares mais altos, além de competência, é preciso ser uma companhia no mínimo agradável.
11. Pensar com Exatidão
Ter foco é outra lei essencial para quem quer obter sucesso. Devemos aprender a dirigir os nossos pensamentos somente para os assuntos, fatos e informações que, de alguma forma, nos deixarão mais próximos de nosso objetivo principal definido.
A meta é passar a raciocinar dedutivamente, apenas com base em fatos comprovadamente verdadeiros, que possuam importância real e que sejam úteis de alguma maneira.
12. Concentração
Esse ponto parece ser muito mais difícil hoje em dia do que na época em que a pesquisa foi realizada. Isso porque hoje boa parte da humanidade sofre com distúrbios de déficit de atenção. As novas tecnologias e seus processos multitarefas nos oferecem tantas coisas que cada uma delas recebe apenas uma pequena fração da nossa atenção. O resultado são trabalhos mal-feitos, falta de foco, sensação de excesso de informação e um grande sentimento de frustração.
A saída aqui é treinar a própria mente para pensar com exatidão. Técnicas de meditação e o hábito de lidar com apenas uma coisa de cada vez, com foco total, são úteis para esse tipo de treinamento.
13. Cooperação
Além de se associar com pessoas com a mesma linha de pensamento, os homens de sucesso entendem que a cooperação é o melhor caminho para a realização pessoal e coletiva. Isso inclui ver os concorrentes apenas como outros players do mercado, não como inimigos. Significa ver os funcionários não como escravos, mas como pessoas que estão colaborando para tornar o seu sonho realidade.
A cooperação deve se dar em todos os níveis, pensando não somente no interesse próprio, mas também no bem-estar das pessoas com quem você se relaciona.
14. Fracasso
Como o fracasso pode ser uma das leis do sucesso? É simples: todas as pessoas que atingiram uma grande realização na vida, fracassaram algumas vezes antes. Na verdade, como diria Thomas Edson, aprenderam maneiras de “não inventar a lâmpada”.
O fracasso deve ser visto como um grande aliado. Cada vez que você falha, você descobre uma maneira de não realizar o seu objetivo. Elimina um caminho. Continue fazendo isso até você achar a trilha ideal.
Anthony Robbins em seus treinamentos pergunta: quantas vezes você deixaria o seu filho cair antes de desistir de ensiná-lo a andar? As pessoas respondem com simplicidade: ora, ele vai cair até conseguir andar. E aí está a fórmula mágica do sucesso! Não existe maneira de fracassar, apenas de aprender como não chegar lá.
15. Tolerância
Para lidar com o fracasso, com as limitações de outras pessoas e as suas próprias, com as adversidades que a vida nos impõe, é preciso ter uma boa dose de tolerância e paciência.
Você já deve ter percebido que não existe ninguém no mundo que consiga ter todas as coisas sob controle. Coisa que queremos não acontecem. Coisas que não queremos acontecem. O segredo é nos desapegar de querer controlar tudo e ter tolerância e paciência para ir acertando e errando até chegar onde queremos, seguindo sempre em frente.
A maior recomendação que alguém que está buscando uma melhoria na qualidade de vida pode receber é a de aproveitar toda a jornada, não apenas a realização da meta. O momento em que você realiza o objetivo é muito fugaz perto de todo o caminho que você tem para percorrer até ele.
Se você condicionar sua felicidade somente à realização dos objetivos, estará se condenando a uma vida triste.
16. Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo
Conhecida como A Regra de Ouro, essa lei é usada em grande parte das religiões e filosofias de vida já criadas no mundo. Se ela fosse realmente levada a sério, viveríamos um mundo bem melhor.
No momento em que você percebe que somos todos – seres vivos e meio-ambiente – uma única rede interdependente, que a ideia de eu como uma coisa distinta e independente nada mais é do que uma ilusão, aí, meu amigo, temos uma grande oportunidade de nos libertarmos de padrões limitadores. Tratar as outras pessoas como a si mesmo é um passo importante para essa compreensão.






A História do termo Pé Rapado.



14/06/2017

Na Europa setentrional do século XVIII, no auge do iluminismo uma espécie de ritual foi resgatado pelos burgueses (ritual esse que é originário dos tempos mais remotos aquém do periodo paleolítico).

O ritual consistia em uma série de provações e sacrificios oferecidos a deuses em nome de uma determinada graça conseguida.

Para o iluminismo o homem era um ser extraordinariamente especial e sua inteligência uma legitima representante da grandiosidade do universo que tem como simbolo mór a luz!

A luz sempre foi associada a coisas grandiosas, a espiritualidade e ao sublime.Os novos ricos iluministas, aqueles que enriqueceram com o desenvolvimento tecnológico e com a revolução industrial aderiram a esse ritual que consistia em passar sobre 17 metros de brasa com os pés descalsos de 2 em 2 dias durante um mês inteiro, consequentemente, após um certo tempo, o novo rico (que era visto de forma pejorativa principalmente pelos nobres tradicionais) estaria já acostumado com a brasa e criaria uma espécie de crosta na sola dos pés como uma resposta protetora do sistema imunológico(esse processo completo demoraria alguns anos ou até mesmo toda uma geração).

Daí, quando alguém se canditava a casar com uma filha de nobre, os seus pais obrigavam o candidato a passar pelo caminho de 17 metros de brasa, caso o individuo passasse sem reclamar ele já estaria (no minimo) acostumado com o ritual o que significaria que ele já detem posses a algum tempo e talvez já não seja mais a primeira geracao do novo rico e seja fruto de uma árvore genelógica (pelo menos inicialmente) nobre.

Se ele não conseguisse suportar a provação, nao teria ainda a tal crosta e seria um “novo rico” ou, como os gregos falavam “footis lisus” ou, brasileiramente, “pé liso, ou rapado”.

Ou seja um ser desprezivel sem posses e sem tradição!

Um “pé rapado”.






Santo Principe da França,Clodoaldo.



