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Clodoaldo Malaquias - 999546587 malaquias1974@gmail.com

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BP diz que petróleo acaba nos próximos 53 anos



17/09/2017

A BP (British Petroleum) divulgou um estudo que aponta o fim das reservas de petróleo nos próximos 53 anos. A empresa britânica até coloca uma data para o fim: 2067. As pesquisas da companhia revelaram que 1,687 trilhão de barris serão consumidos até aquela data e que Rússia e Venezuela têm as reservas que acabarão por último.

Apesar do dado alarmante, a BP diz que o estudo não leva em conta possíveis descobertas de novas reservas, pois não há como prever isso. Na última década, foram encontradas novas áreas de prospecção que ampliaram em 27% as reservas mundiais.
Para a petrolífera do Reino Unido, o petróleo vai acabar cedo ou tarde. Se não for daqui há 53 anos, será nos próximos 60, 70 ou 100 anos. Novas fontes de energia terão de ser exploradas até lá. Hoje em dia, os carros elétricos são abastecidos por eletricidade de usinas nucleares, hidrelétricas e termelétricas, além da primeira geração de carros movidos por hidrogênio.

Etanol, óleos vegetais e gases provenientes de fontes naturais ou da decomposição do lixo também são alternativas, assim como energia eólica, das marés e solar. Enfim, existem muitas opções para o mundo ir explorando até o fim do petróleo. O problema é que a demanda mundial sempre está crescendo e não sabemos se essas opções darão conta do recado.

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Saiba o que é falso e o que é verdadeiro na Independência do Brasil



03/09/2017

A versão "romântica" da Independência do Brasil, aquela que se aprende nos livros de colégio, é muito diferente da história verdadeira. A professora de história Maria Aparecida de Aquino, da USP (Universidade de São Paulo), esclarece o que é mentira e o que de fato aconteceu nesse trecho do passado brasileiro.

Ela ressalta que a imagem de dom Pedro 1º retratada nas grandes pinturas é falsa. Ele não estaria cercado de homens limpos, vestidos em trajes de gala, nem estaria montado em um cavalo quando deu o grito da Independência.

- Eles eram homens cansados, sujos de poeira, nada glamourosos. Passaram por uma viagem longa.

Dom Pedro estava montado em um jegue quando declarou a Independência, e não em um cavalo, de acordo com Aquino. Ela ressalta que subir as regiões íngremes de São Paulo com cavalo não era fácil nem usual, então essa versão é a mais improvável.

Outro mito é que o príncipe regente estaria às margens do rio Ipiranga na hora da Independência. Ele na verdade sofria de problemas intestinais, como diarréia. A versão mais aceita entre os historiadores é que tenha se refugiado em uma colina para se aliviar, porque provavelmente estava passando mal, afirma Maria Aparecida de Aquino.

- Além de tudo, ele estava vindo de muito estresse e nervosismo na hora de declarar a Independência. Dom Pedro 1º enfrentou resistência das cortes portuguesas e estava furioso com as cartas que estavam chegando, pedindo que ele voltasse o mais rapidamente possível para Portugal. As cartas eram de sua esposa, princesa Leopoldina, e de José Bonifácio.






Chico do Romance Cordelista Piauiense



29/08/2017

Um poeta que conta a história do seu povo através de rimas. Esta é a vida do cordelista Francisco Perez de Sousa, 75 anos, mais conhecido como 'Chico dos Romances' e morador da cidade de Piripiri, Norte do Piauí. Famoso na sua região pelos improvisos e sua poesia, ele é reconhecido internacionalmente por universidades de países como França, Japão, Holanda e Estados Unidos.
O artista tem 200 publicações sobre a literatura de cordel. A arte é bastante apreciada no Nordeste, através de rimas em que o poeta popular conta histórias, romances e brinca com o imaginário. Geralmente os folhetos são vendidos em feiras e mercados.
Chico dos Romances, por exemplo, tem há 60 anos a sua banquinha no mercado da cidade. Até o reconhecimento, o artista conta que a sua trajetória não foi fácil. "Minha mãe faleceu eu tinha um ano de idade e fui criado pela minha avó materna, que também morreu anos depois. Aos seis anos eu tive que morar na rua, dormia pelas calçadas em Fortaleza e já produzia o cordel para sobreviver", lembrou.

O piauiense conhecido internacionalmente segue uma vida simples e de muito talento. Aos visitantes e clientes do local o poeta declara os seus versos com um microfone improvisado e por onde passa chama a atenção. Os feirantes reconhecem e aprovam o trabalho de Chico dos Romances. "Ele tem um trabalho muito bonito. É um poeta da nossa cidade, mas que traz a história de todos os brasileiros através das suas rimas", declarou um dos comerciantes.






Cresce o número de desigrejados no Brasil.



15/08/2017

A Pesquisa Nacional de Amostra de Domícilios crava: existem 11 milhões de desigrejados evangélicos no Brasil. Vou repetir: 11 milhões. Uma população de uma metrópole como São Paulo. Gente que acredita na Palavra de Deus, ora, estuda a Bíblia, chora pelos pobres e desassistidos e está inconformada com as injustiças do mundo. Mas não consegue pisar em uma igreja. Estabelecer comunhão. Participar de Santa Ceia. Não se sente integrado, acolhido, amado. Uma chaga de proporções inimagináveis vitaminada pela indiferença de quem está dentro das instituições. Líderes e frequentadores. Fato.

Os sinais são abundantes. Nos domingos à noite, sou um daqueles que param tudo para acompanhar o culto da Igreja Batista da Água Branca e a palavra de seus pastores. Dei uma olhada na audiência no You Tube: 540 pessoas. Uma igreja inteira grudada em um laptop, smarthphone ou TV de alta definição. Muitos porque moram no exterior. Outros porque não querem se envolver. Raciocine: é muita coisa. Sim, porque a IBAB não é uma igreja presente nas televisões abertas. Tem um pastor conhecido (Ed Renê Kivitz), mas que não é midiático.

Não duvide: poderia ser pior. Centenas e milhares de casais espalhados pelo país estão feridos, machucados e dilacerados espiritualmente nas igrejas. Não abandonam o barco pelos filhos. Quer que desde os primeiros minutos o seu herdeiro sinta o poder de Deus e o seu legado e ministério. Justo, bonito, altivo, mas também cruel. Por que? Almas feridas e destruídas não só por fatos do passado, mas pela indiferença do presente.

Um certo dia, uma senhora culta, inteligente e com família formada me disse: por vezes vai à igreja e sequer recebe um cumprimento, um aceno ou um carinho por pior que seja. Sua presença é, antes de tudo, um ato de resistência.

Outros admitem: a benção apostólica é a senha para entrar no carro e ir embora. Sem envolvimento. Nada de relacionamento. Zero de comunhão. São realidades presentes nas igrejas pequenas, médias e gigantescas. Quem recusa o diagnóstico só pode ser sócio da alienação. Se realmente fosse assim, por que Jesus Cristo escolheu 12 discípulos para acompanhá-los? Não tomou essa decisão para espalhar sua mensagem. Ficar próximo do semelhante é outra estratégia.

