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A NOVA/VELHA ORDEM MUNDIAL

A RETOMADA DAS FORÇAS DE DOMINAÇÃO



30/01/2017
A AMEAÇA DO PROGRESSO INFINITO A AMEAÇA DO PROGRESSO INFINITO

Os últimos acontecimentos em nível mundial, quais sejam: a recente vitória do partido Conservador na Inglaterra; a vitória de Trump nas eleições americanas; e a aparente manutenção da direita conservadora nas eleições da França evidenciam a reorganização do modelo imperialista das potências desenvolvidas.
E, ao contrário dos céticos, que gritam ao mundo que não temos nada a ver com as movimentações geopolíticas acima citadas, devemos refletir sobre o grau de interferência que as mesmas têm em nosso cotidiano, enquanto membros de uma mesma civilização.
Nos EUA, desde a vitória de Obama, o primeiro Presidente negro da história americana, foi criado, principalmente pela população negra daquele país, muitas expectativas no intuito de que algumas mudanças pudessem ocorrer no dia a dia do americano. Expectativa essa compartilhada também por vários brasileiros.
Todavia, ao contrario daquilo que foi sonhado por muitos nunca se matou tanto negro naquele país, a classe média americana se encontra com sue rendimentos estagnados desde 1977, embora o PIB fosse 50% maior. O aparato ideológico usado pela classe rica no intuito de manter a grande massa pobre acreditando na valorização das liberdades individuais não conseguiu mais explicar a imensa desigualdade social que se instalara ali.
Pior, o que vemos hoje no mundo americano ( decreto impedindo imigração, ataque a políticas que levaram décadas para serem consolidadas, entre outras) encaminha os EUA ao um vácuo que não será preenchido por forças do bem, na medida que isola o país deixando-o suscetível aos mais diversos tipos de ataque a humanidade, dos quais o próprio povo do Tio Sam já foi vítima.
Dessa forma, a tolerância camuflada aos negros, aos de outra religião vão dando azo ao ressurgimento do xenofobismo, racismo e outros ismos que hoje permeiam a realidade americana. Prova maior disso é termos, por exemplo, que assistir como mero expectador a KU KLUX KLAN nas ruas dos EUA comemorando a vitória de Trump!
Na Inglaterra (REINO UNIDO) a situação não se mostra diferente. As fichas apostadas nas eleições de 2015 por aqueles que não concordam com o modo de ser Thatcherista/Blairista foram todas arrebatadas com a vitória do Partido Conservador no parlamento, os quais souberam usar o discurso parecido com o de Trump nos EUA insuflando contra a ameaça do Terrorismo, e dos imigrantes na melhor fala nacionalista “precisamos defender os interesses do povo inglês”.
Nesse diapasão o quadro que se apresenta, desde então ali, aponta para uma possível manutenção do modelo conservador inglês, haja vista a demandada de ideais do Partido Trabalhista por parte de seus representantes atuais e o fortalecimento dos partidos de direita nas eleições de 2015.
Não se pode olvidar, por conseguinte, que nessas mesmas eleições do Reino Unido os partidos de oposição foram empurrados para a marginalidade da representação democrática, embora ganhando 56 dos 59 assentos a que têm direito (pequena porcentagem do parlamento inglês), restando apenas a estes (no caso a Escócia) a tentativa de uma independência, que já fora tentado uma vez sem sucesso.
Na França, após a derrota da ala conservadora em 2012, o “Socialista” Francois Hollande, recentemente aumentara a jornada de trabalho, além de promover outras ações antipopulares, tais como concessões a empresários, quando prometia, em campanha, guerra a esse tipo de modelo financeiro.
O mandatário francês se revelou contra seu discurso de campanha e ainda confessou ter autorizado mortes contra supostos terroristas no exterior, além de continuar a política de envio de tropas francesas para países em guerra na África, Iraque e Líbia entre outros, demonstrando claramente o pensamento imperialista, sob o pretexto da guerra ao terrorismo.
Esse quadro de instabilidade, aliado aos recentes atentados à França, a falta de solução para acabar com os mesmos, e as medidas que vão de encontro ao Trabalhador, frustraram o que era pra ser um projeto social para aquele país, fazendo o Partido Conservador e a extrema direita ressurgir mais uma vez das cinzas para aparecerem em recentes pesquisas como francos favoritos para a disputa presidencial que se aproxima.