07/06/2017

Clodoaldo foi o primeiro príncipe francês a ser canonizado. Nasceu por volta do ano 530, sendo neto do rei da França convertido por sua esposa, Santa Clotilde, de onde recebeu sólida formação catequética. Quando adolescente assistiu o massacre dos seus irmãos feito por inimigos políticos do seu pai, Clodomiro, rei de Orléans. Quando adulto queria se vingar, mas a história de vida levou-o a conhecer São Severino que o indicou ao mosteiro, onde foi ordenado e tornou-se missionário. Como simbologia da sua conversão, cortou os cabelos longos, levando em consideração que este era sinal da autoridade e vírilidade que possuía vindo assim a renunciar os direitos do trono. Atuou como pregador na cidade de Nogent, próximo a Paris, as quais trazia a conversão de grandes fieis e auxiliava os demais cristãos a enfrentar os desafios dos seus cotidianos . O testemunho de São Clodoaldo está no ato de que ele mostrou ser um exemplo de vida nova,onde anulou o sentimento de vingança , e procurou rezar para que seja promovida a paz aonde quer que se encontre. São Clodoaldo morreu por volta do ano 600,






Oscar Niemeyer,o Arquiteto que construiu Brasília.



04/06/2017

Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares Filho nasceu em 15 de dezembro de 1907 no Rio de Janeiro. Estudou no Colégio Santo Antônio Maria Zaccaria.

Em 1928, com 21 anos, casou-se com Annita Baldo e com ela teve uma filha. No ano seguinte, iniciou seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro (atual UFRJ).

Concluiu o curso de Arquitetura em 1934 e logo foi trabalhar com um dos mais renomados arquitetos brasileiros: Lúcio Costa (1902-1998).

Ali conhece o arquiteto e urbanista suíço Le Corbusier (1887-1965). Em 1968 foi convidado por Lúcio Costa para participar de Feira Mundial de Nova York, nos Estados Unidos.

Em 1945 Oscar se integra ao Partido Comunista Brasileiro (PCB). Após dois anos, retorna à Nova York uma vez que foi indicado para participar do desenvolvimento do projeto da sede da ONU.

Em 1949 Oscar foi agraciado com o título de “Membro Honorário da Academia Americana de Artes e Ciências”.

Em 1954 viajou para a Europa com o intuito de participar de um projeto de reconstrução da cidade de Berlim, na Alemanha.

No mesmo ano, trabalhou na Venezuela no projeto do Museu de Arte Moderna de Caracas. Além disso ele ficou encarregado do projeto arquitetônico do Parque Ibirapuera, em São Paulo.

Um de seus projetos mais conhecidos no parque é o Auditório Ibirapuera, concebido pelo arquiteto em 1950 e inaugurado em 2005. O equipamento cultural possui 7 mil m2 de área construída e 4.870 m2 de área projetada.

Curioso notar que até 2014 era chamado somente de Auditório Ibirapuera. No entanto, para homenagear o arquiteto, o prefeito da cidade, Fernando Haddad, sancionou a Lei n.° 16.046, alterando o nome da construção para: Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer.

No Rio de Janeiro, Oscar fundou a Revista Módulo em 1955, que anos mais tarde foi banida pelo governo militar.

No final dos anos 50, Niemeyer foi convidado pelo presidente Juscelino Kubitschek a participar da construção da capital do Brasil: Brasília.

Por conta disso, ele foi nomeado Diretor do Departamento de Urbanismo e Arquitetura da Novacap. Após a construção de Brasília em 1960, trabalhou como coordenador da Escola de Arquitetura da Universidade de Brasília (UNB) de 1962 a 1965.

Em 1963 foi agraciado pelo "Prêmio Lênin da Paz", na URSS. No mesmo ano, foi nomeado membro honorário do American Institute of Architects (Instituto Americano de Arquitetos) nos Estados Unidos.






Adolf Hitler,usava os meios de comunicações para manipular as massas.



21/05/2017

Adolf Hitler nasceu em 20 de abril de 1889 em Braunau am Inn, uma cidade da Áustria-Hungria (hoje em dia localizada na Áustria), próximo a fronteira do Império Alemão.[13] Ele era um dos seis filhos nascidos de Alois Hitler e Klara Pölzl (1860–1907). Três dos seus irmãos — Gustav, Ida e Otto — morreram ainda na infância.[14] Quando Hitler tinha apenas três anos, sua família se mudou para Passau, na Alemanha.[15] Lá ele adquiriu um dialeto bávaro, que trouxe uma marca reconhecível a sua voz.[16][17][18] A família retornou para a Áustria e se assentou em Leonding em 1894 e em junho de 1895 Alois se aposentou em Hafeld, próximo de Lambach, onde ele passou a criar abelhas. Hitler estudou numa Volksschule (escola pública) próximo a Fischlham.[19][20]

A mudança para Hafeld coincidiu com um aumento nos conflitos pai-filho causado com a recusa de Hitler de se conformar a estrita disciplina de sua escola.[21] A ideia da fazenda de abelhas de Alois Hitler em Hafeld terminou em fracasso e em 1897 a família se mudou para Lambach. Aos oito anos de idade Hitler começou a ter aulas de canto e chegou a se apresentar no coral de sua igreja. Neste período até considerou virar padre.[22] Em 1898 retornou novamente para Leonding. A morte do seu irmão mais novo, Edmund, devido ao sarampo, em 1900, afetou muito Hitler. Ele mudou de uma pessoa confiável, extrovertida e um aluno consciencioso para um rapaz taciturno e desapegado que batia de frente com seus pais e professores.
A propaganda nazista foi o principal instrumento de ascensão e um dos principais pilares de sustentação do regime de Adolf Hitler, o austríaco que assumiu o poder na Alemanha em 1934 - depois de haver perdido as eleições de 1932 - e viria a desencadear a II Guerra Mundial.
É verdade que a arte de convencer pela palavra é bem mais antiga. Em sua forma moderna, a propaganda política foi inaugurada pelo bolchevismo, especialmente por Lênin e Trotski. Mas, mesmo antes deles, houve líderes que reconheceram sua importância. Napoleão Bonaparte, por exemplo, dizia: "Para ser justo, não é suficiente fazer o bem, é igualmente necessário que os administrados estejam convencidos. A força fundamenta-se na opinião. Que é o governo? Nada, se não dispuser da opinião pública”.
No entanto, é preciso reconhecer que foram Hitler, o ditador alemão dos anos trinta e quarenta do século XX, e Joseph Goebbels, seu ministro da propaganda, que utilizaram com maior sucesso as técnicas de controle da opinião pública, dando, assim, o contorno definitivo à propaganda moderna. Orador inflamado e líder carismático, Hitler usou a propaganda de forma espetacular para unificar o país. Identificou e rotulou os inimigos comuns, os judeus e os comunistas, e o alvo, o Tratado de Versalhes, que tinha imposto ao país condições desconfortáveis ao final da Primeira Guerra.
Podemos dizer que um dos pontos positivos da propaganda nazista é que ela revelou a engenharia interna da propaganda política, constituída por um mix de técnica, arte e ideologia. Isso, em si, não tem partido. Ou, como diz José Nivaldo Júnior em Maquiavel, O poder, “a diferença está na arte de quem a executa e na ideologia que a dissemina”. Outro ponto positivo foi estruturar a propaganda política de maneira sistêmica, incluindo não apenas o uso da mídia formal, da mídia alternativa mas de todos os aspectos da comunicação política, avançando para a redação dos discursos, a cenografia adequada, o efeito hipnótico do grito de guerra, dos holofotes, do jogo de luzes, da cadência da marcha, da logotipia, da identidade visual etc. O lado negativo é que fazia apologia da mentira, por achar que apenas a constância e a continuidade da mensagem bastariam para perpetuar seu regime e sua ideologia, cujo resultado final se contabiliza em milhões de vítimas inocentes.