Não há cura? Não há saída? Aqueles sem desejo de refletir sacam de primeira a desculpa: é o final dos tempos, está previsto na Bíblia, etc e tal. Será? Devemos jogar a toalha? Vem outro e solta os clichês básicos: “Olhe para Jesus, não olhe para o homem”, “A igreja é lugar de gente ferida”, “Saia do isolamento. Não dá para viver em um casulo, etc, etc…”. Enquanto isso, a igreja definha, agoniza, morre…Sem ser socorrida. A Igreja é hospital. Jesus é o médico dos médicos. Mas com enfermeiros (pastores) e auxiliares de enfermagem (frequentadores) relapsos muitas vezes o diagnóstico e o tratamento chega tarde demais.

A igreja morre aos poucos porque os clichês e as ideias comuns não são abandonadas. Atitudes práticas sequer são cogitadas. Pegue estes 11 milhões de desigrejados evangélicos. Pergunte a cada deles. Quantos receberam um telefonema, um aceno, um agrado de quem está dentro da igreja? Quantos receberam uma mensagem ou uma palavra de que serão bem recebidos? No fundo, no fundo, virou tudo um salve-se quem puder. O individualismo virou a regra nas Igrejas Cristãs Evangélicas Brasileiras.

O único sentido de coletividade surge para utilizar vitórias individuais para constranger o semelhante. Tenho um carro? Sou melhor do que alguém que não tem. Tenho filhos? Sou superior ao casal sem filhos. Namoro? Ótimo, estou superior ao solteiro, desquitado ou de outro estado civil. Palavras e verbos como amar, doar e compadecer foram substituídos por ter, possuir, vencer, triunfar e massacrar. Normal. Para quem olha o desigrejado com desprezo e desdém.

Jesus Cristo pensou em propagar a sua palavra para a Salvação dos perdidos, mas principalmente para que eu, você e qualquer outro tivéssemos compaixão, amor por aqueles que estão feridos.

Quando alguém aparece para cobrar-me com espirito inquisidor, com ar de superioridade, só porque frequenta uma Igreja Cristã Evangélica, tenho vontade de falar: Se você se considera melhor do que eu porque senta em um banco de igreja todos os domingos, é sinal de que não entendeu nada. Pena.






Carta de um Pai



12/08/2017

Quando Deus me deu essa missão, pensava que tinha todas as respostas, mas o tempo foi passando e analisando o que já tinha feito percebi que tinha muito a fazer e não sabia se conseguiria realizar a mesma.
Ninguém nunca encontrou a receita certa de como ser pai, mas no decorrer de minha pouca existência, aprendi poucas, todavia boas, tais como: Lutar sem forças, resistir o irresistível, ter fé onde só havia dúvidas, Deus e meu alto refúgio socorro bem presente na hora da angústia.
A verdade e que sempre me esforcei para fazer o melhor e mesmo errando e acertando, pois sou um ser humano e como tal terei esse antagonismo lutando em mim. Tentei ser um bom Filho, Marido e Pai ,todavia carrego no peito uma certeza que consola minha alma cansada, e que tentei ser mesmo não tendo a certeza se conseguirei ser. Obrigado Deus por me consolar nos momentos mais difíceis de minha vida, e me amar e cuidar de mim. Rogo-te que assim como cuidaste de mim,peço-te cuide de toda minha família também.






“No Brasil temos muitos Alunos,mas pouquissimos Estudantes afirma neuropedagogo Pier luigi Piazzi.



07/08/2017

"Segundo o renomado escritor Pierluigi Piazzi, inteligência se aprende e se expande, basta ativar o cérebro e aprender a estudar".

A diferença entre ser aluno e ser estudante ficou bem clara na noite de 25 de junho de 2014 durante a palestra “Aprendendo Inteligência”, ministrada pelo renomado escritor e professor Pierluigi Piazzi - o Prof. Pier. O encontro, promovido pela Fundação Instituto de Educação de Barueri (Fieb), foi aberto ao público e aconteceu no Centro de Eventos do Município.

Centenas de pessoas entre estudantes, professores, concurseiros e demais interessados aprenderam como estudar menos e com mais eficiência, além de dar boas risadas, já que a palestra foi esclarecedora e divertida.

Professor Pier, que é autor de vários livros, dentre eles os consagrados “Aprendendo Inteligência”, “Estimulando Inteligência”, “Ensinando Inteligência”, e “Inteligência em Concursos”, começou a palestra explicando por que os anos na escola e nos cursos superiores não são suficientes para obter bons resultados em provas e concursos, sendo necessários cursinhos. Segundo ele, aluno é quem assiste a aula, e isso não é ser estudante. E faz um alerta aos pais: “Em todos os países onde os pais querem que os filhos sejam bons alunos, a educação está no fundo do poço”.

Impulsionando a inteligência

Para ele, o erro está em estudar apenas para provas e para obter boas notas. Dessa forma, garante o professor, o aprendizado não se fixa no cérebro. Para tanto, se baseou em princípios da neurociência - mais uma de suas especialidades - e explicou detalhadamente como usar o cérebro de forma mais proveitosa e impulsionar a inteligência.

Ele apontou os três principais equívocos dos alunos na seguinte ordem: 1 – grave: não saber se comportar; 2 – muito grave: não ler livros como forma de lazer; e 3 – gravíssimo: estudar para a prova.

“Aula é para entender; a famosa lição de casa é para aprender”, afirma. E sentenciou: o estudo é individual, solitário e ativo e só pode ser feito com lápis ou caneta, já que é preciso fazer uso da escrita. “Estudar é escrever. Quanto mais você escreve, mais você aprende. Não tenha preguiça de escrever”, disse Pier.

O especialista criticou o uso exacerbado de tecnologias como smartphones e computadores e, é claro, a internet e as famosas redes sociais. Para ele, esses recursos, além de levarem a distrações, fazem com que o cérebro se acomode. Para fazer o cérebro funcionar é preciso, de acordo com suas palavras, parar de empregar máquinas e promover uma “desintoxicação de internet”, que segundo estudos, provoca queda no Quociente de Inteligência (Q.I.). “Quem tem sucesso no vestibular não é quem sabe mais, é quem é mais inteligente”, garante.

A palestra atingiu seu auge quando o professor demonstrou o funcionamento do cérebro e como fazer para que as informações se fixem nele para sempre. Para tanto, ensinou: é preciso estudar (sozinho e escrevendo) todos os dias, rigorosamente, e ter uma boa noite de sono, pois é só durante o sono que a informação é transmitida para o córtex cerebral, a área que consolida informações de curto prazo em longo prazo. E para que a lição fosse realmente aprendida, recitou o que já é uma espécie de mantra entre seus alunos: “Aula dada... aula estudada... HOJE!”.

E foi ao som dessa lição e de um sonoro “leia!” que o prof. Pier encerrou a palestra. Mas antes, os presentes puderam comprar seus livros com um bom desconto, ganhar autógrafos e tirar fotos com o convidado.