Por fim, na Itália e Alemanha, outras duas grandes potências da Europa não mostram realidades muito diferentes. No que tange ao país da bota o sucessor de Berlusconi não soubera lidar com momento de fragilidade financeira do País e fora derrotado recentemente em plebiscito que tentava mexer com as estruturas arcaicas do Parlamento italiano, dando maiores poderes ao Executivo. Marc Renzi não resistiu à derrota e foi obrigado a renunciar, deixando o povo entre uma esquerda, ainda incógnita e a volta da turma da direita.
No país da moda europeia, a Chanceler Merkel, vem sofrendo consecutivas derrotas locais, o que a pressiona para acordos do seu partido Conservador com a direita. Nas mesmas eleições recentes ocorridas na Alemanha observa-se ainda um preocupante avanço das tendências neonazistas e fascistas que hoje tramitam as escâncaras no modo de ser alemão!
E o que nós no Brasil temos a ver com essas mexidas no tabuleiro provocadas pelos mais recentes episódios na geopolítica mundial? Ora, caro leitor! Os países mais fortes da Europa que estrategicamente vêm usando a União Europeia sobre o pretexto de enfrentamento da crise estiveram ganhando fôlego e se realinhando para continuar a explorar os países do Terceiro Mundo, no qual infelizmente estamos incluídos e sem qualquer perspectiva de mudança na atualidade.
Resultado disso no nosso dia a dia: mais fome; miséria; maior submissão ao capital estrangeiro; desemprego; menos políticas sociais, só para citar algumas consequências dessa nova reorganização dos modelos de progresso infinito nos oferecido desde a revolução Industrial até a atualidade.
O paradigma até então usado houvera saturado, o que dera certa ideia de liberdade às nações subdesenvolvidas. Na pós-modernidade, as potências europeias e os EUA vêm se reorganizando, sob o pretexto de uma guerra ao Terrorismo e insuflando o discurso nacionalista como bandeira dessa nova forma de dominação mais forte e virulenta.
Enquanto isso no mundo real a ÁFRICA, silenciosamente vem sendo dizimada, com milhares de mortes patrocinadas pelo apoio de países europeus e dos EUA a governos golpistas. Os próprios países europeus de menor expressão e que surgiram agora nações independentes sofrem com a política expansionista daqueles, os quais dão guarida a governos sem respaldo popular.
Aqui na América do Sul não é diferente. Governos golpistas e uma esquerda que não conseguiu dar continuidade aos seus projetos sociais abrem caminho para a volta de antigas forças conservadoras, além de fantasmas antes adormecidos como nazismo, fascismo, xenofobismo e outros ismos que oferecem respostas prontas para esse tipo de situação.
A velha/nova ordem mundial nos remete para o período obscuro vislumbrado por Edgar Morin da Idade Planetária do Ferro, na qual as particularidades de cada nação estão sendo suprimidas pelas novas/antigas forças de dominação.
Nesse momento de intensa movimentação das superpotências, de reorganização de suas corridas armamentistas e de dominação e, ainda de conluios, muitas vezes, com aqueles que juram combater, se faz necessário refletir a que tipo de discurso estamos dando guarida. Se é que apoiamos algum discurso! Ou, ainda, se aquela sensação de que está tudo bem, passada como forma de lavagem cerebral pela mídia e rede social já conseguiu penetrar no nosso consciente a ponto de nos ter transformado em um Sr Smith da vida.
Desta feita, ou caminhamos para parte de cima da espiral histórica, apresentando defeito de fabricação, por meio de uma nova DESORDEM MUNDIAL, ou o modelo de sociedade macdonizada, continuará a habitar a superfície, deixando toda a grande maioria na clandestinidade.
Todavia, mister ressaltar que, mesmo aqui no mundo clandestino (mundo real), embora sendo submetido a todas as espécies de barbárie em decorrência de não aceitar o modo de ser americano e das forças de dominação Européia, não fiquemos à espera de heróis messiânicos, os quais, num lampejo de individualidade, irão salvar a humanidade. Mesmo porque essa espera infinita pelo novo messias é mais uma das várias nuance usada por aqueles que detém o poder para manter o status quo.
Na dialética daqueles que conseguem separar o real do imaginário e a partir daí ter o direito a fazer escolhas sejamos agentes transformadores na família, no vizinho, e na sociedade no intuito de que nossas gerações futuras, em longo prazo, subam todos para a superfície e habitem em um lugar melhor que esse.





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