Johannes Gutenberg e a História da Imprensa.



03/05/2017

Johanes Gutenberg apesar de ser considerado o inventor da imprensa, não foi propriamente o primeiro a desenvolver tal tecnologia. Hoje se sabe que os chineses haviam desenvolvido tipos móveis por volta de 1045 e que os coreanos utilizavam caracteres metálicos em vez de blocos de madeira por volta de 1230. Ao contrário das inovações surgidas no Extremo Oriente, porém, foi a invenção de Gutenberg que se propagou de forma avassaladora.
O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia, conhecida hoje como a Bíblia de Gutenberg ou a "Bíblia de 42 linhas". A data mais provável para a publicação é entre 1452 e 1455 (não há nenhuma data no colofão, isto é, na nota informativa encontrada nas últimas páginas dos livros antigos). Uma cópia dessa Bíblia completa tem 1282 páginas e a maioria foi encadernada em pelo menos dois volumes. Acredita-se que tenham sido impressas 180 cópias, 45 em papiro e 135 em papel, e depois de impressas elas foram rubricadas e ilustradas à mão por especialistas, uma a uma, o que faz com que cada cópia seja única, um incunábulo de valor inestimável .

Há uma cópia da Bíblia de Gutenberg na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Além disso, a Universidade do Texas, em Austin, digitalizou cada página de sua cópia e disponibilizou as 1300 imagens digitais no site http://www.hrc.utexas.edu/exhibitions/permanent/gutenberg/project/, acessível a qualquer internauta.

Em geral, se atribui à invenção da imprensa o marco de mais importante revolução nos suportes para a leitura, sendo que alguns chamam de livro apenas os códices impressos a partir dessa tecnologia. Roger Chartier, entretanto, em A aventura do livro, afirma que "a transformação não é tão absoluta como se diz: um livro manuscrito (sobretudo nos seus últimos séculos, XIV e XV) e um livro pós-Gutenberg baseiam-se nas mesmas estruturas fundamentais ― as do códex". Evidentemente que, com a nova técnica, "o custo do livro diminui, através da distribuição das despesas pela totalidade da tiragem. (...) Analogamente, o tempo de reprodução do texto é reduzido graças ao trabalho da oficina tipográfica".

É interessante percebermos, nesse sentido, que por muito tempo o códice manual tenha coexistido com o códice impresso, o que não nos permitiria falar, realmente, em uma ruptura. Nas palavras de Chartier:

"Com Gutenberg, a prensa, os tipógrafos, a oficina, todo um mundo antigo teria desaparecido bruscamente. Na realidade, o escrito copiado à mão sobreviveu por muito tempo à invenção de Gutenberg, até o século XVIII, e mesmo o XIX. Para os textos proibidos, cuja existência devia permanecer secreta, a cópia manuscrita continuava sendo a regra. O dissidente do século XX que opta pelo samizdat, no interior do mundo soviético, em vez da impressão no estrangeiro, perpetua essa forma de resistência. De modo geral, persistia uma forte suspeita diante do impresso, que supostamente romperia a familiaridade entre o autor e seus leitores e compreenderia a correção dos textos, colocando-os em mãos "mecânicas" e nas práticas do comércio"

Mais do que uma revolução na forma de ler, a imprensa representou uma popularização jamais vista do livro. Foi apenas com a imprensa, por exemplo, que A Divina Comédia, de Dante Alighieri, escrita entre 1307 e 1321, tornou-se conhecida e forjou o idioma italiano.

Fora dos domínios da arte, porém, a nova técnica logo se mostrou uma ameaça ao domínio da Igreja Católica. Martinho Lutero, padre e professor de teologia alemão, em torno de 1500 d.C. começa a promover a tradução da Bíblia para outros idiomas que não o latim, e chega a dar Bíblia aos fiéis, provocando uma verdadeira convulsão na Igreja e iniciando a Reforma Protestante.

Como parte da reação da Igreja, é criado em 1559, no Concílio de Trento, o Index Librorum Prohibitorum, um catálogo de livros proibidos pela Igreja (tal catálogo foi atualizado regularmente até a trigésima-segunda edição, em 1948), evidenciando a importância que o livro já havia adquirido naquela sociedade menos de cem anos após a impressão da primeira Bíblia de Gutenberg.