Casamento , uma invenção cristã.



31/07/2017

O casamento é uma das tradições humanas mais antigas e disseminadas pelo mundo, mas é comumente associado à imagem do cristianismo e, mais especificamente, à Igreja Católica. Atualmente, ele é visto como uma ação, contrato, formalidade ou cerimônia que deve ser realizado para estabelecer uma união conjugal, em que os envolvidos têm como propósito a vida em conjunto. Essa vida comum envolve o compartilhamento de interesses, atividades e responsabilidades entre as partes envolvidas.

Porém, as primeiras formas de casamento eram vistas como ferramentas de manutenção de relacionamentos entre grupos sociais. As sociedades tribais anglo-saxãs, por exemplo, viam no casamento uma forma de estabelecer alianças e conquistar aliados, constituindo relações diplomáticas e laços econômicos. Até o século XI, os casamentos eram arranjados pelas famílias dos noivos, que buscavam conseguir perpetuar alianças ou a manutenção do poder econômico familiar ao promoverem casamentos entre famílias com posses maiores ou de tamanho similar.

O consentimento só passou a fazer parte da tradição a partir de 1140 com o Decreto de Graciano, uma obra extensa que trata sobre o direito canônico, estabelecendo regras de conduta e normatizando costumes da Igreja Católica. O consentimento, ou a manifestação voluntária em relação à vontade de unir-se em matrimônio, passou a ser, a partir do século XII, condição para que o casamento fosse realizado.

Por muito tempo o casamento foi amplamente usado na Europa medieval como modo de formar e manter alianças políticas e militares. Reis, príncipes, rainhas, princesas e demais membros da nobreza sujeitavam-se a casamentos com o único interesse de firmar tratados e assegurar a estabilidade econômica de uma região. O caráter irrevogável que a união matrimonial possuía tinha sentido de estabilidade nas relações entre os grupos de interesse. Obviamente, os casamentos entre pessoas “normais” ainda aconteciam de acordo com as estipulações sociais e religiosas.

Embora a criação da Igreja Anglicana, em 1534, e a dissolução do casamento entre o Rei inglês Henrique VIII e a rainha espanhola Catarina de Aragão tenham sido marcos importantes para a contestação do caráter permanente da união matrimonial, foi a partir de 1670 que a indissolubilidade do casamento passou a ser contestada. Decisões parlamentares promoviam a quebra de relações matrimoniais para casos e pessoas específicas, o que se tornou a premissa do divórcio que conhecemos hoje. A partir de 1836, na Europa, o casamento deixou de ser um ato exclusivamente religioso, passando a ser possível a união civil, e não religiosa, ou, ainda, que pessoas não católicas ou de outras religiões se casassem de acordo com seus próprios preceitos.

Hoje, as discussões que envolvem o casamento ainda persistem e representam muito das mudanças que ocorreram em nossas sociedades. O casamento homoafetivo, por exemplo, é amplamente discutido na sociedade atualmente, principalmente nas esferas políticas, onde a pluralidade e a diferença devem ser contempladas, e nas organizações religiosas que se posicionam contra e acreditam ser a única instituição legítima capaz de consagrar a união matrimonial.






91 anos do Direito á Férias.



23/07/2017

Muito aproveitado nos meses de dezembro e janeiro, o direito a férias previsto em lei completa 91 anos nesta quinta-feira (31). Instituído em decreto publicado em 1925, o benefício, inicialmente bastante desrespeitado e com apenas 15 dias de duração, foi um marco no direito trabalhista do Brasil e sofreu várias alterações no decorrer dos anos.
"As férias são consideradas o primeiro benefício geral estabelecido no Brasil para os trabalhadores", diz Eli Alves da Silva, presidente da Comissão de Direito Material do Trabalho da OAB-SP.
Antes do decreto, poucos eram os brasileiros com descanso anual. No setor privado, as férias só existiam nos raros casos em que o empregador as instituía por iniciativa própria -como, na Bahia, o industrial Luís Tarquínio em 1891 e, em São Paulo, Jorge Street em 1917.
Além disso, havia desde 1889 uma previsão específica do benefício para trabalhadores do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, que no ano seguinte foi estendida aos trabalhadores da Estrada de Ferro Central do Brasil.
Em 1933, com o objetivo de tornar mais efetivo o direito até então muito desrespeitado, surgiram várias regras relacionadas a ele que permanecem até hoje: a regulamentação do desconto de faltas, a proibição de o empregado trabalhar para um novo empregador durante o descanso anual e o estabelecimento tanto de um intervalo de 12 meses para que se adquira o direito às férias, quanto de um período subsequente de 12 meses durante os quais elas devem gozadas.
Dez anos depois, em 1943, foi aprovada a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que sistematizou a legislação trabalhista e estendeu o direito a férias aos trabalhadores rurais, deixando ainda de fora, porém, os domésticos -os quais só passaram a ter esse direito em 1972.
O período de descanso anual remunerado foi expandido só em 1949, para 20 dias. Apenas em 1977, por meio de decreto-lei do então presidente Ernesto Geisel, é que os atuais 30 dias foram estabelecidos.
Por fim, em 1988, com a promulgação da atual Constituição, um novo direito foi criado: o adicional de um terço ao salário que se recebe durante as férias.
"O Brasil seguiu uma tradição jurídica latino-americana de acrescer à remuneração das férias uma certa quantia, porque não adiantava você dar descanso sem a possibilidade de se ter um dinheiro extraordinário. Afinal, descansar custa dinheiro", diz o advogado trabalhista Luís Carlos Moro.
"Esse terço a mais é uma reivindicação não só dos trabalhadores, mas das indústrias do turismo, do transporte e dos restaurantes, para que as pessoas tenham uma disponibilidade de dinheiro para fazer frente às despesas de lazer", afirma Moro.


REGRAS VIGENTES
O exercício e a organização do direito de férias contam com uma série de regras específicas. Por exemplo, o período de férias pode ser diminuído conforme o acúmulo durante o ano de faltas não justificadas -ou seja, ausências que não tenham motivos como casamento, doença, morte na família ou alistamento militar.
Outro ponto importante é a possibilidade de o trabalhador "vender" um terço de suas férias, trabalhando para receber a remuneração que seria devida por esses dias.
Se o empregador desejar, o descanso anual pode ser dividido em dois períodos, sendo nenhum deles inferior a dez dias corridos. Vale lembrar, porém, que essa opção é vetada no caso de trabalhadores com menos de 18 anos e com mais de 50 anos.
Um caso específico é o de férias coletivas. "Como é o empregador que tem o poder de escolher quando as férias são gozadas, é muito comum a ocorrência de férias coletivas dos trabalhadores de uma empresa ou de um de seus setores. No caso de algumas carreiras, como a de professor, isso é até regulamentado de forma permanente", diz Moro.
As férias coletivas, que podem durar a totalidade do descanso anual do empregado, precisam ser comunicadas ao Ministério do Trabalho e ao sindicato da categoria.
A regulamentação das férias no caso de fim do vínculo de emprego também conta com detalhes. "Qualquer que seja o motivo da demissão, o trabalhador tem direito à remuneração do período de férias já adquirido e não gozado. A justa causa só rompe o período de férias em aquisição", afirma Moro. Com isso, o demitido por justa causa não tem direito às chamadas férias proporcionais.
As regras, entretanto, podem às vezes ser modificadas por negociações entre representantes de empregados e empregadores.
"Há variáveis que podem mudar no direito de férias através da negociação coletiva, mas sempre para ampliar o benefício do trabalhador. Por exemplo, é possível aumentar o número de faltas que se pode ter sem a diminuição de dias de férias", diz Eli Alves da Silva.

