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A LIÇÃO NÃO APRENDIDA



08/05/2017
criança Síria com mãos levantada ao confundir câmara com arma criança Síria com mãos levantada ao confundir câmara com arma

Recentemente fomos testemunhas da morte do pequeno Aylan ao tentar fugir da Guerra na Síria. Restou evidenciado naquele episódio o problema dos refugiados que buscam uma nova vida fora das áreas de conflito e que sofrem com as politicas ultranacionalistas daqueles que não conseguem observar o outro com o olhar da dádiva. Tema, este já abordado em outras inquietações por aqui.
O impacto da imagem daquela criança morta estendida na praia poderia ter sido o símbolo de uma nova era para todos os povos que sofrem com a falta de tolerância.
Entretanto, a Síria volta a ser palco no cenário mundial, nos remetendo para nossa pior faceta, qual seja a intolerância com o outro, logo após o ataque com armas químicas a rebeldes vitimando dezenas de pessoas, inclusive crianças, o que seria o quarto ataque identificado, segundo investigações da comissão independente das Nações Unidas.
Naquela zona de conflito que inclui países como Líbano, Israel, Turquia..., povoada por guerras civis intermináveis a paz parece estar longe de chegar.
De um lado o governo ditador de Al Assad que mata sem piedade, vide os 400 mil mortos nesse confronto, apoiado pelo governo Russo, que foi diplomático quando precisou ser e bélico na mesma medida. Sem olvidar a ajuda do Irã, outrora renegado no plano internacional, mas que ganhou força nessa empreitada com a Rússia.
Do outro os EUA, que como passo de mágica deixou de considerar o ditador aliado na “guerra” contra o estado Islâmico e resolveu tomar as dores dos rebeldes que lutam contra o governo Sírio. Sejamos sincero! Assad deu o motivo que TRUMP queria para por em prática a passagem de sua ideia inicial isolacionista para a expansionista do AMERICA FIRST, na qual os EUA devem ser o superior hierárquico dentro de uma nova ordem mundial a ser proposta. Nada de muito diferente da velha ordem, apenas com outra roupagem!
TRUMP substituiu membros do seu mais alto escalão do Conselho de Segurança composto por Republicanos por membros Democratas. Nessa situação qualquer semelhança do ataque a Síria com a política de Guerra defendida por Hylari não é mera coincidência!
Não nos esqueçamos do que aconteceu com o Iraque sob o argumento do armazenamento de armas químicas por Saddan Hussein. Não amigos! Não é apenas “vale a pena ver de novo” é uma mudança aparente da política de Trump, que afastou membros importantes do seu primeiro escalão para nomear outros que lhe ajudassem na manutenção da politica expansionista dos EUA.
O governante americano, que conseguiu se eleger com discurso da América para os Americanos agora ultrapassa suas linhas para praticar um verdadeiro ato de guerra sem a autorização do Congresso Americano como impõe a lei daquela “democracia”. Não houve também, antes do ataque a Síria pelos americanos, um posicionamento do Conselho Nacional de Segurança da ONU sobre a necessidade de ato tão extremo tomado unilateralmente pelo Presidente dos Estados Unidos.
Aqui um adendo sobre o Estado Islâmico, que se instaurou dentro dos grupos rebeldes que lutam contra Al-Assad. O grande medo que assola o restante da população mundial e que vem sendo disseminado pela maior parte da mídia é a possiblidade de o ataque americano ter fortalecido a face terrorista dos rebeldes (Estado Islâmico,). Melhor explicando, a atenção dada aos ataques constantes do governo Sírio aos rebeldes estaria mascarando o único “real” vilão da história, no caso para a maioria da imprensa neoliberal e boa parte do mundo o Estado Islâmico.
Al-Assad já incorporou o discurso e joga a responsabilidade do aumento da empreitada do Estado Islâmico para aos EUA, sendo seguido pela Rússia de Putin, Irã e adjacências que dão guarida ao governo Sírio.
Nessa situação não esqueçamos, por conseguinte, que o blocão liderado pela Rússia já afirmou que vai reagir caso os Estados Unidos leve a frente a continuação dos ataques na Síria, o que parece uma reação concreta, segundo informa noticiário mundial.
EUA, Rússia levaram suas rusgas para dentro do quintal das áreas de conflito na região da Síria povoadas pelo Estado Islâmico deixando no meio disso tudo as vítimas dessa guerra insana que já dura mais seis anos e com centenas de milhares de mortes. Como descrevera Ney Matogrosso: “Se corre o bicho pega e se ficar o bicho come”.
Estamos assim, nessa nova/velha ordem mundial a mercê de dois líderes imprevisíveis: ora sob a ótica do controlador do jogo de videogame da vida real, que em meio a sua diversão, vez ou outra aperta o botão para dar aos telespectadores o final que eles querem ver; ora sob a ó tica do homem da vodka, um pouco mais articulado, mas não menos imprevisível.
Nesse amontoado de imprevisibilidade não se pode olvidar os tiranos travestidos de líderes, que a qualquer momento podem dar início a uma nova guerra mundial, bom como os fundamentalistas, que aumentam seu exército a cada ato discrepante da civilização ocidental nos deixando a mercê desse estado de medo, que nos assola com a possiblidade de uma nova desordem mundial.
Diante desse quadro aqui apresentado fico aqui em mais uma das minhas inquietações a pensar que, embora diante de uma quadro propício de exterminação em massa, possamos ter o mesmo final do filme A VIDA É BELA (recomendável sob todos os aspectos, exceto o final americano dado na literatura cinematográfica, mas que não condeno devido a necessidade da referência para ganhar o OSCAR de melhor filme e mais outros), no qual o pequeno GIOSUÉ ao final da guerra evidenciou aos quatros cantos do mundo que a Vida era, afinal, BELA!
Ao mesmo tempo, fico a refletir sobre a imagem da menina Síria de quatro anos que levantou as mãos em sinal de rendição ao ver uma máquina fotográfica em sua frente. Assombra vislumbrar em um cenário mais próximo que imaginamos, no qual aquela simbologia de um ato tão inocente e todos os seus desdobramentos seja a regra num mundo habitado por nossas gerações futuras!






Coment?rios:










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