Nesse sentido é interessante lembrarmos que hoje, com a internet, fala-se muito do problema de confiabilidade sobre os textos, pois eles podem ser alterados facilmente por erro ou intenção de quem o publica, mudando inclusive o nome do autor. Esse problema, entretanto, não é novo, e na época do surgimento da imprensa foi extremamente grave,penem nisso,






Presidente Getúlio Vargas em 1954, AUMENTA EM 100% SALÁRIO MÍNIMO



01/05/2017

Conforme Maria de Souza: “um momento traumático tende a voltar, via repetição, até que ele seja ‘resolvido’.” Neste mesmo diapasão podemos compreender que, um contexto e experiência vivenciada tende a se reconstituir, e/ou, mesmo ser pautado na ordem do dia, até que se obtenha uma resolução definitiva.
Neste dia 1º de maio de 2017 se rememora os 63 anos em que o governo de Getúlio Vargas aumentou em 100% o salário mínimo no Brasil. “Vargas em 1º de maio de 1954... anuncia o aumento de 100% do salário mínimo.” (Souza; 2004, pg.208. Saberes Brasileiros). Os intelectuais, Historiadores, cientistas políticos conhecem bem qual o contexto social e político que influenciou, ou, seria, forçou o Presidente Getúlio Vargas, por orientação do Ministro do Trabalho, João Goulart. Contudo, ater-se-á ao fato propriamente dito do reajuste salarial.
Entrementes, Em tempos em que se “onera” em 5%, 7%, 10% o salário base do país, pensar que há 63 anos o brasileiro obteve o significativo reajuste do dobro de seu valor real, se se constitui mito, utopia, quimera. Ver-se em momentos atuais, governos se utilizarem os subterfúgios que não se pode oferecer o subsídio maior do salário base do brasileiro. Ao termos a experiência real, que a própria História nos faz tomar conhecimento de que num dado momento de nossa memória isto foi plenamente possível. Do mesmo modo, por que não seria possível em um novo momento um aumento ao menos semelhante ao que foi possibilitado por Vargas em 1º de maio de 1954? Que forças estariam ocultas que não se permite um ganho significativo para os recursos financeiros do trabalhador?
Sabe-se que, na atualidade o valor do aumento do salário base, está ligado aos índices do crescimento econômico e da inflação. Desta feita, não seria estas uma das razões para se ver nos últimos tempos, um crescimento pífio da economia do país? Uma inflação “controlada” pelo governo? Contudo, nestes 63 anos desses 100% citado, estabelecido por Vargas, e, pelo ministro João Goulart, que o fez ser visto como populista, comunista e reacionário pelos militares, faz a turba refletir que um aumento real e significativo do salário do trabalhador brasileiro se faz plenamente possível e, de fato, não quebraria o país –como muitos argumentam-, que não se faz necessário ter que esperar o “bolo” crescer para se prover uma equidade econômica.
Portanto, já se foram 63 anos desde que o brasileiro recebera o maior dos “presentes” por parte de um governo do Brasil. Um aumento de 100% do salário base dos trabalhadores, mesmo que em termos de poder real de compras e independência financeiras, um reajuste semelhante poderia apenas, ver-se uma qualidade mais simbólica da cadeia alimentar dos cidadãos brasileiros –passar-se-ia de 937 reais para 1874 reais ainda um salário irrisório-, haveria um alento para a vida e o cotidiano do povo brasileiro. Enfim, resta-nos sonhar com um “novo” Vargas? Ou, pensar nesse índice de reajuste salarial se constitui uma quimera, e nada mais. Enquanto, não se ver está História se repetir, vai-se apenas continuar a se rememorar este período, este recorte da História do Brasil. “AVE VARGAS, A POPULI TE SALUTANT.”






O feriado de 1 de maio no Brasil ,foi aprovado no governo do então presidente Arthur da Silva Bernardes.



29/04/2017

O Dia do Trabalho, também conhecido como Dia do Trabalhor, é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios e de conscientização.



A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.



Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.



Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Internacional dos Trabalhadores, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.



Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em 26 de setembro de 1924 que esta data tornou-se oficial, após a criação do decreto nº 4.859 do então presidente Arthur da Silva Bernardes. Neste decreto, Arthur Bernardes estabeleceu a data como feriado nacional, que deveria ser destinado à comemoração dos mártires do trabalho e confraternização das classes operárias.



Porém, nas décadas de 1930 e 1940, o presidente Getúlio Vargas passou a utilizar a data para divulgar a criação de leis e benefícios trabalhistas. O caráter de protesto da data foi deixado de lado, passando assumir um viés comemorativo. Vargas passou a chamar a data de "Dia do Trabalhador".



Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:



- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer).



- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.



Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador?



Nos últimos anos a expressão "Dia do Trabalhador" ou "Dia dos Trabalhadores" passou a ser muito utilizada em referência à data comemorativa do dia 1º de Maio. Muitas pessoas consideram ser mais adequada esta segunda opção, pois faz referência ao trabalhador (merecedor da comemoração). Para estas pessoas, chamar a data de "Dia do Trabalho" não é o mais adequado, pois enfatiza o trabalho (ato de criar e produzir bens e serviços em troca de uma remuneração). Porém, no Brasil atual, as duas opções ainda são muito usadas.






Capitalismo x Socialismo(Pierre-Joseph Proudhon x Karl Marx e Friederich Engels)



27/04/2017

O capitalismo e o socialismo aqui, estão representando os dois grandes polos que conflitaram no período de 1947 a 1991, ou seja, o tema abordado é a Guerra Fria. Esse evento aconteceu dois anos após a Segunda Guerra Mundial; porém, na Guerra Fria não houve conflitos diretos, exceto em alguns países como Vietnã, as Coreias e Afeganistão, que foram o palco de algumas guerras paralelas.

Os dois regimes econômicos pelejavam, por um lado, o capitalismo com os Estados Unidos e por outro, a União Soviética e os demais países comunistas. O sistema econômico representado pelo país do Tio Sam visava o lucro. As propriedades privadas são detentoras dos meios de produção e distribuição e trabalham com a lei da oferta e procura.

De acordo com os americanos, o capitalismo simbolizava a liberdade, uma vez que cada indivíduo poderia ser dono do seu próprio negócio, pagar seus funcionários e investir onde bem entendesse. O regime capitalista já tinha tomado suas proporções. Ele culminou no período das manifestações, revoluções como a Revolução Industrial, a Independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa.

O capitalismo gera desigualdades sociais por causa da má distribuição de renda, o desemprego e outros fatores. Por outro lado, o socialismo visava uma economia voltada para o bem coletivo – diferente do individualismo do sistema econômico não planejado. No socialismo, a economia está em poder do Estado.