Os direitos relacionados às férias no Brasil, são bem diferentes dos de outros países. Embora haja países ainda mais generosos, como a França e a Suécia, os trabalhadores brasileiros têm na média mais benefícios do que os demais.
Em estudo organizado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) em 2012, foi feita uma comparação da duração das férias nos países de todo o mundo. O benefício foi medido em cada país pelo número de dias úteis -dessa forma, o tamanho das férias no Brasil foi estimado em 21 dias úteis, descontando dos 30 dias corridos os finais de semana e possíveis feriados.
A duração do descanso anual varia entre 5 dias úteis, como na China, e 28, na Grã-Bretanha. No caso dos britânicos, porém, os feriados são incluídos na contagem de férias, o que quer dizer que os brasileiros teriam vantagem na comparação de dias sem trabalho em geral -34 contra 28.
"Muito poucos países estabelecem férias mais longas do que o Brasil. Na maioria dos casos, o benefício é mais curto. Então, pode-se dizer que a nossa legislação é bastante protecionista nesse ponto", afirma Gisele Carneiro, gerente-sênior de impostos na área trabalhista da consultoria EY (antiga Ernst & Young).
Entre os países com férias mais longas do que o Brasil, segundo a OIT, estão a França e a Suécia, que concedem 25 dias úteis de férias aos trabalhadores.
Atrás do Brasil aparecem todos os vizinhos latino-americanos: chilenos e bolivianos contam com 15 dias úteis de férias, argentinos e chilenos com 10 e os mexicanos com apenas 6.
Na Europa, a duração mais comum do benefício -casos de Alemanha, Itália e Rússia, por exemplo- é de 20 dias úteis, um pouco menor do que no Brasil. Já na Ásia, as férias costumam ser menores, com 6 dias úteis na Tailândia, 7 em Cingapura, 8 no Japão e 15 na Coreia do Sul.
Um caso peculiar é o dos Estados Unidos, onde não há um mínimo obrigatório de férias. Ainda assim, a maioria dos empregadores oferece algum período de férias, em geral entre 6 e 20 dias corridos, de acordo com estudo feito em 2014 pela Society for Human Resource Management, associação dedicada à administração de recursos humanos. Em alguns casos, porém, nenhum dia de férias é concedido.
A "generosidade" das leis sobre férias no Brasil, entretanto, pode ter suas vantagens para o empregador. "Embora o protecionismo da legislação brasileira às vezes assuste as empresas estrangeiras, as férias têm importância até pela saúde do empregado, e podem ajudar na produtividade", diz Carneiro.






Festas Juninas - inofensiva ou não?



26/06/2017

A festança dos santos de junho

Antônio, João e Pedro são, até hoje, os santos mais populares do Brasil. Mas o que poucos sabem é que toda essa alegria remonta à Antigüidade, quando por toda a Europa festejos pagãos comemoravam no mês de junho o início do preparo da terra para o plantio. Hoje, a festança começa no dia 12, véspera de Santo Antônio, e termina no dia 29, dia de São Pedro. Mas o auge mesmo é a noite de 23 para 24, dia de São João Batista, o santo fogueteiro.

O começo de tudo - Na Antigüidade, quando a ciência ainda não havia explicado o funcionamento do universo, as alterações no clima eram atribuídas à magia e aos deuses. Dias quentes e ensolarados, depois dos meses frios do inverno e dos dias amenos da primavera, eram considerados uma bênção divina. Assim, os povos daquela época criaram rituais para garantir a boa vontade e a bondade das divindades responsáveis por esses fenômenos.

Você sabia que antes de o cristianismo dominar a Europa, as festas juninas comemoravam a deusa Juno, mulher de Júpiter, que fazia parte do panteão do Império Romano? Com o tempo, as festas joaninas, realizadas em junho, acabaram sendo mais conhecidas como "juninas".

Sincretismo religioso. Quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Ocidente, no século IV, as principais celebrações pagãs foram sendo incorporadas ao calendário das festas católicas. Foi assim com o Dia de Todos os Santos e também com as festas juninas. Já no século VI, a Igreja Católica reservou o dia 24 de junho para comemorar o nascimento de São João Batista, que, segundo a Bíblia, batizou Jesus Cristo. Aos poucos os cristãos foram criando novos mitos para explicar as práticas anteriores (pagãs). Estavam fazendo o que hoje chamamos sincretismo religioso. Por exemplo: para justificar o uso do fogo na festa cristã, conta-se que Santa Isabel teria acendido uma fogueira para avisar Maria - sua prima - do nascimento de seu filho João Batista. As comemorações foram ampliadas no século XIII, incluindo o dia da morte de Santo Antônio de Pádua, 13 de junho, e o da morte de São Pedro, 29 de junho.

Cada um dos santos

Somente a partir do século VI os santos católicos Antônio, João e Pedro foram associados às alegres festas de junho. Foi uma forma de a Igreja Católica não só homenagear seus santos mais populares, mas também ofuscar a antiga tradição pagã que predominava nas festas juninas.

Tudo o que uma festa junina deve ter

Fogueiras - Além de ser um elemento de reunião das comunidades e famílias, a fogueira tem outros significados milenares: proteção contra maus espíritos, purificação, agradecimento e homenagem a deuses.

Fogos de artifício - Segundo a tradição popular, o barulho dos fogos de artifício espanta maus espíritos e acorda São João para a festa.

Balões - Simbolizam a oferenda aos céus para a realização de pedidos ou agradecimento de desejos satisfeitos.

Lavagem do santo - A tradicional lavagem de São João, no dia 24 de junho, é um batismo simbólico. Segundo a crença popular, no momento da lavagem a água do rio passa a ter poderes de cura. É por isso que os participantes molham os pés, o rosto e outras partes do corpo e guardam um pouco de sua água.

Levantamento do mastro - O mastro de São João é fincado no solo e a seu redor são lançados pedaços de unha, fios de cabelo e sementes, simbolizando o desejo de fertilidade. Apesar de ser "de São João", os três santos homenageados estão representados em sua ponta.

Casamento caipira - Uma das mais divertidas tradições das festas juninas é, sem dúvida, o casamento caipira - também chamado de "casório matuto". A representação, em tom de brincadeira, é cheia de malícia e conotações sexuais. A história sofre pequenas variações, mas o enredo é sempre o mesmo: a noiva fica grávida antes do casamento e os pais obrigam o noivo a se casar com ela. Desesperado, o noivo tenta fugir, mas é impedido pelo delegado e seus soldados, que arrastam o "condenado" ao altar e vigiam a cerimônia. Depois que o casamento é realizado, inicia-se a quadrilha."