A distribuição dos recursos de forma justa, executada pelo governo vigente, bem como a remuneração dada a cada trabalhador, segundo sua produção e qualidade do exercício formam algumas das características do sistema de economia planejada ou planificada. O capitalismo e o socialismo são totalmente opostos em seus ideias.






Lei Eloy Chaves é a base da previdência social brasileira.



23/04/2017

A previdência social no Brasil deu seus primeiros passos com a Lei Elói Chaves, de 1923, que criou as Caixas de Aposentadorias e pensões (CAPs), que eram geralmente organizadas por empresas e empregados. As CAPs operavam em regime de capitalização, porém eram estruturalmente frágeis por possuírem um número pequeno de contribuintes e seguirem hipóteses demográficas de parâmetros duvidosos; outro fator de fragilidade era o elevado número de fraudes na concessão de benefícios.

Em 1930, o presidente do Brasil Getúlio Vargas suspendeu as aposentadorias das CAPs durante seis meses e promoveu uma reestruturação que acabou por substitui-las por Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs), que eram autarquias de nível nacional centralizadas no governo federal. Dessa forma, a filiação passava a se dar por categorias profissionais, diferente do modelo das CAPs, que se organizavam por empresas.

Ao longo dos anos seguintes surgiriam os seguintes institutos:

1933 - IAPM - Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos; (Decreto n° 22.872, de 29 de junho de 1933);
1934 - IAPC - Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (Decreto n° 24.272, de 21 de maio de 1934);
1934 - IAPB - Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (Decreto nº 24.615, de 9 de julho de 1934);
1936 - IAPI - Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (Lei n° 367, de 31 de dezembro de 1936) ;
1938 - IPASE - Instituto de Pensões e Assistência dos Servidores do Estado (Decreto-Lei n° 288, de 23 de fevereiro de 1938);
1938 - IAPETC - Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas (Decreto-Lei n° 651, de 26 de agosto de 1938);
1939 - Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Operários Estivadores (Decreto-Lei n° 1.355, de 19 de junho de 1939);
1945 - ISS - O Decreto n° 7.526, de 7 de maio de 1945, dispôs sobre a criação do Instituto de Serviços Sociais do Brasil.
1945 - IAPETEC - O Decreto-Lei n° 7.720, de 9 de julho de 1945, incorporou ao Instituto dos Empregados em Transportes e Cargas o da Estiva e passou a se chamar Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Estivadores e Transportes de Cargas.
1953 - CAPFESP - Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados em Serviços Públicos (Decreto nº 34.586, de 12 de novembro de 1953);
1960 - IAPFESP - Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados em Serviços Públicos (Lei nº 3.807, de 26 de agosto de 1960, art. 176 - extinta a CAPFESP).

Em 1964, foi criada uma comissão para reformular o sistema previdenciário, que culminou com a fusão de todos os IAPs no INPS (Instituto Nacional da Previdência Social), criado por Eloah Bosny em 1966. Em 1990, o INPS se fundiu ao Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social (IAPAS) para formar o Instituto Nacional de Seguridade Social. O INAMPS, que funcionava junto ao INPS, foi extinto e seu serviço passou a ser coberto pelo SUS.
Da Redação (Brasília) - A Lei Eloy Chaves, publicada em 24 de janeiro de 1923, consolidou a base do sistema previdenciário brasileiro, com a criação da Caixa de Aposentadorias e Pensões para os empregados das empresas ferroviárias. Após a promulgação desta lei, outras empresas foram beneficiadas e seus empregados também passaram a ser segurados da Previdência Social.

Hoje, a Previdência Social brasileira é considerada uma das maiores distribuidoras de renda do país. Mensalmente, são desembolsados cerca de R$ 16 bilhões no pagamento de 27 milhões de benefícios, como aposentadorias, pensões e auxílio-doença.

Nesses 94 anos, a Previdência passou por várias fases até chegar ao Ministério da Previdência Social e ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Constituinte - A Constituição de 1988 foi responsável por consolidar a Previdência Social como um sistema de direitos da cidadania baseado na solidariedade e exigindo como contrapartida um esforço de cada um dos membros da sociedade em seu financiamento. Os principais impactos na legislação decorrentes de sua promulgação foram a universalidade da cobertura e a noção de eqüidade no financiamento do sistema e na distribuição dos benefícios.

Um dos princípios básicos da Carta de 1988 é o de que a previdência solidária deve assegurar o sustento do trabalhador e de sua família quando ele não puder se manter, seja por doença, acidente, gravidez, prisão, morte ou velhice. Outra inovação foi a de tornar a Previdência Social um direito no âmbito da seguridade social junto com a saúde e a assistência.

A universalidade da cobertura permitiu trazer para o sistema milhões de trabalhadores rurais que antes tinham cobertura do Funrural, que seguia o modelo assistencialista. Houve também um salto qualitativo na previdência rural, pois, até aquela época, as aposentadorias eram restritas aos cabeças de família, em geral homens, e no valor de meio salário mínimo. As mulheres tinham direito apenas se fossem arrimos de família, ou então às pensões, com valor limitado a um terço do mínimo.

Isonomia - A Constituição de 1988 trouxe novidades para uma série de direitos sociais e individuais, principalmente para as mulheres. A licença maternidade, por exemplo, foi aumentada de 84 para 120 dias. Desde 2007, até mesmo as seguradas desempregadas têm direito ao benefício. A isonomia de direitos entre os gêneros ampliou benefícios também para os homens, que passaram a ter direito à pensão por morte e ao auxílio-reclusão. Antes, somente a mulher tinha direito a esses benefícios em relação ao cônjuge.

Ainda seguindo o princípio da isonomia entre os trabalhadores, os direitos dos empregados domésticos foram ampliados, com a irredutibilidade do salário, garantia do 13º salário, repouso semanal remunerado, férias remuneradas, licença maternidade, aviso prévio proporcional ao tempo de serviço e aposentadoria.






Pedro Álvares Cabral, a dúvida é saber se ele chegou à costa brasileira intencionalmente ou por acidente?



22/04/2017

Pedro Álvares Cabral (1467-1520) foi navegador português. No dia 22 de abril de 1500, capitão-mor de uma frota de 13 embarcações, chegou ao Brasil. Descendente de família nobre, estudou em Lisboa onde aprendeu literatura, história, cosmografia, artes militares e técnicas náuticas. Em 1499, foi nomeado pelo rei D. Manuel, capitão-mor da armada que partiria para às Índias, seguindo a rota recém inaugurada por Vasco da Gama, contornando a África, com missão diplomática e comercial.