O MEDO ATRAI TUDO O QUE SE TEME!



20/06/2017

O MEDO ATRAI TUDO O QUE SE TEME!

Eu tenho medo de tudo o que seja mais forte do eu e tenha poder de me ferir.

Portanto, não entro em jaula de leão, não abraço cão que eu não conheça, não monto em cavalo brabo, não pulo no Rio Amazonas, não mergulho em Igapó, não entro no mar quando ele está ressacado; não procuro caminho ruim se levo minha mulher ou filhos comigo; vigio a minha casa, fechando as portas; não brinco com bicho venenoso, não fico à toa com metal na mão quando chove e há raios; não escolho o caminho da turba...

Entretanto, se o leão, o cão, o cavalo, a cobra, o assaltante, o ladrão me atacarem, eu viro bicho; viro leão, viro cão, viro a besta do cavalo brabo.

E perco o medo!

Papai me dizia desde menino:

“Fuja de tudo o que você puder fugir como mal, mas se não der mais, então, coma a onça, engula a cobra, devore o bicho..., pois, será a sua única alternativa; mas lembre: de um certo ponto em diante, nunca corra, nunca vire as costas... — afinal, a hora será de enfrentamento...”

Isto é com o mundo natural...

Mas e o perverso?...

Ora, suporto o perverso e não brigo com ele.

Mas um perverso tentando seqüestrar a minha família terá de matar.

Sim; pois, todo o temor que me faz evitar tudo o que seja realmente perigoso, some quando o perigo se me torna uma ameaça real...

E, aí, então, o bicho sou eu...; posto que pela agressão à vida o meu medo desapareça.

Por outro lado, se temo os poderes da natureza ou do ódio humano até que seja impossível retornar em razão da realidade do ataque, por outro lado, as demais coisas não me assustam nem antes, nem durante e nem depois.

Não tenho medo da morte, nem do diabo, nem dos demônios, nem de anjos, nem de criaturas com poderes espirituais, nem de Óvnis, nem de Ets, nem de coisas espantosas, nem do fim do mundo, nem de nada...

Assim, tenho medos racionais e que devem ser parte de meu sentido sadio de auto-preservação.

Mas esses outros poderes..., acerca dos quais Jesus me deu a garantia de que, estando eu Nele, tais poderes rosnem para mim, mas já não me mordam — não me assustam; pois, são cães que ladram mas já não mordem...

Temo a maldade dos homens, pois, eles são maus e podem fazer mal.

Mas a maldade do diabo está limitada pela fé que a pessoa tenha em Jesus.

Assim, não tema a morte, pois ela não mata e já morreu.

Não tema o diabo, pois, ele está amarrado quanto a fazer mal à sua vida, se você crer.

Não tema nada que não seja deste mundo, pois, o outro mundo obedece ao poder de seu espírito em Cristo; e, neste mundo, a maldade natural, por seu turno, tem a permissão/poder/dimensional de nos fazer o mal físico, se for o caso.

De mesmo modo, não tema o futuro, nem as coisas espantosas, nem as dores por vir, nem as tribulações, nem a Besta, nem a Babilônia, nem a Grande Prostituta, nem o Dragão, nem a morte e nem o inferno — pois, na Cruz, já estão despojados e com seu destino garantido: o Lago de fogo.

Jesus queria que Seus discípulos não temessem nada.

“Não temais; ó pequenino rebanho, pois, meu Pai agradou-se de dar-vos o Seu reino!”

Medo exala... Vibra... Conta de si mesmo sem palavras... Convida o atacante... Estimula-o... Faz o mal sentir que a pessoa o quer por medo...

Por isto, não tema nada. O medo apenas realiza o temor.

O que recomendo, então? Macheza?

Ah, não! Jamais!

Macheza não adianta contra o medo essencial.

O que recomendo é a única coisa que pode vencer o medo em nós, que é a Confiança que decorre da certeza do amor de Deus por nós, conforme Paulo garante em Romanos Oito.

Ande com medo e os passarinhos, os gatos, os cães, as cobras, os ratos, as baratas, os insetos, os grandes animais e os pequenos, os homens maus, os oportunistas, os golpistas, os estelionatários, e os sedutores... — saberão disso; e, por tal razão, atacarão você.

O medroso sempre é atacado!...

Viva com medo e tudo assombrará e até atacará você.

Ande sem medo e apenas lhe atacará aquilo que em atacando não o assustará; pois, até os cães sabem a quem atacar.

Uma alma com medo é um Outdoor de convite a ser agredida, abusada, usada, e, depois, descartada.

Confie. Ande sem medo.

O Verdadeiro amor de Deus em nós, em se aperfeiçoando, nos livra de todo medo, e reduz os ataques ao apenas inevitável.

O que tira o medo do coração é crer que nem morte, nem vida, nem coisas do presente ou do porvir, e nem qualquer criatura, desta ou de qualquer dimensão, não terão o poder de vencer você; posto que em Jesus você não apenas esteja garantido, mas, também, já seja mais do que vencedor.

Pânico é o mal desta era...

É a doença do medo em estado de desamparo...

Cuide para que sua alma não se torne um berço fofo para a instalação do pânico.

Crescendo sem pai, sem mãe, sem avô e avó, sem amparo, sem amor, sem cuidado, sem Deus e sem fé, hoje, até as crianças já sentem pânico, desde a idade mais tenra.

Portanto, seja você uma ilha de Confiança para você mesmo e para os que estejam ao seu redor. Não porque você seja o “chão” dessa “ilha”, mas porque nela você pise no chão da Rocha Eterna.

Chegará a hora em que o maior bem de um homem será a sua confiança; pois, por ela, andará entre serpentes abrasadoras sem temer o mal.

Este é o meu salmo 91 para você nesta manhã de 7 de abril de 2009.

Nele, em Quem minha alma vive confiante,

Caio






Napoleon Hill,as 16 leis do sucesso.



18/06/2077

Napoleon Hill nasceu em 26 de outubro de 1883 no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos em uma família pobre e morreu no ano 1970. Quando tinha 10 anos de idade sua mãe morreu e, em seguida, se tornou um filho rebelde.

Aos treze anos escreveu um pequeno jornal chamado “Mountain Reporter”. Ele começou a estudar Direito, mas teve que sair devido a problemas financeiros.