Pedro Álvares Cabral (1467-1520) nasceu no Castelo de Belmonte, na Beira Baixa, Portugal, no ano de 1467. Foi o terceiro filho de Fernão Cabral e Isabel Gouveia de Queirós. De família nobre, famosa nas lutas contra os mouros e castelhanos, estudou em Lisboa onde aprendeu literatura, história, cosmografia e artes militares. Na corte de D. João II (1481-1495) aperfeiçoou-se em cosmografia e estudou técnicas militares.

No reinado de D. João II começaram as grandes saídas marítimas. Experientes no uso de caravelas, os portugueses passaram a explorar a costa ocidental da África. Em 1488 Bartolomeu Dias cruzou o cabo da Boa Esperança, extremo sul da África e, em 1498 Vasco da Gama chegou a Calicute, na Índia.

Na corte de D. Manuel (1495-1521), Cabral foi agraciado com o título de Fidalgo do Conselho do Rei e Cavaleiro da Ordem de Cristo. Em 1499, foi nomeado capitão-mor da armada que seguiria para a Índia, com missão diplomática, comercial e militar.

Pedro Álvares Cabral assumiu o posto de capitão-mor da frota, composta por dez naus e três caravelas, entregando o comando a navegadores experientes, entre eles, Bartolomeu Dias. Havia pessoas importantes em cada navio como fidalgos e religiosos, entre eles, frei Henrique Soares de Coimbra. Estava a bordo o escrivão Pero Vaz de Caminha e ainda cientistas e astrônomos.

No dia 9 de março de 1500, no porto de Lisboa, após uma missa, em meio a uma grandiosa cerimônia com a presença do rei e sua corte, Cabral recebe das mãos do rei o estandarte real, símbolo do seu poder, partindo em seguida para às Índias.

No dia 22 de abril a esquadra avista novas terras. No dia 23 ancoram na atual baía Cabrália, entre a ilha da Coroa Vermelha e a baía rasa de Santa Cruz, no Estado da Bahia. Pero Vaz de Caminha, na carta que envia depois ao rei D. Manuel, conta que Cabral, resolveu mandar um pequeno barco, com Nicolau Coelho, para ver o local de perto. Vinte homens pardos, todos nus se aproximaram do escaler. Os homens traziam arco e flecha, mas a um sinal dos portugueses baixaram as armas.

No dia 26 de abril, na ilha da Coroa Vermelha, é rezada a primeira missa no Brasil. Nos dias que se seguiram, Cabral organizou diversas excursões para conhecer melhor o lugar. No dia 1 de maio, uma cruz foi levada até as margens, tinha as armas de Portugal esculpidas, era o marco da soberania portuguesa. Foi colocada na entrada da floresta, diante de um pequeno altar, onde foi celebrada a segunda missa, sob os olhares dos indígenas, como cerimônia de posse das terras.

No dia 2 de maio a nau de Gaspar de Lemos retorna a Portugal, levando a carta de Pero Vaz de Caminha. Os demais navios seguem para às Índias. No dia 13 de maio, quatro embarcações, entre as quais a de Bartolomeu Dias, é destruída pela tormenta.

Pedro Álvares Cabral chega a Calicute, na Índia, no dia 13 de setembro de 1500, onde assina o primeiro acordo comercial entre os dois países. Retornou à Europa com um grande carregamento de especiarias e produtos locais. Em junho de 1501, seis navios remanescentes da grande esquadra chegam de retorno ao Tejo. Cabral é recebido com festas, era a consolidação do comércio com o oriente.

Em 1503, casa-se com D. Isabel de Castro. Recebe o título de Cavaleiro do Conselho Real. Em 1509, Cabral retira-se de Lisboa e passa a viver em Santarém.

Pedro Álvares Cabral faleceu em Santarém, Portugal, no ano de 1520. Seu corpo foi sepultado na Igreja da Graça.

Descobrimento foi intencional?

A grande polêmica em torno de Pedro Álvares Cabral é saber se ele chegou à costa brasileira intencionalmente ou por acidente. Para António Gouveia, essa dúvida também causa um impacto negativo à imagem do navegador em Portugal.

"As sombras que existem sobre a descoberta do Brasil acabam por minimizar um pouco a figura do Cabral em termos de estudos acadêmicos e até a visão que a sociedade tem dele próprio", opina o historiador.

"É preciso pensar se o descobrimento do Brasil foi ao acaso ou intencional. Porque se foi intencional há a possibilidade de a descoberta ter acontecido previamente, o que, de certo modo, diminui o papel e a importância de Cabral", argumenta, por sua vez, António Manuel Lázaro.

Pouco se sabe sobre a vida de Cabral. O descobridor do Brasil nasceu entre 1460 e 1470, na vila de Belmonte, e morreu em 1520, na cidade de Santarém. Seu corpo estaria sepultado na cidade, na Igreja da Graça, mas alguns historiadores argumentam que seus restos mortais foram transferidos ao Brasil no início do século 20.

Há um túmulo sem

corpo em homenagem ao navegador no Panteão Nacional, em Lisboa, ao lado de outro dedicado a Vasco da Gama, cujos restos mortais encontram-se no imponente Mosteiro dos Jerónimos, também na capital portuguesa.






Curiosidades Sobre Tiradentes.



20/04/2017

Dia 21 de abril é dia de Tiradentes, feriado nacional aqui no Brasil. Como historiador e professor de História, tratar deste assunto é fundamental. Porém, para não abordá-lo da mesma maneira que “zilhas” de historiadores em seus blogs e sites, vamos fazê-lo de forma diferente. Vou apresentar nesta lista, algumas curiosidades acerca deste homem que foi transformado em herói nacional.

As pinturas de Tiradentes mostradas no artigo foram feitas, respectivamente, por Décio Villares, Pedro Américo e Cândido Portinari. Percebam que todos eles representam Tiradentes como Cristo, apesar do rosto verdadeiro nunca ter sido realmente conhecido.
– Seu nome completo era Joaquim José da Silva Xavier. Nasceu no ano de 1746, na Fazenda do Pombal, distrito de São João del Rey, em Minas Gerais. Porém, não há registro da data de seu nascimento, apenas do seu batismo, em novembro daquele mesmo ano.