Em 1908, por causa de suas reportagens para o jornal, Napoleon Hill teve a oportunidade de entrevistar o industrial Andrew Carnegie, que não só era o homem mais rico do mundo na época, mas o segundo homem mais rico que a humanidade já conheceu, depois de John D. Rockefeller. [carece de fontes]

Andrew Carnegie, na ocasião com 73 anos, viu um brilho diferente nos olhos de Napoleon Hill e decidiu revelar ao jovem repórter a sua crença de que seria possível, por meio de extenso trabalho de pesquisa, identificar em homens de triunfo características que poderiam ser desenvolvidas nas pessoas. Era a ciência pela qual tinha prosperado e se tornado um homem tão importante, uma espécie de fórmula para o sucesso. Uma seleção de virtudes, que se combinadas em uma personalidade garantiriam o completo êxito de tal indivíduo. Disse que era necessário identificar as características dos homens e mulheres de sucesso e que poderiam ser implementadas pelo homem comum, contanto que houvesse um método.
No começo do século XX, um dos empresários mais bem-sucedidos dos Estados Unidos, Andrew Carnegie, decidiu que queria saber quais eram os denominadores comuns entre todos os grandes homens de sucesso da época.
Para isso, contratou um jovem chamado Napoleon Hill e deu a ele a tarefa de estudar – durante 20 anos – sobre as 6 mil pessoas mais ricas e poderosas do mundo e descobrir o que elas tinham em comum. Hill não só as estudou como também entrevistou pessoalmente centenas delas, incluindo nomes como Thomas Edson, Graham Bell, George Eastman, Henry Ford, John Rockfeller, Theodore Roosevelt e Woodrow Wilson.
1. Associação com outras pessoas com o mesmo perfil de pensamento
A primeira lei revela que todos os grandes homens tiveram que se associar a outras pessoas para conseguir realizar os seus objetivos. Uma vez que todos compreenderam a interdependência, buscaram principalmente pessoas que seguiam uma mesma linha de pensamento. Assim, todos trabalhavam em rapport com seus sócios.
Napoleon Hill afirmava que a união de duas ou mais mentes gerava um todo que era maior do que a soma das partes, o que ele chamou de Master Mind – ou Mente Mestra. Sozinhos, nenhum deles teria conseguido o sucesso que conseguiu.
2. Objetivo principal definido
Outro ponto que ficou bastante claro durante a pesquisa foi que todas as pessoas que realizam seus sonhos tinham um objetivo principal claramente definido em suas mentes, muitas vezes ricos em detalhes.
Muita gente diz que quer mudar de vida, mas quando são perguntadas o que realmente querem, se atrapalham para dizer. Sabem que não querem continuar do jeito que estão, mas não tem um objetivo claro de onde querem chegar, do que querem realmente mudar.

O objetivo principal na vida deve ser escolhido com um grande cuidado e, depois de escolhido, deverá ser escrito e colocado num lugar onde se possa vê-lo pelo menos uma vez por dia. Isso tem por efeito psicológico impressionar o subconsciente da pessoa de tal maneira que ela aceita esse propósito como um lema, um projeto, uma “planta” que finalmente dominará as suas atividades na vida e a guiará, passo a passo, para a consecução desse objetivo. – Napoleon Hill

Sem ter um objetivo traçado, é muito complicado realizar alguma coisa. Não devemos ser 100% orientados a meats, contudo se não tivermos um lugar para onde ir, será difícil saber como chegar lá.
3. Confiança em si próprio
As pessoas de sucesso entrevistadas demonstravam grande confiança em seu potencial. Se não para resolver o problema, para saber quem chamar para resolver. A autoconfiança é essencial para quem quer empreender algo. Quem vai confiar um investimento em alguém que não demonstra segurança? Qual cliente vai comprar algo de alguém que duvida de si mesmo?
4. Economia
A quarta lei das pessoas de sucesso é o hábito da economia. Em uma tradução mais moderna, podemos dizer que educação financeira é uma das regras essenciais para quem quer obter sucesso.
Embora o dinheiro não seja a única ferramenta para medir o sucesso de uma pessoa, quando estamos falando de negócios e empresas (que era o caso da maioria dos entrevistados de Napoleon Hill), essa é sim a principal medida de sucesso.
O estudo mostrou que os entrevistados sabiam controlar suas finanças e assim tinham sempre dinheiro para investir em oportunidades e para arriscar empreendimentos que, se não dessem certo, também não os iria deixar no meio da rua.
5. Iniciativa e Liderança
Um outro ponto bastante claro na pesquisa foi o de que todos os entrevistados tinham um perfil de líder e não de seguidor. Todos tomaram a iniciativa de assumir o controle de suas próprias vidas, de empreender, de sair da mesmice e levar outros associados juntos no caminho.
Embora algumas pessoas realmente não tenham o perfil de liderança, acreditamos que isso pode ser trabalhado e melhorado. Para levar outras pessoas a trabalharem com você em uma iniciativa própria ou mesmo para convencer outros a comprarem seus serviços e produtos, é preciso demonstrar liderança.
6. Imaginação
Pensar fora da caixa. Essa é a sexta lei do triunfo identificada por Napoleon Hill entre os homens bem-sucedidos que ele entrevistou. Boa parte deles precisou muitas vezes usar a imaginação para pensar em um negócio que não existia, para criar uma solução na qual ninguém pensou antes, para criar coisas novas.
Existe uma série de técnicas para desenvolver a imaginação e a criatividade, mas o ponto principal é você forçar-se a mudar suas rotinas de ações e pensamentos e não ter receio de experimentar coisas novas.
7. Entusiasmo
Aqui chegamos a um ponto muito importante. Muita gente parece ter um desejo de mudar de vida, mas acaba não indo em frente. É como se faltasse o combustível para levar o carro adiante.
Segundo a pesquisa encomendada por Andrew Carnegie, esse combustível que move homens e mulheres rumo a grandes descobertas e empreendimentos é o entusiasmo. Grande parte dos maiores realizadores do mundo eram absolutamente apaixonados por seus objetivos principais definidos, a ponto de isso despertar neles grande entusiasmo para seguir em frente mesmo quando todas as condições pareciam adversas.

O homem geralmente triunfa com mais facilidade num campo de esforços em que se lança de corpo, alma e coração. – Napoleon Hill

Criar entusiasmo em si mesmo – literalmente viver com paixão – é um dos desafios mais intensos e prazerosos que você pode impor a si mesmo.
8. Autocontrole
O oitavo ponto bate muito com o quinto: ter autocontrole é, na verdade, ser o líder de si mesmo. É pensar no longo prazo, avaliar as consequências de cada ação, ter a ideia exata de que tudo o que você faz ou o aproxima ou o afasta do seu objetivo principal definido.
Não ser escravo das tentações mundanas ou de estados alterados de consciência – como a embriaguez, por exemplo – é um passo essencial para quem quer estar no comando da própria vida.
9. Hábito de fazer mais do que a obrigação
Segundo Napoleon Hill, existem dois tipos de pessoas que não vão para a frente:

Aquelas que não fazem o que lhes é pedido
Aquelas que só fazem o que lhes é pedido