– Ao contrário do que seu apelido insinua, Tiradentes não suportava arrancar dentes. Ele era muito mais a favor de preservar os dentes do que arrancá-los. Porém, quando arrancar era irremediável, ele colocava coroas artificiais, feitas de marfim e de osso de boi, que ele mesmo fabricava.

– Aos 40 anos, se apaixonou por Ana, uma menina de 15 anos, mas ela já estava prometida a outro homem. Tiradentes nunca se casou, mas teve 2 filhos – João, com Eugênia Joaquina da Silva, e Joaquina, com a viúva Antônia Maria do Espírito Santo.

– Tiradentes tentou várias profissões: dentista, tropeiro, minerador e engenheiro. Entrou, então, para a Sexta Companhia de Dragões de Minas Gerais, como alferes, uma espécie de segundo-tenente.

– Tiradentes está diretamente ligado ao movimento que ficou conhecido como “Inconfidência Mineira”. Os historiadores preferem “Conjuração Mineira” já que o que aconteceu em Minas Gerais foi um ato organizado para conquistar a independência do país e não um ato de deslealdade, traição ou infidelidade, que servem para traduzir a palavra inconfidência.
– Segundo relatos da época, Tiradentes era alto, magro e muito feio. Ele nunca usou barba e cabelos longos. Como militar, o máximo que se permitia era um discreto bigode. Ele foi enforcado no Rio de Janeiro, com a barba feita e o cabelo raspado, no dia 21 de abril de 1792.

– “Pois seja feita a vontade de Deus. Mil vidas eu tivesse, mil vidas eu daria pela libertação da minha pátria”, teria dito Tiradentes ao ouvir serenamente a sua sentença de morte.

– Após o enforcamento, seu corpo foi esquartejado. As 4 partes foram postas em alforjes com salmoura, para serem exibidas no caminho entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. A casa de Tiradentes em Vila Rica foi demolida, e o chão, salgado, para que nada brotasse naquele solo.

– A cabeça de Tiradentes foi levada do Rio de Janeiro para Vila Rica, em Minas Gerais e ficou exposta num poste em praça pública. Na terceira noite, foi roubada e nunca mais foi encontrada.

– Foi no Rio de Janeiro que Tiradentes entrou em contato com as idéias revolucionárias iluministas. O que poucos sabem, é que ele também se dedicou a projetos de melhoria urbana do Rio. Idealizou abastecimento regular da cidade, construção de moinhos, trapiches, armazéns, além de serviços de barcas de transporte de passageiros.
– Ironicamente, 30 anos depois de ter projetado essas melhorias, Dom João VI mandou fazer a canalização do rio, seguindo os planos de Tiradentes. Em 1889, exatamente 100 anos depois, o engenheiro André Paulo de Frontin canalizou as águas da Serra do Tinguá, dentro dos mesmos moldes arquitetados pelo inconfidente.

– Tiradentes não foi considerado um herói tão logo morreu e só passou a ser cultuado 98 anos após a sua morte. Como defendia idéias iluministas republicanas e antimonarquistas, durante o período imperial brasileiro, seu nome quase não era citado.

– Em 1870, o movimento republicano o elegeu como mártir cívico-religioso e antimonarquista. A data de sua morte tornou-se feriado nacional em 1890. A primeira pintura oficial também data deste ano, de autoria de Décio Villares, que apresenta Tiradentes como Cristo, com barbas e cabelos longos.

– Tiradentes teve também exaltada sua imagem de militar patriota, quando nomeado patrono da nação pelo governo militar, em 1965, enquanto os movimentos de esquerda não deixaram de recorrer a ele como símbolo de rebeldia.

– Tiradentes é o único brasileiro cuja data de morte se comemora com um feriado nacional. É também o mais citado no Google, com mais de 2 milhões de páginas de referência no buscador.






Indios Famosos: Juruna e Raoni,19 de Abril um dia a ser lembrado.



19/04/2017


Dois caciques, dois destinos. O xavante Juruna (foto) e o txucarramãe Raoni são os dois índios mais conhecidos do Brasil. De certa forma, vivem vidas opostas, embora ambos tenham recorrido ao mundo dos brancos para resolver os problemas de suas tribos. Mário Juruna, filho do cacique xavante Apoenã, nasceu na aldeia próxima a Barra do Garças (MT) em 1942. Seis anos depois, sua tribo foi contatada pela primeira vez, pela expedição do sertanista Chico Meirelles. Dez anos mais tarde, em 1959, Juruna resolveu deixar a aldeia e conhecer de perto a vida dos brancos.

Trabalhou em fazendas, viajou de carona, passou fome e, anos depois, voltou para casa. Não ficou muito tempo lá: na década de 70, passou a percorrer os gabinetes da Funai em Brasília, lutando pela demarcação xavante. Foi então que se tornou famoso: jamais era visto sem seu gravador, ‘para registrar tudo o que o branco diz’. Em 1981, Juruna foi eleito deputado federal pelo PDT. Findo o mandato, e abandonado pela tribo, ficou na miséria, em Brasília.

Raoni também perdeu uma eleição: foi destituído do cargo de cacique dos caiapós-txucarramães por Tutu Pompo. Perdeu em casa, mas ganhou o mundo. Acompanhando o cantor Sting, Raoni percorreu o planeta, foi recebido por alguns dos mais poderosos políticos do planeta e conseguiu
atenção e dinheiro para a causa indígena no Xingu e na Amazônia. Raoni nasceu em 1942. Ficou famoso em 1976, quando o francês Jean-Pierre Dieleux dirigiu um documentário sobre sua vida.

Raoni encarna o mito do bom selvagem.

Sepé-Tiaraju: Índio guarani de São Miguel das Missões (RS), que resistiu com guerrilhas ao avanço dos exércitos português e espanhol, na chamada Guerra Guaranítica, 1754-56. Morreu em 1756, ao preparar uma emboscada aos espanhóis.

Filipe Camarão: Nasceu na região que é hoje o Rio Grande do Norte. Índio batizado e casado com Clara Camarão, que, conforme o costume indígena, acompanhava o marido nos combates. Por suas lutas contra os holandeses, o rei Filipe III de Portugal e Espanha, concedeu a Filipe Camarão brasão de armas, com soldo e patente de capitão-mor dos índios e uma pensão de 40.000 réis. Em 1635 recebeu o tratamento de Dom e a comenda de Cavaleiro da Ordem de Cristo. Com seus índios, Camarão combateu em Porto Calvo, Goiana, Terra Nova, Camandaiatuba, Baia de Todos os Santos, Casa Forte, rio Guaju e Aguiar. Seu último combate foi na primeira batalha dos Guararapes, em 1648, quando adoeceu e se recolheu ao Engenho Novo de Goiana, vindo a falecer, sendo sepultado na igreja do Arraial.

Zorobabê: Cacique potiguara, aliado dos franceses, na segunda metade do século XVI. Submetido pelos portugueses, marchou com 1.300 índios para proteger a capitania da Bahia contra os aimorés. Mas seus guerreiros, com medo de serem escravizados, se revoltaram e conseguiram autorização para voltarem ao litoral da Paraíba, desde que atacassem os Quilombos dos Palmares. O que fizeram em 1603.

Cunhambebe: Chefe tamoio que dominava a região de Cabo Frio (RJ), até Bertioga (SP). André de Thevet (padre francês) descreve o chefe índio de quem Hans Staden (mercenário alemão) foi prisioneiro entre 1554 e 1557. Morreu de peste logo após a chegada dos franceses de Villegaignon na baía de Guanabara.

Inácio Abiaru: Chefe guarani que derrotou a bandeira paulista de Jerônimo Pedroso de Barros, em 1641, no rio Mbororê, afluente do rio Uruguai, encerrando o ciclo de bandeiras no extremo sul.

André Guacarari: Índio de São Borja (RS), conhecido como Andrezito Artigas, derrotou a tropa luso-brasileira comandada por Gama-Lobo, em 1817.

Araribóia: Antigo senhor da ilha de Paranapuã, o temiminó Araribóia era tão fiel aos portugueses que se batizou com o nome de Martim Afonso de Sousa. Por sua participação decisiva na conquista do Rio, foi feito cavaleiro da Ordem de Cristo e ganhou uma vasta sesmaria em Niterói. Mas, em 1574, repreendido pelo governador Antônio Salema por cruzar as pernas na presença dele, Araribóia se ofendeu, voltou para Niterói e não saiu mais de lá, até morrer, esquecido.

FONTE: CEMEPE - CENTRO MUNICIPAL DE ESTUDOS E PROJETOS EDUCACIONAIS JULIETA DINIZ






Quem é Jesus Cristo?



02/04/2017

Jesus não é apenas um personagem histórico importante, também não é alguém para ser lembrado apenas em datas comemorativas, como seu nascimento e sua morte. Jesus é o nome que dividiu a história em antes e depois dele.

Jesus é o filho de Deus que se fez homem e morreu na cruz do calvário para nos dar a oportunidade de alcançarmos a salvação de nossas almas. A morte de Jesus foi um gesto de amor e misericórdia e por mais que o homem tente não vai conseguir entender a dimensão deste amor.
Jesus Cristo foi filho dos judeus Maria e do carpinteiro José. Nasceu provavelmente em 6 a.C. num estábulo em Belém, na província romana da Judeia.

Após seu nascimento, os três Reis Magos (Baltazar, Gaspar e Melchíor) seguiram a Estrela de Belém, para visitá-lo e entregar-lhe presentes: incenso, ouro e mirra.

Vale notar que a vida de Jesus foi retratada por seus discípulos no Novo Testamento da Bíblia: Mateus, Marcos, João e Lucas.

Anunciado pelo anjo Gabriel, ele foi gerado pelo Espírito Santo sendo que Maria foi a escolhida para lhe conceber. Ou seja, Jesus foi enviado por Deus para salvar a humanidade.

Depois de Belém, ele foi com seus pais para Nazaré, na Galileia. Ali, viveu grande parte de sua infância e juventude. Isso porque quando Herodes, O Grande, ficou sabendo do nascimento do “filho de Deus” mandou matar todas as crianças de até 2 anos de idade.

Já adulto, foi batizado por João Batista no Rio Jordão, que se situa atualmente entre Israel e a Jordânia. Depois disso, ele permaneceu durante muito tempo peregrinando e pregando seus ensinamentos.

Nesse período, realizou diversos milagres e cada vez mais foi ganhando seguidores. Um dos milagres que merece atenção é quando ele multiplica os pães e os peixes, acabando assim com a fome de seus seguidores.

“Ele chamou para si os seus discípulos, e deles escolheu doze, a quem ele chamou de apóstolos” (Lucas 6:13).

Os doze apóstolos também pregavam o evangelho. São eles: Pedro, João, Tiago (filho de Zebedeu), Tiago (Filho de Alfeu), André, Mateus, Bartolomeu, Simão Zelote, Felipe, Tomé, Judas Tadeu e Judas Iscariotes.

Esse último foi quem entregou Jesus aos romanos, sendo considerado um traidor. Segundo o Evangelho de Mateus, Judas Iscariotes foi quem falou para as autoridades romanas o local em que ele estava, em troca de 30 moedas de prata.
Depois de traído por Judas Iscariotes, Jesus foi preso por soldados em Jerusalém, no Monte das Oliveiras. Carregou a cruz até o local onde seria crucificado e foi espancado e morto pouco depois, com apenas 33 anos.
Depois de morto, Jesus apareceu para seus apóstolos. Ele foi enterrado com uma grande pedra colocada em seu túmulo. Dias depois, Maria vai visitar o túmulo e encontrou o local aberto.

A "Páscoa" representa uma das datas mais importantes no Cristianismo e faz referência à morte e à ressurreição de Cristo.

É comemorada entre os dias 22 de março (data do equinócio) e 25 de abril. Vale lembrar que a semana que antecede o domingo de Páscoa é chamada de “Semana Santa”.

Você sabia?

A data certa do nascimento de jesus não é referida na Bíblia. Assim, o 25 de dezembro foi escolhido pelos romanos depois da cristianização de Roma. Nesse dia, eles comemoravam a solstício de inverno.



Jesus Cristo





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