Se você quer se destacar em sua área de atuação, precisa criar o saudável hábito de andar a milha extra: sempre fazer mais do que lhe pedem, sempre fazer mais do que é obrigado a fazer. Do contrário, você será apenas uma pessoa mediana, igual a tantas outras.
10. Personalidade atraente
Os negócios são resultados diretos de interações humanas. Cultivar uma personalidade atraente é ser uma figura agradável, simpática, bem apresentada. Não estamos falando aqui de padrões de beleza e sim de comportamentos que o tornem uma companhia agradável para os outros.
Existem pessoas que não fazem a menor questão de serem simpáticas. Elas estão no direito delas, porém para quem quer levar sua carreira a patamares mais altos, além de competência, é preciso ser uma companhia no mínimo agradável.
11. Pensar com Exatidão
Ter foco é outra lei essencial para quem quer obter sucesso. Devemos aprender a dirigir os nossos pensamentos somente para os assuntos, fatos e informações que, de alguma forma, nos deixarão mais próximos de nosso objetivo principal definido.
A meta é passar a raciocinar dedutivamente, apenas com base em fatos comprovadamente verdadeiros, que possuam importância real e que sejam úteis de alguma maneira.
12. Concentração
Esse ponto parece ser muito mais difícil hoje em dia do que na época em que a pesquisa foi realizada. Isso porque hoje boa parte da humanidade sofre com distúrbios de déficit de atenção. As novas tecnologias e seus processos multitarefas nos oferecem tantas coisas que cada uma delas recebe apenas uma pequena fração da nossa atenção. O resultado são trabalhos mal-feitos, falta de foco, sensação de excesso de informação e um grande sentimento de frustração.
A saída aqui é treinar a própria mente para pensar com exatidão. Técnicas de meditação e o hábito de lidar com apenas uma coisa de cada vez, com foco total, são úteis para esse tipo de treinamento.
13. Cooperação
Além de se associar com pessoas com a mesma linha de pensamento, os homens de sucesso entendem que a cooperação é o melhor caminho para a realização pessoal e coletiva. Isso inclui ver os concorrentes apenas como outros players do mercado, não como inimigos. Significa ver os funcionários não como escravos, mas como pessoas que estão colaborando para tornar o seu sonho realidade.
A cooperação deve se dar em todos os níveis, pensando não somente no interesse próprio, mas também no bem-estar das pessoas com quem você se relaciona.
14. Fracasso
Como o fracasso pode ser uma das leis do sucesso? É simples: todas as pessoas que atingiram uma grande realização na vida, fracassaram algumas vezes antes. Na verdade, como diria Thomas Edson, aprenderam maneiras de “não inventar a lâmpada”.
O fracasso deve ser visto como um grande aliado. Cada vez que você falha, você descobre uma maneira de não realizar o seu objetivo. Elimina um caminho. Continue fazendo isso até você achar a trilha ideal.
Anthony Robbins em seus treinamentos pergunta: quantas vezes você deixaria o seu filho cair antes de desistir de ensiná-lo a andar? As pessoas respondem com simplicidade: ora, ele vai cair até conseguir andar. E aí está a fórmula mágica do sucesso! Não existe maneira de fracassar, apenas de aprender como não chegar lá.
15. Tolerância
Para lidar com o fracasso, com as limitações de outras pessoas e as suas próprias, com as adversidades que a vida nos impõe, é preciso ter uma boa dose de tolerância e paciência.
Você já deve ter percebido que não existe ninguém no mundo que consiga ter todas as coisas sob controle. Coisa que queremos não acontecem. Coisas que não queremos acontecem. O segredo é nos desapegar de querer controlar tudo e ter tolerância e paciência para ir acertando e errando até chegar onde queremos, seguindo sempre em frente.
A maior recomendação que alguém que está buscando uma melhoria na qualidade de vida pode receber é a de aproveitar toda a jornada, não apenas a realização da meta. O momento em que você realiza o objetivo é muito fugaz perto de todo o caminho que você tem para percorrer até ele.
Se você condicionar sua felicidade somente à realização dos objetivos, estará se condenando a uma vida triste.
16. Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo
Conhecida como A Regra de Ouro, essa lei é usada em grande parte das religiões e filosofias de vida já criadas no mundo. Se ela fosse realmente levada a sério, viveríamos um mundo bem melhor.
No momento em que você percebe que somos todos – seres vivos e meio-ambiente – uma única rede interdependente, que a ideia de eu como uma coisa distinta e independente nada mais é do que uma ilusão, aí, meu amigo, temos uma grande oportunidade de nos libertarmos de padrões limitadores. Tratar as outras pessoas como a si mesmo é um passo importante para essa compreensão.






A História do termo Pé Rapado.



14/06/2017

Na Europa setentrional do século XVIII, no auge do iluminismo uma espécie de ritual foi resgatado pelos burgueses (ritual esse que é originário dos tempos mais remotos aquém do periodo paleolítico).

O ritual consistia em uma série de provações e sacrificios oferecidos a deuses em nome de uma determinada graça conseguida.

Para o iluminismo o homem era um ser extraordinariamente especial e sua inteligência uma legitima representante da grandiosidade do universo que tem como simbolo mór a luz!

A luz sempre foi associada a coisas grandiosas, a espiritualidade e ao sublime.Os novos ricos iluministas, aqueles que enriqueceram com o desenvolvimento tecnológico e com a revolução industrial aderiram a esse ritual que consistia em passar sobre 17 metros de brasa com os pés descalsos de 2 em 2 dias durante um mês inteiro, consequentemente, após um certo tempo, o novo rico (que era visto de forma pejorativa principalmente pelos nobres tradicionais) estaria já acostumado com a brasa e criaria uma espécie de crosta na sola dos pés como uma resposta protetora do sistema imunológico(esse processo completo demoraria alguns anos ou até mesmo toda uma geração).

Daí, quando alguém se canditava a casar com uma filha de nobre, os seus pais obrigavam o candidato a passar pelo caminho de 17 metros de brasa, caso o individuo passasse sem reclamar ele já estaria (no minimo) acostumado com o ritual o que significaria que ele já detem posses a algum tempo e talvez já não seja mais a primeira geracao do novo rico e seja fruto de uma árvore genelógica (pelo menos inicialmente) nobre.

Se ele não conseguisse suportar a provação, nao teria ainda a tal crosta e seria um “novo rico” ou, como os gregos falavam “footis lisus” ou, brasileiramente, “pé liso, ou rapado”.

Ou seja um ser desprezivel sem posses e sem tradição!

Um “pé rapado”.






Santo Principe da França,Clodoaldo.



07/06/2017

Clodoaldo foi o primeiro príncipe francês a ser canonizado. Nasceu por volta do ano 530, sendo neto do rei da França convertido por sua esposa, Santa Clotilde, de onde recebeu sólida formação catequética. Quando adolescente assistiu o massacre dos seus irmãos feito por inimigos políticos do seu pai, Clodomiro, rei de Orléans. Quando adulto queria se vingar, mas a história de vida levou-o a conhecer São Severino que o indicou ao mosteiro, onde foi ordenado e tornou-se missionário. Como simbologia da sua conversão, cortou os cabelos longos, levando em consideração que este era sinal da autoridade e vírilidade que possuía vindo assim a renunciar os direitos do trono. Atuou como pregador na cidade de Nogent, próximo a Paris, as quais trazia a conversão de grandes fieis e auxiliava os demais cristãos a enfrentar os desafios dos seus cotidianos . O testemunho de São Clodoaldo está no ato de que ele mostrou ser um exemplo de vida nova,onde anulou o sentimento de vingança , e procurou rezar para que seja promovida a paz aonde quer que se encontre. São Clodoaldo morreu por volta do ano 600,






Oscar Niemeyer,o Arquiteto que construiu Brasília.



04/06/2017

Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares Filho nasceu em 15 de dezembro de 1907 no Rio de Janeiro. Estudou no Colégio Santo Antônio Maria Zaccaria.

Em 1928, com 21 anos, casou-se com Annita Baldo e com ela teve uma filha. No ano seguinte, iniciou seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro (atual UFRJ).

Concluiu o curso de Arquitetura em 1934 e logo foi trabalhar com um dos mais renomados arquitetos brasileiros: Lúcio Costa (1902-1998).

Ali conhece o arquiteto e urbanista suíço Le Corbusier (1887-1965). Em 1968 foi convidado por Lúcio Costa para participar de Feira Mundial de Nova York, nos Estados Unidos.

Em 1945 Oscar se integra ao Partido Comunista Brasileiro (PCB). Após dois anos, retorna à Nova York uma vez que foi indicado para participar do desenvolvimento do projeto da sede da ONU.

Em 1949 Oscar foi agraciado com o título de “Membro Honorário da Academia Americana de Artes e Ciências”.

Em 1954 viajou para a Europa com o intuito de participar de um projeto de reconstrução da cidade de Berlim, na Alemanha.

No mesmo ano, trabalhou na Venezuela no projeto do Museu de Arte Moderna de Caracas. Além disso ele ficou encarregado do projeto arquitetônico do Parque Ibirapuera, em São Paulo.

Um de seus projetos mais conhecidos no parque é o Auditório Ibirapuera, concebido pelo arquiteto em 1950 e inaugurado em 2005. O equipamento cultural possui 7 mil m2 de área construída e 4.870 m2 de área projetada.

Curioso notar que até 2014 era chamado somente de Auditório Ibirapuera. No entanto, para homenagear o arquiteto, o prefeito da cidade, Fernando Haddad, sancionou a Lei n.° 16.046, alterando o nome da construção para: Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer.

No Rio de Janeiro, Oscar fundou a Revista Módulo em 1955, que anos mais tarde foi banida pelo governo militar.

No final dos anos 50, Niemeyer foi convidado pelo presidente Juscelino Kubitschek a participar da construção da capital do Brasil: Brasília.

Por conta disso, ele foi nomeado Diretor do Departamento de Urbanismo e Arquitetura da Novacap. Após a construção de Brasília em 1960, trabalhou como coordenador da Escola de Arquitetura da Universidade de Brasília (UNB) de 1962 a 1965.

Em 1963 foi agraciado pelo "Prêmio Lênin da Paz", na URSS. No mesmo ano, foi nomeado membro honorário do American Institute of Architects (Instituto Americano de Arquitetos) nos Estados Unidos.






Adolf Hitler,usava os meios de comunicações para manipular as massas.



21/05/2017

Adolf Hitler nasceu em 20 de abril de 1889 em Braunau am Inn, uma cidade da Áustria-Hungria (hoje em dia localizada na Áustria), próximo a fronteira do Império Alemão.[13] Ele era um dos seis filhos nascidos de Alois Hitler e Klara Pölzl (1860–1907). Três dos seus irmãos — Gustav, Ida e Otto — morreram ainda na infância.[14] Quando Hitler tinha apenas três anos, sua família se mudou para Passau, na Alemanha.[15] Lá ele adquiriu um dialeto bávaro, que trouxe uma marca reconhecível a sua voz.[16][17][18] A família retornou para a Áustria e se assentou em Leonding em 1894 e em junho de 1895 Alois se aposentou em Hafeld, próximo de Lambach, onde ele passou a criar abelhas. Hitler estudou numa Volksschule (escola pública) próximo a Fischlham.[19][20]

A mudança para Hafeld coincidiu com um aumento nos conflitos pai-filho causado com a recusa de Hitler de se conformar a estrita disciplina de sua escola.[21] A ideia da fazenda de abelhas de Alois Hitler em Hafeld terminou em fracasso e em 1897 a família se mudou para Lambach. Aos oito anos de idade Hitler começou a ter aulas de canto e chegou a se apresentar no coral de sua igreja. Neste período até considerou virar padre.[22] Em 1898 retornou novamente para Leonding. A morte do seu irmão mais novo, Edmund, devido ao sarampo, em 1900, afetou muito Hitler. Ele mudou de uma pessoa confiável, extrovertida e um aluno consciencioso para um rapaz taciturno e desapegado que batia de frente com seus pais e professores.
A propaganda nazista foi o principal instrumento de ascensão e um dos principais pilares de sustentação do regime de Adolf Hitler, o austríaco que assumiu o poder na Alemanha em 1934 - depois de haver perdido as eleições de 1932 - e viria a desencadear a II Guerra Mundial.
É verdade que a arte de convencer pela palavra é bem mais antiga. Em sua forma moderna, a propaganda política foi inaugurada pelo bolchevismo, especialmente por Lênin e Trotski. Mas, mesmo antes deles, houve líderes que reconheceram sua importância. Napoleão Bonaparte, por exemplo, dizia: "Para ser justo, não é suficiente fazer o bem, é igualmente necessário que os administrados estejam convencidos. A força fundamenta-se na opinião. Que é o governo? Nada, se não dispuser da opinião pública”.
No entanto, é preciso reconhecer que foram Hitler, o ditador alemão dos anos trinta e quarenta do século XX, e Joseph Goebbels, seu ministro da propaganda, que utilizaram com maior sucesso as técnicas de controle da opinião pública, dando, assim, o contorno definitivo à propaganda moderna. Orador inflamado e líder carismático, Hitler usou a propaganda de forma espetacular para unificar o país. Identificou e rotulou os inimigos comuns, os judeus e os comunistas, e o alvo, o Tratado de Versalhes, que tinha imposto ao país condições desconfortáveis ao final da Primeira Guerra.
Podemos dizer que um dos pontos positivos da propaganda nazista é que ela revelou a engenharia interna da propaganda política, constituída por um mix de técnica, arte e ideologia. Isso, em si, não tem partido. Ou, como diz José Nivaldo Júnior em Maquiavel, O poder, “a diferença está na arte de quem a executa e na ideologia que a dissemina”. Outro ponto positivo foi estruturar a propaganda política de maneira sistêmica, incluindo não apenas o uso da mídia formal, da mídia alternativa mas de todos os aspectos da comunicação política, avançando para a redação dos discursos, a cenografia adequada, o efeito hipnótico do grito de guerra, dos holofotes, do jogo de luzes, da cadência da marcha, da logotipia, da identidade visual etc. O lado negativo é que fazia apologia da mentira, por achar que apenas a constância e a continuidade da mensagem bastariam para perpetuar seu regime e sua ideologia, cujo resultado final se contabiliza em milhões de vítimas inocentes.





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